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30 dezembro, 2016

100 anos de fotografia Leica

IMPERDÍVEL
FOTOGRAFIAS QUE DOCUMENTAM UM SÉCULO.
A maioria dos registos fazem parte da nossa cultura global.
Até 5/02/2017
Já fui ver 2 vezes.
Biblioteca Almeida Garrett, Palácio de Cristal no Porto.
Fiz registos rápidos e pouco rigorosos que servem apenas para lembrar mais tarde.



























09 junho, 2016

Um olhar pelo Reino Maravilhoso

Ontem na apresentação da mostra de fotografia "Um olhar pelo Reino Maravilhoso"
Fotografia: Ana André

31 maio, 2016

12 abril, 2016

02 fevereiro, 2016

BRASÍLIA

 3 poderes
 ponte Juscelino Kubitschek
 A Foto simbólica
Catedral linda

05 dezembro, 2015

O Atlântico


A inspiração no final do dia, observando as neblinas cromáticas na transição da tarde para a noite e do outono para o inverno.
O Atlântico...
Olhando o horizonte, gerindo solidões de muitas paragens, feitas neste sítio a muitas horas, reflectindo sobre caminhos, seleccionando sonhos, apurando os sentidos e renovando os mesmos valores de sempre.
4/12/2015

01 maio, 2015

Génesis

SÒÒÒ 245 imagens a preto e branco, de grande formato, captadas entre 2004 e 2011 nos lugares mais recônditos e desconhecidos da Terra.
Estas já ninguém me tira!!!!.

15 maio, 2011

19 abril, 2011

21 janeiro, 2011

"Filme do desassossego" de João Botelho


"Filme do desassossego" de João Botelho
Quero felicitar o realizar João Botelho pelo filme que criou.
Acho que nunca vi um registo em cinema tão belo, e considero mesmo que é aquilo que se pode chamar uma Obra de Arte. (eu não emito facilmente elogios)
Raramente vejo um filme ou leio um livro mais do que uma vez, excepto os livros de poesia.
Neste caso precisarei de ver este filme, outras vezes, pois viajei em pequenas/grandes distracções provocadas pela fotografia excepcional e perdi a ligação ao conteúdo.
Cada ângulo de filmagem, a cor, a composição foram estudados ao detalhe, nada surge ao acaso. Já conhecia as sobreposições de imagens relacionadas com as filmagens da baixa de Lisboa, e apesar de haver um desfasamento de escalas que se torna visível pelo tamanho das janelas, nada disso mancha a intenção. Dei comigo a pensar que todas as imagens se podiam converter em excelentes fotografias. Reparei na preocupação em evitar que as linhas fortes dos planos coincidissem com o paralelismo dos limites das fotografias, o que implica uma grande sensibilidade artística e uma grande sintonia entre o realizador e o técnico que filma, e aí é que se faz a diferença entre um excelente e um razoável registo. Depois a presença frequente de um elemento de cor vermelha a fazer o contraste com os cenários melados e de luz coada que são frequentes, torna as imagens apelativas e de muito bom gosto. Recordo a porta do vidro vermelho, as bandeiras vermelhas, o corrimão do café/restaurante, as cadeiras da igreja de S. Domingos, os lábios Catarina Wallenstein, a caneta vermelha e as riscas vermelhas dos envelopes pousados sobre a mesa de trabalho …. E outros que já não recordo. Belíssimo! Outro pormenor a cor do vestido de Rita Blanco naquele cenário dos anos 50 com uma arquitectura de interiores à anos 50, onde é muito visível um corrimão vermelho, e as cadeiras azuis,… o vestido da Rita tinha que forçosamente ser a cor primária que falta naquele cenário, o AMARELO.
Claro que já não falo do desempenho do actor Claudio Silva que é extraordinário como é demasiado evidente. Um filme para ver e rever, uma obra de arte!


13 janeiro, 2011

AUTOR: Alex Maclean

27 abril, 2009

clark little












Foto de Clark Little.