24 dezembro, 2009
23 dezembro, 2009
22 dezembro, 2009
21 dezembro, 2009
18 dezembro, 2009
17 dezembro, 2009
16 dezembro, 2009
01 dezembro, 2009
Bestial






Autoras: Isabel López e Sandra Tarruella
Restaurante localizado junto ao mar, à escultura do Frank Gery e à torre Mapfre.
Arquitectura de interior minimalista ao estilo novaiorquino. Possui uma esplanada em vários niveis, cujas plataformas funcionam também como lugar para sentar.
Não sei de onde veio o nome, mas é mesmo bestial.
30 novembro, 2009
29 novembro, 2009
El Japonés



Autoras: Isabel López e Sandra Tarruella
El Japonés fica no Passeig de Grácia em Barcelona.
É um restaurante com espaços de linguagem arquitectónica contemporânea. Combina as linhas direitas e modernas com a tradição japonesa e a exploração da luz para distinguir diferentes áreas.
Além de se comer o sushi, pode-se admirar a decoração minimalista e elegante. É pena estar sempre cheio. Virou moda!
Calle Princesa, 11

07 novembro, 2009
06 novembro, 2009
30 outubro, 2009
18 outubro, 2009
Bernardo Rodrigues
17 outubro, 2009
Aluno acusa ministra de "tirar credibilidade à democracia"
ISTO MERECE DIVULGAÇÃO, E O REGISTO DA MINHA ADMIRAÇÃO PELO ALUNO PEDRO FEIJÓ.
Aluno acusa ministra de "tirar credibilidade à democracia"
16.10.2009 - 21h28 Lusa
O representante dos alunos do Liceu Camões destacou-se hoje durante as comemorações dos 100 anos da escola ao tecer duras críticas à política educativa, acusando a ministra da Educação de “tirar credibilidade à democracia”.Pedro Feijó, delegado dos alunos no Conselho Pedagógico do Liceu Camões, foi um dos participantes da cerimónia do 100º aniversário da escola, ao lado do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, e da ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, além do director da escola e do médico João Lobo Antunes, um dos antigos alunos. Pedro Feijó, que discursou de improviso, criticou o que disse serem os “entraves que foram postos à democracia nas escolas pelas novas políticas de Educação” e “a linha de orientação errada que a Educação tomou”, acusações que não mereceram qualquer reacção da ministra no discurso que fez de seguida. “O que o Ministério fez foi tirar credibilidade à democracia dentro e fora da escola”, sublinhou. Entre os exemplos que considera negativos das políticas educativas do Governo cessante, o aluno apontou o novo Estatuto do Aluno, considerando que, em vez de falar dos estudantes como “os agentes construtores da escola, fala como essas pessoas iguais e padronizados, que vêm às escolas apenas para fazer os seus testes e competir por um futuro que não é garantido e que devia ser um direito”. Outro exemplo daquilo que considerou “um dos maiores ataques à democracia” é o novo modelo de gestão das escolas, que “tira a representatividade e o poder aos estudantes e outras classes nos órgãos de gestão, dando-o a agentes exteriores à escola”. “Por melhor que essa colaboração pudesse ser, não podemos prescindir de direitos tão fundamentais como a eleição do director da escola e a elaboração do regulamento interno”, sublinhou, motivando fortes aplausos entre a audiência. Mas, para o jovem estudante, pior do qualquer lei, “foi a atitude do ministério”. “Desprezou manifestações com milhares de estudantes, só por sermos menores, como se por sermos estudantes de secundário não tivéssemos uma palavra a dizer. Desprezou abaixo-assinados, incluindo um com dez mil assinaturas de estudantes, que pediram a revogação destas leis. Desprezou manifestações com várias dezenas de milhar de professores que lutavam pelos seus direitos, pelas suas escolas”, sustentou.
16.10.2009 - 21h28 Lusa
O representante dos alunos do Liceu Camões destacou-se hoje durante as comemorações dos 100 anos da escola ao tecer duras críticas à política educativa, acusando a ministra da Educação de “tirar credibilidade à democracia”.Pedro Feijó, delegado dos alunos no Conselho Pedagógico do Liceu Camões, foi um dos participantes da cerimónia do 100º aniversário da escola, ao lado do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, e da ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, além do director da escola e do médico João Lobo Antunes, um dos antigos alunos. Pedro Feijó, que discursou de improviso, criticou o que disse serem os “entraves que foram postos à democracia nas escolas pelas novas políticas de Educação” e “a linha de orientação errada que a Educação tomou”, acusações que não mereceram qualquer reacção da ministra no discurso que fez de seguida. “O que o Ministério fez foi tirar credibilidade à democracia dentro e fora da escola”, sublinhou. Entre os exemplos que considera negativos das políticas educativas do Governo cessante, o aluno apontou o novo Estatuto do Aluno, considerando que, em vez de falar dos estudantes como “os agentes construtores da escola, fala como essas pessoas iguais e padronizados, que vêm às escolas apenas para fazer os seus testes e competir por um futuro que não é garantido e que devia ser um direito”. Outro exemplo daquilo que considerou “um dos maiores ataques à democracia” é o novo modelo de gestão das escolas, que “tira a representatividade e o poder aos estudantes e outras classes nos órgãos de gestão, dando-o a agentes exteriores à escola”. “Por melhor que essa colaboração pudesse ser, não podemos prescindir de direitos tão fundamentais como a eleição do director da escola e a elaboração do regulamento interno”, sublinhou, motivando fortes aplausos entre a audiência. Mas, para o jovem estudante, pior do qualquer lei, “foi a atitude do ministério”. “Desprezou manifestações com milhares de estudantes, só por sermos menores, como se por sermos estudantes de secundário não tivéssemos uma palavra a dizer. Desprezou abaixo-assinados, incluindo um com dez mil assinaturas de estudantes, que pediram a revogação destas leis. Desprezou manifestações com várias dezenas de milhar de professores que lutavam pelos seus direitos, pelas suas escolas”, sustentou.
21 setembro, 2009
14 setembro, 2009
Museu da Imagem e do Som no Rio de Janeiro - antiga boate Help
11 setembro, 2009
Bio-arquitectura

Bio-Architecture
de Javier Senosiain
Edição/reimpressão: 2003
Páginas: 192
Editor: ELSEVIER SCIENCE & TECHNOLOGY
ISBN: 9780750656047
de Javier Senosiain
Edição/reimpressão: 2003
Páginas: 192
Editor: ELSEVIER SCIENCE & TECHNOLOGY
ISBN: 9780750656047
Consultem este sítio
09 setembro, 2009
Famous People Painting
ou clique sobre a imagem
À medida que vai passando com o cursor do rato pelas figuras e fizer um duplo click, recebe mais informação sobre cada uma.
Extraordinário!
08 setembro, 2009
Museu da arquitectura
Animação de projecto de Museu de Arquitectura para a Cidade do México - arquitecto Josué Hernandez.
05 setembro, 2009
03 setembro, 2009
01 setembro, 2009
30 agosto, 2009
25 agosto, 2009
31 julho, 2009
28 julho, 2009
24 julho, 2009
21 julho, 2009
13 julho, 2009
12 julho, 2009
11 julho, 2009
10 julho, 2009
07 julho, 2009
06 julho, 2009
05 julho, 2009
23 documentos

Para quem interessar:
Fiz uma pequena actividade numa escola do 3º ciclo sobre "2009 sobre o ano europeu para a criatividade e inovação". Agora vejam o trabalho burocrático que tive que fazer. A actividade apareceu em 23 documentos. Para além de estar devidamente integrada no Plano Anual de Actividades do Agrupamento, foi necessário realizar:
- a planificação geral das actividades de Educação Visual no inicio do ano lectivo,
- a planificação como unidade de trabalho em Educação Visual,
- a planificação anual das unidades da disciplina,
- a planificação e relatório como actividade de cada docente,
- referência em duas actas por turma (2º e 3º período),
- referência em cada Projecto Curricular de Turma,
- referência no relatório do director de turma;
- referência em duas actas do grupo (subestrutura) de Educação Visual,
- a planificação e relatório da Biblioteca referente às actividades de articulação com os departamentos,
- referência em duas actas da biblioteca,
- referência em duas actas do Departamento de Expressões,
- referência em dois relatórios da coordenadora da Biblioteca,
- referência no relatório do coordenador do Departamento de Expressões,
- referência na ficha dos objectivos da docente (caso esta tivesse entregue, que não foi o caso),
- e na sua auto-avaliação.
Ou seja, para tudo estar correctamente referenciado e assinalado totalizam-se por turma vinte e três documentos.
QUEM QUISER SABER O QUE SE PASSA ACTUALMENTE NAS ESCOLAS É VER ESTE PEQUENO RETRATO, E IMAGINAR QUE CADA PROFESSOR, FAZ 2 OU 3 ACTIVIDADES POR ANO, LECCIONA, PREPARA AULAS, CORRIGE TESTES, É DIRECTOR DE TURMA, FAZ VISITAS DE ESTUDO, ETC, ETC..
É isto que põe 140 mil manifestantes na rua.
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