09 março, 2007

Ansiedade


7 comentários:

JotaCê Carranca disse...

Pois é, pois é.
E quando falta uma eternidade? A ansiedade torna-se loucura?

Anónimo disse...

Dicionário: ansiedade
do Lat. anxietate
s. f.,
dificuldade de respiração;
opressão;
angústia;
inquietação de espírito;
desejo veemente;
impaciência.
Associas a ansiedade à mulher?
Faço esta pergunta pelo facto de saber que és mulher e daí colocas uma imagem de uma mulher.
A questão é saber se achas que o homem como ser não tem crises de ansiedade. É um estado emocional próprio do feminino.
helena borralho

Poliedro disse...

A ansiedade não é uma constante em mim. Não se define em mim. Por exemplo, se tenho um filho doente fico não ansioso, mas ansiosíssimo, perturbado mesmo. A sensibilidade e a amizade que nutro por todos os que se relacionam comigo tornam-me perto, muito próximo. Talvez, seja controverso ao pensamento, mas sou capaz de me entregar, dar o melhor que possuo: o respeito, a amizade, a pureza, a simplicidade, a minha humildade. Enfim, o meu eu. Não sei quem seja a anonymous,helena borralho, mas discordo completamente do que diz sob uma capa de identidade oculta: a ansiedade não é um estado emocional próprio do feminino. O masculino, os homens, quando são afectados pela morte, pelo desespero, por comentários indelicados e indecorosos ocultos, por sensações desagradáveis e de coacção psicologica imerecidas e incompreendidas, também ficam ansiosos. A eternidade pode faltar. Vai faltar um dia. A ansiedade pode comportar-se como louca. Pode. É óbvio. Mas, a ansiedade é amiga, sincera, verdadeira. E, os homens também a possuem. É elementar, é básico da Psicologia. Da elementar psicologia! Gostava de conhecer a helena borralho. Deve ser exemplar. Oculta, nunca deveria ter tido crises de ansiedade. Deve ser uma grande mulher, mas oculta! Teve o cuidado de consultar o dicionário, quando deveria consultar o manual da psicologia da adolescência. Assim, poderia compreender melhor as crises de ansiedade dos homens. As grandes figuras mundiais são por excelência, ansiosas. Está provado. Neste comentário que me vem cá do fundo, sinto que perdi algo de precioso, que era precioso para mim. Ao menos, resta-me a consolação de que fui verdadeiro, autêntico! Perdi. Reconheço. Mas, fica o carinho de um pai dedicado, mas ansioso. Fica um marido apaixonado, mas sempre ansioso. E, por fim, um Educador ansioso, que só pedia que compartilhassem o amor ansioso, mas puro, que nutre pelos seus alunos.
The End.
Beijos.
Com consideração e estima.
poliedro.

JotaCê Carranca disse...

A ansiedade é defacto feminino. Por isso o artigo indefinido 'a' que lhe antecede. Porem o estado de ansiedade não escolhe sexo, idade, raça ou religião. Em exagero, a ansiedade é doença. A moiria das situações descritas como depressão não são mais que situações de ansiedade patológica. Em doses qb a ansiedade é benéfica. Nós os «génios« somos ansiosos...

a.quelhas disse...

A ansiedade é universal, penso eu! digo eu!a imagem só tem que ver com uma unica coisa: na net,é muito mais fácil encontrar boas fotos no feminino do que no masculino.

Eh pá gostei daquela dos "génios"!!!!!OLOLOLOL
vou-me informar sobre a "modéstia"!

Helena Borralho disse...

Penso que ao assinar o meu comentário, não terei uma identidade oculta. Há uma identificação ( é a minha leitura). Tive o cuidado de ir ao dicionário, é verdade. Não achei necessário socorrer-me do dicionário de Psicologia, porque não era minha intenção comentar a palavra ansiedade. Mas digo-lhe que a ansiedade vive 24 horas comigo.Por isso sou uma GRANDE MULHER. Ansiedade, não tem sexo.
O meu comentário a este artigo, talvez não tenha sido bem interpretado. Culpa minha. A minha intervenção neste blog deve-se ao facto de a autora ter colocado uma imagem no feminino e eu achar que não devia ter rosto.
Helena Borralho
Professora de Matemática
Escola Básica 2,3 Vasco da Gama de Sines.
Venho muitas vezes espreitar este blog e gosto muito dos seus comentários. Escreve muito, de uma grande sinceridade. Sinto que é uma pessoa bonita por dentro.

Poliedro disse...

Anabela:
Não tenho muitos amigos. Tu sabes isso. Guardo uma preciosidade. O respeito e a admiração por ti. Sim! O respeito e a admiração. Estes princípios sei que os tenho e a modéstia também. Se há pessoas que comentam aqui é porque devem ser boas. Muito boas. Com bons sentimentos. Porquê? Porque passeiam aqui, neste jardim florido de encanto, com intenções e princípios bons e doces.
Nunca quis atingir ninguém com as minhas sinceras e transparentes opiniões. Sou um vagabundo do pensamento, daí não me darem muita credibilidade ou atenção em todo o lado.
Eu, António Manuel Relvas Pena Gil, Professor em Vila Real, peço humildemente desculpa se feri alguém. A dor é minha. Só minha.
Desculpem! Com modéstia, claro.
Desculpem!
Cada vez, me interrogo mais se merecerei passear mais aqui.
Possuo, pelo que disse, um verdadeiro desencanto e tristeza.
Desculpem! Desculpa, Anabela!
Tavez, por isso, por ser assim, só me tenho a mim e à minha doce família que amo com um fervor desmedido.
Com consideração e amizade.
Beijos Grandes.
pena gil

Desculpem, por favor!