01 dezembro, 2025
03 setembro, 2025
Fico em silêncio
Fico em silêncio
Dou por mim a consultar
diariamente as páginas das agências funerárias. Neste caminho longo que é a vida,
chego ao momento de consultar as páginas das agências funerárias, assegurando-me
que não há partidas inesperadas que acinzentem o meu dia. Consulta mórbida que
me começa a inquietar, nesta fase decrescente da vida, já sem amanhãs
esplendorosos.
Os meus pais iniciaram a
ladeira da morte há muitos anos, seguiram-se todos os familiares da sua geração
e eis que a minha geração se chega à frente, com pressa e de forma muitas vezes
inesperada.
Neste deserto tão
grande, sem fronteira e sem medida começo a perder primos, amigos, ex alunos e colegas,
desenhando assim o deserto mencionado, que mais parece montanha inóspita, em
cordilheira insana. Entre suicídios, desistências da vida, acidentes, doenças
mais ou menos graves, sobrevivo com o dói aqui e dói ali, por vezes com o
entusiasmo afectado, alterando planos, esfaqueando sonhos não realizados desta
viagem que nunca me pesou e acharei sempre curta. Uns partilhavam laços de
sangue, outros a sua ansiedade criativa no mundo dos rabiscos, outros, o
quotidiano sempre diferente de tentar abrir portas para o conhecimento e a
cidadania, e outros porque simplesmente se cruzavam comigo no Mundo.
Entre os sonhos de
verdade e os sonhos de mentira, fico em silêncio, triste, despedindo-me deste e
daquele, em conversa do nunca mais, até sempre e arrumando os caquinhos do meu
coração em estante virtual, de casa de arquitecto com muito vidro, ou abrigo
simples de musseque com pé no chão, numa cidade qualquer de Cassiopeia, que só
existe no meu imaginário, mas onde estão todos os que me são próximos.
Revolvo os meus
ficheiros fotográficos, procuro as imagens deste e daquele, entre rabiscos e
salas de partilha de conhecimento, que passarão a ser recordados, por ter
retido um pouco do presente da vida, confortando-me.
Reforço a resiliência
de continuar, porque não sou pessoa de olhar para trás, quem disse que viver é
fácil? A VIDA É UM MOMENTO como canta o outro, mas é o que temos e há que
aprender a andar neste carrocel tresloucado, que começou já com dor ao nascer,
quando nos escancaram as portas para a vida.
Entre a boca que diz, e
a mão que escreve, solta-se a palavra “Saudade”, com efeito geométrico e
afectivo, em dias de sol, de vento, de chuva ou de noites ao relento.
Derramo lágrimas, limito vivências com quem já não existe nesta orquestra a que pertenço, e que vai ficando incompleta, mas há sempre quem traga mais um e a luta continua. Entre a dor e a alegria, descubro quem sou, sabendo sempre por onde não vou.
(texto inspirado em letra de “Canção
a Zé Mário Branco”, de A Garota Não, escrito após o falecimento do colega e
amigo Francisco, e dedicado a todos os que perdi num lugar chamado Mundo)
Publicado em NVR 03|09|2025
01 setembro, 2025
SUNSET - 1 DE SETEMBRO
Se o sunset não vem até nós, vamos nós até ao sunset.
A vida é um momento.
Esperem sentados por dias melhores, enquanto nós vamos
vivendo o momento.
Enquanto os mordomos ficaram na cozinha, tirámos esta bela
fotografia.
Bom recomeço para todos.
Tchim, Tchim
30 julho, 2025
PARTISTE
Partiste. Sinto-me triste. Perdi-te.
Terei saudades do orgulho das tuas raízes, da tua
racionalidade, da sempre presente preocupação para com os teus filhos, do teu
afecto, do teu Fred, das tuas bonsais, dos teus guarda-rios, da tua
cumplicidade, das confidências, do teu
sentido se humor e sagacidade, da tua paixão pelas antiguidades, do teu
empreendedorismo, do teu sucesso
profissional, da tua simplicidade, do teu gosto requintado, do teu Douro, da
tua Beira (Moçambique), e do teu coração do tamanho do mundo. Gostavas tanto
daquilo que eu pintava e eu admirava a tua cultura, especialmente sobre arte.
Não tive capacidade, para te ajudar, senti que desististe de viver. Olharei
pelos elefantes todos os dias, recordarei sempre o teu sorriso, as tuas mãos e
o teu olhar único
Beijinho, até sempre. Victor Meirinho
14 março, 2025
DIA DE ANIVERSÁRIO
Dia de aniversário
O que dizer em
dia de aniversário para além das frases batidas de agradecimento, e um sorriso
sem jeito?
- Mais um ano,
dói aqui, dói ali, espero, desejo, patati patatá...
Adoro fazer
anos, é sinal que não fiquei no caminho e aproveito, a mensagem, o telefonema,
o abraço para marcar novos encontros, que me irão preencher muitos dias ao
longo do ano.
Não gosto de
misturar amigos, numa grande farra, talvez numa garagem (isso era antigamente)
ou no sempre actual Batô das noites loucas do Porto. Cada amigo se enriquece na
sua circunstância e por isso não os misturo. Gosto de lhes dedicar toda a
atenção, porque cada relação é única. Com uns, falo de política, com outros,
falo de arquictetura, viagens, teorias reinventadas, projectos, sonhos e com
alguns até falamos mal dos outros, o que assumimos e nos dá especial prazer.
Cada um tem um tipo de registo para comigo, e gosto de preservar isso.
Os meus amigos
são como os anjos. São entidades que me pertencem de algum modo e
que eu tento manter e valorizar ao longo dos anos. Sou possessiva, no bom
sentido do termo, não gosto de os partilhar com os outros.
Gosto dos meus
amigos, cada um deles tem um pouco de mim, e eu tenho ou pouco deles. Gosto de
esquecer o tempo quando estou com eles, e gosto de rir, para aligeirar a vida,
mesmo quando o meu humor caústico cai em cima de mim.
Adoro surpreendê-los.
Adoro recordar o que vivemos juntos. Gosto especialmente daqueles que têm mau
feitio, porque a amizade e a lealdade prevalecem perante as divergências.
Protejo os mais frágeis e ajudo a relativizar problemas àqueles que são
pessimistas. Para os exotéricos, finjo que acredito no meu poder de pisciana
com ascendente em leão, e até leio cartas e a a palma da mão se for necessário.
Invento largueiro e conto estórias até os seus sorrisos se desenharem de orelha
a orelha. Travisto-me de muitas personagens – Maga Patalógica, Osíris, Ana d’Or,
Repórter XL, Jopilinha, Archiquelhas, Senhora dos Anéis, Mona Lisa, Mondriana, Filigr’ana…
já perdi a conta – reinvento-me naquela minha característica: Não espero que
aconteça, faço acontecer.
Apresento a
minha gratidão a todos por me felicitarem pelo dia de hoje e agora vou mazé
festejar com a família, que o jantar, espera-nos.
Beijinhos, abraços
bem apertados, gosto-vos sempre. A vida sem amigos, não seria tão doce e
colorida. Anabela Quelhas
[Isabel Carvalho Isabel Olaio Correia Carvalho Rui Santos Alexandre Favaios Jose Manuel Sousa Ferreira José Magalhães Silva José Tão Dias João Luís Sequeira Rodrigues António Aristides Soares Abreu António Manuel Rodrigues Graciete Valente Paulo Ribeiro Paulo Quelhas Vilarinho Tomás Gavino Coelho Carlos Marques Alice Granja Alice Guerra Lena Palheiros Lena Albino Correia Joana Sampaio Braz Alexandre Araújo Alzira Almeida Anabela Videira Lígia Sousa Rosa Canelas Rosário Tavares Graça Vilela Maria Lumi Cristina Caldas Ana Paula Briosa Marina Teixeira João Estrócio João Ribeiro da Silva Gabriela Tavares Adérito Gomes Silveira Maria Vasconcelos Vera Varela Vitor Ribeiro Aurora Caldas Maria Fernanda Marques José Curado Gaspar MatiasVera Malaco Rui Jorge Nogueira Lina Morgado Fernando Pereira Alzira Maria Rocha Tita Verdelho Teresa Pimentel Chi Teresa Carlos Torres Ana Fortuna Fernando Peixoto Fernando Leite Velho Mário Pires Cabral Mário Abrunhosa Rosário Caldeira Manuel Ribeiro Alberto Loureiro Celeste Granja João Pedro Fonseca, Anabela Vilela, Ana Maria Andre, Helena Peão, João Carlos Carranca, Helena Peão, Helena Olga Jesus, Manuel Afonso Fernando Luís Machado, Ana Paula Pinto Catia Pimenta, Cátia Gonçalves, Zeferino Boal Fátima Pereira Fátima Picão Nucha Mota Antonio Soares Elza Ribeiro Sónia Raposo Emília Raposo Guiomar Carmo Elisabete Sacramento Armando Dias Sarmento Eugénia Almeida Eugenia Ferreira Adília Maria Guedes Martins Helena Borralho Ramos Ze Alessi Ramos Silvina Afonso Guerra Florbela Pancada António Granja António Francisco Caseiro Marques Isabel Cipriano Mario Silva Aurora Magalhães José Azevedo Lourdes Menor Francisco José Borralho João Ribeiro da Silva Gabriela Tavares Adérito Gomes Silveira Maria Vasconcelos Vera Varela Vitor Ribeiro Aurora Caldas Maria Fernanda Marques José Curado Gaspar Matias Vera Malaco Rui Jorge Nogueira Lina Morgado Fernando Pereira Alzira Maria Rocha Tita Verdelho Teresa Pimentel Chi Teresa Carlos Torres Ana Fortuna Fernando Peixoto Fernando Leite Velho Mário Pires Cabral Mário Abrunhosa Rosário Caldeira Manuel Ribeiro Alberto Loureiro Celeste Granja Hernani Xisto Alice Granja Alice Guerra Lena Palheiros Lena Albino Correia Joana Sampaio Braz Alexandre Araújo Alzira Almeida Sónia Pereira Humberto Afonso Silvia Brás Jorge Quelhas Eva Palheiros Áurea Pimentel Ana Abelenda Sandy Conde Ana Ribeiro Pedro Hortas da Silva Carolina Augusto Elisabete Simas Coelho Francisco José Ribeiro Pimentel Carlos Ferreira Augusto Fernandes Carlos Alberto Torres Helena Seixas Filomena Ribeiro Lurdes Martins Dulce Torres Dacosta Pat Carlos Rodrigues Ligia Magalhães Isilda Ribeiro Elsa Alves Marília Lopes Lígia Palheiros Regina Nunes Aurora Caldas Elisete Ribeiro João Carlos Campos Rôla Ana Marques Hilario Oliveira Rui Nobre Garção Dilia Fraguito Samarth Mia Sekeira Cristina Rosa Cordeiro Esperança Conceição...]
17 novembro, 2024
ENCONTRO DE AMIGOS 2024
Hoje foi dia de beijos e abraços, vários e apertados.
11 amigos a festejar a amizade, e tudo aquilo que nos une ainda hoje. Éramos o grupo de assalto à diversão da rua do Breiner e da Rua Montes Burgos, na cidade do Porto, há muitos anos. Jantares, festas de garagem, passeios, encontros no café e alguns, noites sem dormir debruçados no estirador. O Porto era nosso, na Ribeira, no Bateau, na Casa de Chá e no 1º do Hotel D. Henrique-~
Gostei de vos ver, as saudades nunca se matam, sentem-se, e nós continuaremos a senti-las. O que mais interessa é que cada um pertence às vivências dos outros e vive nos seus corações.
Tivemos uma sala por nossa conta, festejamos a vida, recordamos cenas, rimos e combinamos encontros futuros - tanto para partilhar em tão pouco tempo. Cada um teve o seu percurso de vida, todos bem-sucedidos, bem-dispostos e bem-resolvidos e agora é continuar a aproveitar a vida.
Gosto-vos tanto.
18 outubro, 2024
28 junho, 2023
02 junho, 2023
14 abril, 2023
14 março, 2023
MEUS AMIGOS
Um grande abraço de gratidão a
todos que me felicitaram.
Habituei-me a reservar tempo para
meditar. Penso no que faço, no que me acontece, no bem que posso eventualmente
proporcionar aos outros, penso nas minhas angústias, nos meus medos, nos meus
erros e penso obrigatoriamente em quem gosta de mim, os meus amigos:
- Aqueles que aceitam as minhas
gargalhadas e os meus momentos de mau humor, aqueles que pensam como eu e
aqueles que pensam de forma diferente, mas que sabem construir empatias comigo.
Admiro aqueles que ouvem
pacientemente as minhas teorias surreais e absurdas, as quais se concluem com
dois belos sorrisos, e que me põem a pensar na minha loucura amadurecida à
força do tempo. Considero a tolerância de alguns, perante as minhas provocações
e o meu sentido de humor, por vezes cáustico, que me faz explorar o fio da
navalha, sem nunca desrespeitar o outro, mas intencionalmente o faz sair da sua
zona de conforto. Penso naqueles que me ajudam em pequenos pormenores, para que
grandes projetos sejam bem-sucedidos.
São todos importantes para mim.
Não gosto de vos juntar, porque
cada um tem a sua circunstância que eu respeito e não gosto de a partilhar com
ninguém. No fundo talvez seja invejosa e ciumenta de vós. Penso que ainda não
inventaram palavras mais bonitas para definir esta atitude. Quero-vos só para
mim. Porque cada um conhece as minhas fragilidades, tranquiliza as minhas
problemáticas mal resolvidas, e reforça o meu mundo interior multifacetado. Protegem
a minha orfandade crónica, tentam enraizar-me em terras que não são minhas e
desenham-me outros céus que eu poderia adoptar, mesmo sabendo que nada passa de
uma ilusão infinita.
Os meus amigos sempre secam as
minhas lágrimas que raramente se vertem, mas que alguns vislumbram entre
palavras e olhares. Todos acarinham as minhas utopias, o meu amor platónico por
aquilo que nunca foi e tentam entender o meu descompasso com a vida e os
preconceitos que não tenho. Penso que não seria eu, sem todos vós. A amizade é
como uma doença “contagiosa” que deixa sempre algo no outro, e isso é bom,
porque nos torna cada vez mais humanos e mais conformados com as incertezas.
Uns telefonam, outros esperam-me
para jantar, outros enviam mensagens e outros sei que me pensam, e isso é tão
bom! Uns conhecem-me pelo meu nome, outros chamam-me papa-museus, Árthemis, Jopilinha,
Senhora dos anéis, Ana d’Or, Maga Patalógica… todos são nomes carinhosos, que
um dia tenho que adicioná-los ao meu cartão de cidadão. O nome pouco interessa,
interessa é a nossa convergência. Apesar das minhas contradições sou-vos sempre
leal.
Grata por tudo, um dia ganho
coragem e junto todos.
Nota: Peço desculpa por não memorizar
datas de aniversário, para quem não felicitei, felicito agora.
08 março, 2023
Querida São, então que tal?
[Hoje dia da mulher decidi
escrever a uma mulher que muito admiro.]
Querida São, Então
que tal?
Nós andamos do jeito que
Deus quer
Entre dias que passam menos
mal
Lá vem um que nos dá mais
que fazer…
(onde é que eu ouvi isto? Vou
activar o outro neurónio.)
Encontrei-te
apenas uma vez, mas li-te imensas vezes, ouvi outros falando sempre bem de ti e
arranjei mais um espaço no meu coração que te pertence, para te ter sempre à
mão dos afectos.
Marcamos
encontro em Lisboa, num shopping qualquer e mergulhei na doçura do teu olhar,
algo infinito em ti. Foi um encontro em que todos os relógios e ampulhetas
pararam, porque tinham de parar, o tempo ficou sem tempo, tipo aquele mané dos
relógios derretidos, derretido com o teu encanto e magia, também ele
surpreendido pela estrutura do afecto que cresceu em nós.
Lamento viver
longe. Não posso fazer-te um pouco de companhia e oferecer-te um pouco deste
meu sentido de humor, caústico, mas que por vezes, diverte.
Neste momento
estás presa num sítio com um cadeado do ”camandro”. O Outro lá em cima, anda
distraído e parece que esqueceu que até aqui na terra, já se inventou WD40.
Temos que O desculpar, já tem muita idade e as sinergias lá em cima não devem
ser fáceis de gerir!
… mas tudo é
relativo, porque nunca te prenderão as asas e os afectos. Fizeste da tua vida
uma lavoura de ajuda e de solidariedade, dedicada sempre ao outro, aos mais
frágeis e aos mais desamparados. Continuas a ser uma semeadora de afectos. Para
semear afectos apenas precisas de viver, de existir, pois só tu conheces as
ferramentas mágicas que utilizas para esse fim. Um dia terás de me ensinar. Suponho
serem linhas ondulantes universais, que nos envolvem, não por compaixão, mas
sim por seres a Mulher extraordinária que és. Simpática, bonita, com sentido de
humor, uma bailarina em pensamento, sempre em luta pelo Bem. Tu serás a Sininho
do século XXI com pózinhos de perlimpimpim?
No Dia da Mulher
sempre crio um texto a lembrar a nossa causa. Este ano decidi que escreveria para
ti, partilhando com os meus amigos, para eles perceberem quem é a São Branca, que alguns já ouviram
falar, uma MULHER com letra maiúscula, de cérebro ativo e pensamento ligeiro,
que me descobriu com o meu pseudónimo de Árthemis. Alguns enviar-te-ão um beijinho
em pensamento. Cada beijinho se transformará numa pequena estrela e irá aterrar aí junto de ti, tipo Disney Peter Pan…. Ehehe ainda gosto de sonhar. Um
xi <3 minha amiga São Correia.
16 fevereiro, 2023
ZULMARINHO delírios ao sabor das ondas
Um amigo, um cúmplice que ontem esteve no Mar de letras.
Tenho uma profunda admiração pelo projeto de escrita de João Carlos Carranca , capaz de despertar afectos e saudade que só alguns entenderão. Médico, humanista, angolano, autor de escrita criativa num estilo ainda não inventado, que se instalou no meu coração. Muito sucesso Jota.
16 dezembro, 2022
20 outubro, 2022
30 junho, 2022
Jantar dos 23
Matando a noite em jantar dos 23, com muito humor, muita rockalhada, boa comida, boa companhia e sem problemas existenciais. A gargalhada voou solta e bela. A conversa foi vadia como sempre, entre pessoas que se conhecem há muitos anos e já viveram muita coisa juntos, construindo uma base muito sólida de amizade e cumplicidade. Foi até às tantas! Ninguém leva conjuges, apenas se leva a alegria de viver. E o que se passa ali, fica ali, manda a tradição..
07 maio, 2022
OS ROQUES E AS AMIGAS
OS ROQUES E AS AMIGAS - 1ª edição
Tralhando em noite de
futebol, tapas e rock and roll.
"One,
two, three o'clock, four o'clock rock
Five,
six, seven o'clock, eight o'clock rock
Nine,
ten, eleven o'clock, twelve o'clock rock
We're gonna rock around the clock tonight"
02 dezembro, 2021
O comercial
Os imprevistos da vida levou-nos a jantar ao Comercial, no Porto.
Azul, o glamour e a óptima companhia. Falamos bem e mal sobre tudo e todos. Gargalhadas foram bastantes e quase encerramos o sítio. Tchim, tchim, caríssimos.
Voltaremos brevemente.
14 março, 2021
DIA DE ANIVERSÁRIO COM AMIGOS
Em dia de aniversário após dezenas de mensagens de amigos, que já partilharam comigo bons momentos em vários locias e em diversas circunstâncias, deixo aqui um carinho, tentando corresponder a momentos inesquecíveis, umas vezes de luta e outras de lazer.



































