11 junho, 2007

CONTOS MÉDICOS




4 comentários:

Poliedro disse...

É a realidade visível dos habitantes simpáticos das aldeias.
Já presenciei casos como este.
Sabes, não te rias, mas eu sou um pouco assim.
Quando estiver para morrer, não quero dar trabalho a ninguém, mas têm que me suportar em casa.
Desiludi-te?
Como costumo dizer: Já não tenho tempo para mudar. Sou assim.
Excelente a ideia, perante uma ausência de cultura que expressa bem o pensar das nossas humildes gentes, comigo incluído.
Um Bem-Hajas
Beijos
pena

JotaCê Carranca disse...

Há 'estórias' muito interessantes, realidades muito chocantes, desilusões marcantes e tantas muitas estórias de carinho e amor nestas andanças de Medico-doente que se perderam quando passaram a ser utentes...
bjs

Poliedro disse...

Realmente. A minha doce esposa leu. E, soprou-me.
É uma verdade que sinto e vivo com autenticidade. Plena. Já pensei e vou fazê-lo. Vou mudar.
Amanhã vou ao médico. Fica a promessa. Prometo.
Muitos beijos e um forte e sincero abraço a todos.
Com respeito e consideração
pena

Só te digo baixinho, sem ninguém ouvir: Ela é um tesouro que guardo com carinho e encanto.
Não digas a ninguém.

Anónimo disse...

Já li este livro, com algumas histórias muito interessantes e realistas.
Eunice