27 janeiro, 2007

Bom dia sábado!


4 comentários:

Pena disse...

Penso que só usei gravata no momento especial da minha vida, que foi o meu casamento. O nó na gravata sempre me foi uma empreitada muito difícil de concretizar. Fica registado.
A intenção ou intenções de ficar bem, de tornar as pessoas mais importantes, mais bonitas, nunca fez parte das minhas concepções estéticas, pois, entendo-as como desnecessárias. Então, o nó, nunca consegui executá-lo, para lá de ser incómodo e assemelhado ao trabalho e uso, por exemplo daqueles que comandam o poder e as nossas vidas: Os Poderosos governantes e os desnecessários utentes da Assembleia da República Portuguesa.
No entanto, há quem goste e, por, isso, devem ser respeitados.
Beijos e não esqueças de dar um forte abraço ao Hugo.
Sempre a considerar-te.
pena gil

Anónimo disse...

Sempre detestei gravatas (vulgo bacalhau pendurado ao pescoço).
Não uso.

Evito festas e cerimónias onde se usam, onde só se entra e se é considerado com o nó ao pescoço.

A chamada inteligência do nó.

Destestável...

Jo

Anónimo disse...

Sempre detestei gravatas, vulgo bacalhau pendurado ao pescoço. Nem os Noruegueses gostam (LOL)...

Evito festas e cerimónias onde tal é necessário, aliás, não vou...

A inteligência do nó...

Detestável...

Anabela Quelhas disse...

Tou a ver que esta imagem provoca e incomóda!!! Porque será que há tantos homens a odiar uma simples gravatinha??!!Ao vir aqui comentar me apeteceu ir à procura do significado gravatístico... vai ser já a seguir.
Boa semana para todos.