30 junho, 2008

Passei um persponto no tempo

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28 junho, 2008

27 junho, 2008

Ana d' Or


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26 junho, 2008

uase igual

Já me aconteceu uma coisa quase quase igual.

25 junho, 2008

casa armanda passos


















































Casa Armanda Passos
Álvaro Siza

Pensada para ser vivida a todas as horas do dia, quando a luz procura a som­bra e a sombra se abre à luz, a casa atelier, encomendada pela pintora Armanda Passos ao nome mais internacional da arquitectura portuguesa, deixa transparecer, a cada apontamento, a cumplicidade que o arquitecto cria naturalmente com a obra. Esta é a segunda habitação projectada por Siza no Porto. A primeira foi concretizada nos anos 60, na avenida dos Combatentes. Entre o projecto e a obra, passando pelo processo de aprovação junto à Câmara, decorreram três anos (2002-2005). O programa incluiu a demolição da casa existente e a construção de três corpos, interligados e articulados de forma a definir dois pátios ajardinados, pontuados pelas árvores existentes. Surgem ainda um amplo jardim entre o muro limite do passeio da avenida e a frente construída. Outras árvores foram plantadas. Estabelecem, assevera-se, a ponte entre o Ocidente e o Oriente.

Em entrevista à Arquitectura & Construção, Álvaro Siza


- A Casa Armanda Passos foi feita para uma amiga... Agora é, na altura não tínhamos um conhecimento tão próximo. Depois, sim, porque a construção de uma casa é uma grande história.

Como encarou o desafio?

É uma pessoa com sensibilidade, que tem um agarramento grande à casa e criei, de forma especial, não só conforto como todo esse aspecto de ligação com o jardim, de intimidade, de qualidade de luz, etc. É muito agradável para um arquitecto ter um cliente com essa exigência de qualidade.

Qual o programa?

O programa que me foi dado compreende uma parte de residência com sala polivalente, que tem possibilidades de projecção a partir de um palco que se eleva a cota variável. A residência e a sala polivalente estão interligadas por um espaço de transição: um átrio. Depois, há o ateliê com luz do Norte.

O atelier apresenta duas inclinações no te­lhado, como nas fábricas e armazéns antigos, o que lhe dá uma luz especial...

Exactamente. É o chamado ‘cheide’. Tem uma luz alta do Norte.

Nos interiores, jogou muito com diferentes volumes…

O terreno não é grande e queria aproveitar ao máximo o jardim, para não fazer uma massa isolada. Como existiam três partes do programa muito claras na sua função, duas interligadas e uma que podia ser independente, utilizei isso para organizar os pátios. Há um pátio entre a sala polivalente e a residência para Poente; há um outro junto ao acesso automóvel; e há um espaço à frente da sala polivalente, entre esta e um muro de transição que fica entre a rua e a frente da casa. Portanto, há três espaços bem diferenciados.

A casa é ligeiramente mais baixa que as vizinhas. Esse rebaixamento foi intencional?
As casas vizinhas têm todas dois pisos. Nesta, a parte mais visível do lado da rua é só de um piso, embora seja mais alto que o normal. É intencional, porque era possível articular os três volumes e, portanto, criar pátios dos três lados. O volume com dois pisos e o volume mais elevado, por causa dos ‘cheides’, estão para trás. O facto de haver espaço livre à frente e dos dois lados permite colocar árvores e criar uma certa intimidade nas zonas exteriores do lote. Sendo as casas vizinhas de dois pisos, se esta assim o fosse, ficava com a sensação de ser estreita. Desta forma, é possível a sensação de generosidade de espaço livre interior.

Ao mesmo tempo a casa tem elementos característicos dos anos 50 – como as palas – e também apresenta um espírito oriental. Há aqui um entendimento entre Ocidente e Oriente...

Não há dúvida que na arquitectura japonesa tradicional – tão bela que é! – há esse cuidado. Existe uma articulação que organiza uns espaços bem definidos exteriores – os pátios – e permite uma comunicação muito grande. Ao mesmo tempo, íntima do interior com o exterior. Os famosos jardins Zen de Osaka são construções que se articulam e deixam os espaços geométricos, onde fazem arranjos maravilhosos de jardim. Neste caso, a maneira como o jardim está feito não tem a ver com os jardins Zen, mas há a sensação de intimi­dade. Não sendo uma casa demasiado envidraçada, beneficia de comunicação entre o interior e o exterior nas grandes aberturas que enquadram esses espaços exteriores.

As palas rebatem e criam sombra que se desenha no chão, como uma memória da arquitectura. As calhas de água marcam, também, os limites das palas no chão. As palas estão lá para a proteger do sol e do calor e criam, também, uma transição entre o interior e o exterior.A certa altura, os volumes quase se tocam de alguns ângulos...

Sim. O corpo do ateliê com a varanda que vem fora e a pala da residência quase se tocam. São três corpos bem definidos, mas pretendia-se que formassem um todo. Daí a proximidade de elementos de um corpo e de outro para estabelecer os espaços de transição e unificar o conjunto.Há pormenores quase indicadores de ele­mentos. Lembramo-nos de um recorte da varanda que funciona como uma seta a indicar uma árvore ou um pormenor do muro. Portanto, a própria arquitectura acompanha um percurso... Acompanha o tratamento do jardim. Os sítios onde estão plantadas as árvores e arbustos têm a ver com a protecção solar. Por exemplo, a janela da sala polivalente que é virada a Poente tem pala. Primeiro porque a pala protege-a de Sul, com o sol alto. Com o sol baixo, nem tanto. Têm de se usar outros sistemas, como o ‘brise-soleil’. A própria casa vizinha, quando o sol cai, protege bastante. Onde na diagonal podia entrar sol e ser incómodo no verão, foi colocada uma árvore de folha permanente. Junto ao caixilho, na grande abertura da sala polivalente para Poente, há uma árvore de folha caduca, porque assim, no inverno, o conforto da casa melhora ao receber o sol. No tempo quente, está protegida.

É uma casa para as quatro estações?

É. São coisas elementares, que a própria arquitectura espontânea utilizou sempre e a erudita também, de relação entre a natureza e o construído no sentido de convivência. No alto das escadas, a luz que entra pela clarabóia indica os degraus, como mostrando o caminho. É um gesto que se repete... Eu não gosto muito da luz violenta e as cor­tinas são necessárias, mas também gosto que a casa possa estar toda aberta, que haja trans­parências. O controlo da luz não é feito só pelas cortinas, mas pelas palas que quebram a intensidade da luz e pela própria situação e orientação das aberturas, com a finalidade do conforto térmico. Dosear a intensidade luminosa era algo que tinham as casas antigas, e sobretudo as do Sul, de tradição árabe. Pátios com luz muito intensa, pórticos que criam uma transição para o interior, depois uma luz mais quebrada e até zonas de penumbra – são necessários para o nosso conforto.

As suas casas têm essa tradição... Eu não me lembro de ter feito uma casa totalmente envidraçada. Não só por conforto e por não ter de recorrer a meios mecânicos, mas porque sinto que há necessidade de, numa casa, haver ambientes diferentes. Ambientes mais repousantes, serenos, e outros extrovertidos. Uma casa é feita com essas variações. É o simples aparente porque dentro de uma casa faz-se muita coisa.

No espaço interior do atelier, a luz que vem dos ‘cheides’ leva quase à sensação de um olhar às janelas de uma catedral, cuja luz se eleva...

A intenção não foi criar um ambiente religioso, mas, tratando-se da casa de uma pintora, tem de haver um cuidado especial com a luz, para criar condições boas de execução e até de manutenção. Ainda há pouco tempo Armanda Passos me procurou, porque, embora os ‘cheides’ estejam virados a Norte, no verão há uma hora em que entra sol. É não só incómodo como pode danificar a pintura, e aí vamos pôr estores no exterior, para nesses poucos dias poder quebrar a entrada de fogo.

As janelas do ateliê dão a sensação ilusória de se poderem puxar até abaixo. Quase abrindo o céu inteiro...

Neste caso, não acontece. As janelas vão até ao chão, mas têm folhas que abrem. Uma parte delas, as maiores, são portas de correr e nalguns casos correm por inteiro, não há nenhum travessão. É um vidro inteiro que corre para dentro da parede.

Nas janelas e portas, em geral, os planos são bem definidos. Umas abrem mais espaçadamente, outras estreitam. Como se brincasse com os volumes num jogo harmónico...

É uma brincadeira que obriga a muito esforço [risos], mas há alguma dimensão de prazer no meio desse esforço porque a possibilidade de trabalhar para alguém que pede e exige qualidade não é frequente – quer se trate de obra pública, quer se trate de obra privada.

Foi tudo direccionado para a proprietária...

Sim, ela foi extremamente exigente sob o ponto de vista de qualidade da execução – o que é muito bom. Não basta o arquitecto estar a exigir a quem constrói qualidade, mas quem paga a casa exigir qualidade tem outra força. Muitas vezes, quem paga não está interessado em tanta qualidade. Essa exigência de qualidade é considerada uma espécie de ca­pricho de arquitecto chato.

Os muros laterais que separam a casa dos vizi­nhos têm diferentes alturas para resguardar?

Sim. Os muros foram aproveitados. De um dos lados houve uma elevação e a vizinhança não levantou problemas. No outro, nem se tocou.

Quais os materiais utilizados na casa?

É tradicional no ponto de vista de materiais. As paredes e a casca são em betão armado. Da experiência que eu tenho, é muito difícil misturar materiais. Basta qualquer pequeno erro na execução para que apareçam fissuras. Todas as casas que fiz em betão armado estão impecáveis. Até a que fiz nos anos 60 é em betão aparente e nunca teve qualquer problema de fissuras, humidades, etc. Depois, tem o muro de suporte em betão armado que é duplicado no exterior com uma parede em tijolo rebocada. Entre as duas, há uma caixa-de-ar com um material de isolamento térmico. Isto dá uma parede com 45cm de espessura, incluindo o reboco interior e exterior. As vantagens são o isolamento. No exterior, para além do reboco, há um vazamento em granito para proteger da humidade do solo. Em quase toda a periferia existe uma faixa em gravilha, com dreno por baixo, exactamente para a humidade não afectar o reboco.

E em termos de madeiras?

A madeira é toda pintada, caixilharias interio­res e exteriores, excepto o pavimento, em riga antiga recuperada. Nas zonas de água, colocou-se mármore. Desenhou-se a cozinha especialmente para aquela casa, em­bora hoje esteja em produção na fábrica que a executou. Os tampos são em mármore. O resto é madeira lacada. A parte das caixilharias é em madeira? Sim. Tem por fora uma placa em alumínio que segura o vidro, também para proteger a pintura. A madeira é câmbala tratada, para receber bem a pintura.

Quais os materiais do telhado?

Terra e vegetação. É uma cobertura plana em betão impermeabilizado e, logo por cima, uma camada de 40cm de terra para poder ter o relvado.

E o telhado do ateliê? Esse é revestido a zinco.
Os ‘cheides’ dão um movimento muito grande a todo o telhado... Sim, crescem ligeiramente da frente para trás para que a concordância com a rua seja suave. A casa quase passa despercebida. Essa parte recuada retém dois pisos. O ateliê tem mais pé-direito porque a Armanda faz grandes telas e precisa mesmo de espaço, de respiro. Tudo isso se passa nas traseiras, sendo cortado com as árvores. Portanto, não é uma casa exibicionista. É mais interiorizada.
Helena Osório
FICHA TÉCNICA
Projecto de Arquitectura: Álvaro Siza
Localização: Porto
Data de projecto/conclusão: 2002-2005

22 junho, 2008

21 junho, 2008

Mahatma Gandhi - porque gritam?


Muito interessante!!!!

Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seusdiscípulos:

'Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?

''Gritamos porque perdemos a calma', disse um deles.

'Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?'Questionou novamente o pensador.

'Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça', retrucou outro discípulo.

E o mestre volta a perguntar:'Então não é possível falar-lhe em voz baixa?'

Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.

Então ele esclareceu:

'Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido?'O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito. Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância.Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas?Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê?Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena.Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram.E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta.Seus corações se entendem.É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.'Por fim, o pensador conclui, dizendo:'Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta'.(Mahatma Gandhi)


Completamente de acordo!

Acrescento apenas que as pessoas gritam quando não possuem argumentos para convencer o outro. E gritam tanto mais alto quanto mais se apercebem que estão a sair derrotadas nas suas convicções, convencendo-se ingenuamente que quanto mais gritarem ou quanto mais elevarem o seu tom de voz, maior será seu poder de persuasão. Puro engano. Manifestam sim falta de capacidade de diálogo e prepotência,

Detesto pessoam que gritam!

20 junho, 2008

16 junho, 2008

Armanda Passos, pintora







































Biografia

Armanda Passos (Peso da Régua, 1944). Vive e trabalha no Porto. Faz o curso de Artes Plásticas da ESBAP. Entre 1977/1979 é monitora de Tecnologia de Gravura na Escola Superior de Belas Artes do Porto. É membro do grupo 'Série' Artistas Impressores. Expõe desde 1976. Está representada na Secretaria de Estado da Cultura do Porto; Centro de Arte Moderna; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Museu Amadeo de Souza-Cardoso, Amarante; entre outros.

Não sei se Armanda Passos desenha/pinta mulheres acompanhadas de passarocos, ou se pinta passarocos com a mulheres a acompanhar.
Normalmente a mulher gorda contraria os preconceitos estéticos sobe a mulher. Nem sempre se aprecia uma mulher gorda numa tela. Nos desenhos de armanda passos, aprende-se a gostar.
As suas figuras femininas desmedidas, possantes, com pés robustos que nascem da terra, são bizarras mas são belas, ternas e doces. Emanam a força do feminino, através de uma pujança frequentemente vigiada por um bicharoco, passaroco por vezes. Esta é a forma terna com que trato as representações de animais sempre presentes, pois estes também são desenhados de uma forma estilizada como o são as mulheres "armandinas" (classificação minha também).

Tenho sempre curiosidade em conhecer as suas novas mulheres. A produção de Armanda Passos é regular, penso que é uma mulher construtora, que não pára. As suas mulheres são todas da mesma família, tem todas o mesmo padrão genético, mas são todas diferentes e inconfundíveis. Gosto de todas.

notting else matters





GOSTAM????? pois.... estiveram no rock in rio!!!!!APOCALYPTICA

15 junho, 2008

Martinho da Vila





Apesar de não estar dentro das minhas preferências musicais, tem uma voz poderosa e não nego uma oportunidade de ver e ouvir ao vivo, Martinho da Vila.
É dificil ouvi-lo sentada, pois dá vontade de sair dançando samba. O auditório encheu e transbodou. A idade de Martinho já pesa, o recurso à cadeira e aos instrumentistas foram utilizados para poder descansar. A voz continua poderosa e doce.

14 junho, 2008

Dinamarca - escola


Experimente ir de Copenhaga a Estocolmo de comboio. Comprado o bilhete, dá consigo num comboio que só se diferencia dos nossos Alfa por ser menos luxuoso e dotado de menos serviços de apoio aos passageiros.

A viagem, através de florestas geladas e planícies brancas a perder de vista, demorou cerca de cinco horas.Não fora conhecer a realidade económica e social desses países, daria comigo a pensar que os nórdicos, emblemas únicos dos superavites orçamentais seriam mesmo uns tontos.

Se não os conhecesse bem perguntaria onde gastam eles os abundantes recursos resultantes da substantiva criação de riqueza.

A resposta está na excelência das suas escolas, na qualidade do seu Ensino Superior, nos seus museus e escolas de arte, nas creches e jardins-de-infância em cada esquina, nas políticas pró-activas de apoio à terceira idade.

Percebe-se bem porque não construíram estádios de futebol desnecessários, porque não constroem aeroportos em cima de pântanos, nem optam por ter comboios supersónicos que só agradam a meia dúzia de multinacionais.

O TGV é um transporte adaptado a países de dimensão continental, extensos, onde o comboio rápido é, numa perspectiva de tempo de viagem/custo por passageiro, competitivo com o transporte aéreo.

É por isso, para além da já referida pressão de certos grupos que fornecem essas tecnologias, que existe TGV em França ou Espanha (com pequenas extensões a países vizinhos).

É por razões de sensatez que não o encontramos na Noruega, na Suécia, na Holanda e em muitos outros países ricos.

Tirar 20 ou 30 minutos ao Lisboa-Porto à custa de um investimento de cerca de 7,5 mil milhões de euros não trará qualquer benefício à economia do País.

Para além de que, dado hoje ser um projecto praticamente não financiado pela União Europeia, ser um presente envenenado para várias gerações de portugueses que, com mais ou menos engenharia financeira, o vão ter de pagar.

Com 7,5 mil milhões de euros podem construir-se mil escolas Básicas e Secundárias de primeiríssimo mundo que substituam as mais de cinco mil obsoletas e subdimensionadas existentes (a 2,5 milhões de euros cada uma), mais mil creches inexistentes (a 1 milhão de euros cada uma), mais mil centros de dia para os nossos idosos (a 1 milhão de euros cada um).

Ainda sobrariam cerca de 3,5 mil milhões de euros para aplicar em muitas outras carências, como a urgente reabilitação de toda a degradada rede viária secundária.


saladosprofessores

13 junho, 2008

Relatório de uma ausência anunciada



Não necessáriamente nesta mesma ordem.


Gare do Oriente, Moonspell, Calatrava, Fundação Oriente, Tejo, Fundação Arpad-Szenes/Vieira da Silva, Rock in Rio, Le Corbusier, Escargots, teatro, metro, Estrela, gelado, calor, Le Modulor, Máscaras, docas, Marquês de Fronteira, Pátio Bagatela, Aqueduto, Pessoa, Rossio, joelho, Almada, Fernando e Glória, cirurgia, APOCALYPTICA, livros, cartola e bengala, rua da seda, jacarandás, estação, azulejos, esfera armilar, ....