21 maio, 2026

20 maio, 2026

A CAIXADE PANDORA

 


A CAIXA DE PANDORA

Na mitologia grega, a Caixa de Pandora (na verdade, um jarro) era um presente de Zeus para Pandora, a primeira mulher, criada por Hefesto a mando de Zeus. O presente constava de uma caixa

E o que continha a caixa?

Continha todos os males e desgraças do mundo, como doenças, dor, a guerra, a fome, o ódio, a discórdia, a inveja, as doenças do corpo e da alma, mas continha também a esperança, que ficou retida no fundo. A caixa estava lacrada, e Zeus deu ordem expressa de nunca a abrir, pois continha os males destinados à humanidade como punição.

Vencida pela curiosidade, e desconhecendo o seu conteúdo Pandora abriu o recipiente, libertando uma nuvem de todos os males (doenças, miséria, discórdia, etc.) que passaram a afligir toda a humanidade.

Assustada, Pandora fechou a tampa rapidamente, mas já era tarde. Apenas a esperança ficou presa na caixa, que deu aos humanos a força para suportar as adversidades.

Este mito explica a origem do sofrimento humano e a importância da esperança para enfrentá-lo, tornando-se uma metáfora para atos que desencadeiam consequências imprevisíveis. Adverte também sobre os perigos da curiosidade excessiva e as consequências irreversíveis das acções humanas, especialmente quando há desobediência a ordens divinas.

 Hoje, a expressão "abrir a caixa de Pandora" por vezes é utilizada de forma leviana, e parece conter algo de mágico, na verdade significa "a origem de todos os males" é usada para descrever acções que geram consequências negativas, imprevistas e incontroláveis.

Apesar dos males, a Esperança que ficou na caixa simboliza a resiliência humana e a capacidade de perseverar diante das adversidades. Por isso dizemos que a Esperança é a última a morrer.

A esperança é considerada uma força inesgotável que sustenta o ser humano, ajudando a superar momentos de crise, dor ou desespero. Antes da desistência total (desesperança), a pessoa mantém a expectativa de que o amanhã trará algo melhor, agindo como uma protecção contra o desânimo profundo.

Que os deuses te sorriam. Alegra-te! Kairé!

 

[Emissão “Zeus não dorme”, descubra a mitologia grega na sua vida – Rádio Universidade FM – 08|09|10 de Maio de 2026.]

O silêncio do kisanji na Rádio Portimão

 


Hoje fui surpreendida por João Carlos Carranca no seu programa Karranca às Quartas. Palavras sobre o silêncio, afectuosas que gostei de ouvir. Grata à Rádio Portimão que me proporciona estas viagens semanais.
Livro "O silêncio do kisanji" - edição de autor.♥

Antecipando








 THE ST. REGIS CAIRO

Corniche El Nile 99999, Cairo

"TIMOR" - Luís Represas (Trovante)


https://voca.ro/11N2VImWgSQc

Voz: Anabela Quelhas

file:///E:/radio/audio/233%20-%20Timor%20-%20Luis%20Represas.mp3

Música: https://www.youtube.com/watch?v=V410xjheelQ

19 maio, 2026

Ruinenberg

 


O Ruinenberg, ou “morro das ruínas”, é uma colina histórica em Potsdam com ruínas artificiais do século XVIII que ainda atraem visitantes pela sua beleza e vistas do Palácio Sanssouci.

Localização: bairro Bornstedt, ao norte do Parque Sanssouci em Potsdam.

A colina foi transformada por Frederico II da Prússia em 1748, quando mandou construir um reservatório de água no topo para fornecer água às fontes e jardins do palácio. Para decorar a área, foram criadas ruínas artificiais inspiradas em estilos clássicos e romanos, incluindo um coreto, um portal e restos de uma parede que lembram um teatro romano.

Durante o século XVIII e início do XIX, tornou-se moda na Europa construir ruínas artificiais nos jardins aristocráticos, como reflexo do neoclassicismo e do romantismo. O Ruinenberg exemplifica essa tendência com:

Monopteros (templo circular)

Colunas dóricas e jónicas

Pequenas pirâmides e paredes em ruínas, simulando estruturas antigas

No século XIX, Frederico Guilherme IV melhorou o projeto paisagístico, adicionando a Torre Normanda, referência à arquitetura medieval, completada em 1846

Muitas das estruturas foram destruídas durante a Segunda Guerra Mundial, mas foram meticulosamente reconstruídas no século XX, mantendo o visual das ruínas originais.

Conclusão: Quando não há cão, caça-se com um gato. Adorei.

In Diário de Viagem – Anabela Quelhas



16 maio, 2026

MEGA FESTA

 


Vem daí até aos Aliados.

Sr. Engenheiro


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