17 setembro, 2007

Para quem já não se lembra

1 comentário:

Poliedro disse...

Muito bem, amiga Anabela.
Não esqueço o quanto a vida era árdua e difícil nos anos 50.
Tenho familiares meus que, com o suor e o sangue que derramaram, sofreram o peso da miséria e da pobreza.
PESSOAS GIGANTES que, tudo fizeram para abarcar um MUndo melhor, pensando nos filhos, nas esposas, nas migalhas de pão impossíveis de digerir porque não as havia.
E, lá foram. Partiram com fé e confiança que Deus lhes daria um mundo melhor.
Excelente, Anabela.
Pensamento profundo. Digno de reflexão.
Fica registado, podes crer.
Muitos lacrimejaram e passaram pelo tormento e angústia vivida sabe lá com que forças e desespero.
Os jovens de hoje podem sorrir porque tudo têm, nada lhes falta e ainda acham pouco.
Um hino à vida que, acabes de relembrar com o teu talento e virtuosidade que registei com apreço e imensa atitude sentida.
Não sabemos o bem que temos, Anabela?
PESSOAS devem ser tratadas como PESSOAS em todo o lado.
Abraço amigo
pena