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09 maio, 2012
20 junho, 2009
PORTO MAIO DE 77

















Chegou isto ao estir@dor 32 anos depois.Fiquei emocionada. Eu estava lá, mais os meus colegas da Esbap e os colegas de Psicologia. Em frente ao teatro S. João, do lado direito. Quem esteve lá reconhece todas as imagens registadas possivelmente pelo Mário Vaz e sabe o que se viveu nesta luta estudantil: Cardia estava no poder e pela primeira vez depois do 25 de Abril,: a policia carregou sobre os estudantes. Foi na rua da Firmeza. No tribunal, situado na mesma rua proferia-se a defesa do aluno Torgal, detido no dia anterior. A defesa foi feita pelo arqto Alves Costa, nosso prof, e que fez um discurso inflamado anti-facista, muito bem conseguido, perante o Juiz, que emocionou alguns e ganhou o respeito de todos.
As fotos falam mais do que possíveis descrições.
(Obrigada Zé)
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violências
30 maio, 2007
GREVE GERAL
Comissão de Protecção de Dados proíbe divulgação de listagem de grevistas
A Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) decidiu esta segunda-feira "proibir qualquer tratamento autónomo de dados pessoais, relativos aos trabalhadores aderentes a greves, por considerar ser um procedimento discriminatório".
Em comunicado divulgado esta terça-feira, a CNPD esclarece que esta decisão surge "no seguimento de uma participação apresentada na semana passada à CNPD pelo Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE), na qual se dava conta de um despacho interno da Direcção-Geral de Impostos, ordenando aos vários serviços o preenchimento de um mapa com o número mecanográfico e o número de identificação fiscal dos trabalhadores ausentes por motivo de greve, a ser enviado à Direcção de Recursos Humanos da DGCI, no prazo máximo de 48 horas após a greve". Este despacho da DGCI "tinha por fim a realização mais célere dos descontos necessários no vencimento dos trabalhadores e a posterior comunicação à Direcção-Geral do Orçamento do número de funcionários com descontos efectuados por motivo de greve, no prazo estipulado no Despacho do Ministro das Finanças e da Administração Pública, de 15 de Maio último", acrescenta-se no comunicado. Analisando a questão, "a CNPD considerou que para efeitos de processamento dos necessários descontos na retribuição, os dados relativos às ausências do trabalhador por motivos de greve devem ser tratados, como até agora, de forma conjunta com os dados respeitantes a outras eventuais ausências reflectidas nos mapas de assiduidade". A CNPD salienta, na sua Deliberação nº 225/ 2007, que "é justamente o carácter autónomo e independente deste tratamento, face à invocada finalidade de processamento de vencimentos, que coloca em crise a sua licitude". A CNPD sublinha que "a adesão à greve por parte de trabalhadores da Administração Pública reflecte uma opinião política" e que o tratamento autonomizado e identificado dos trabalhadores que fizeram greve "consubstancia decerto um procedimento discriminatório". Neste sentido, a CNPD considera que qualquer tratamento autónomo de dados relativos à adesão à greve constitui uma violação dos artigos 13º e 35º da Constituição e do artigo 7º da Lei de Protecção de Dados. A CNPD apreciou igualmente o conteúdo do Despacho do ministro das Finanças e da Administração Pública, de 15 de Maio, "tendo concluído não haver qualquer violação da Lei de Protecção de Dados, uma vez que a comunicação à Direcção-Geral da Administração e Emprego Público (DGAEP) do número total de trabalhadores ausentes por motivo de greve em cada serviço não permite identificar os trabalhadores em greve, pelo que não configura um tratamento de dados pessoais".
01 maio, 2007
Pelo pão, pela paz e pela liberdade

"Em Portugal, o movimento sindical e laboral foi-se reforçando até ao derrube da Monarquia e a instauração da República. Com o novo regime político, algumas câmaras municipais decretaram o 1º de Maio como feriado oficial. A luta pela jornada de oito horas recrudesceu, o que levou a que ela fosse consagrada em 1919 para os trabalhadores da indústria e do comércio.
Sete anos depois, com o golpe militar do 28 Maio de 1926, as liberdades fundamentais são suprimidas e fascizados os sindicatos. O 1º de Maio é proibido e as iniciativas que os trabalhadores, um pouco por todo o lado, tentam concretizar são alvo da mais feroz repressão policial. Por essa razão, a jornada do 1º de Maio alia, crescentemente, a luta pelo Pão, pela Paz e pela Liberdade à contestação do regime.
Na longa noite fascista, o 1º de Maio de 1962 fica a constituir um raio de luminosa esperança. Nesse dia, em Lisboa, Porto, Setúbal e outras localidades, dezenas de milhares de pessoas saem à rua, protestando contra a falta de liberdades, contra a miséria e contra a guerra colonial que eclodira no ano anterior e que havia de vitimar e mutilar milhares e milhares de jovens trabalhadores.
Também nesta altura cerca de 200 mil assalariados rurais do Alentejo e do Ribatejo entram em greve, conseguindo, desta maneira, impor aos latifundiários e ao fascismo a jornada de oito horas. Punha-se fim, finalmente, ao trabalho de sol a sol.
O edifício da ditadura estremece, mas há-de demorar mais uma dúzia de anos a ruir. "
Sete anos depois, com o golpe militar do 28 Maio de 1926, as liberdades fundamentais são suprimidas e fascizados os sindicatos. O 1º de Maio é proibido e as iniciativas que os trabalhadores, um pouco por todo o lado, tentam concretizar são alvo da mais feroz repressão policial. Por essa razão, a jornada do 1º de Maio alia, crescentemente, a luta pelo Pão, pela Paz e pela Liberdade à contestação do regime.
Na longa noite fascista, o 1º de Maio de 1962 fica a constituir um raio de luminosa esperança. Nesse dia, em Lisboa, Porto, Setúbal e outras localidades, dezenas de milhares de pessoas saem à rua, protestando contra a falta de liberdades, contra a miséria e contra a guerra colonial que eclodira no ano anterior e que havia de vitimar e mutilar milhares e milhares de jovens trabalhadores.
Também nesta altura cerca de 200 mil assalariados rurais do Alentejo e do Ribatejo entram em greve, conseguindo, desta maneira, impor aos latifundiários e ao fascismo a jornada de oito horas. Punha-se fim, finalmente, ao trabalho de sol a sol.
O edifício da ditadura estremece, mas há-de demorar mais uma dúzia de anos a ruir. "
Fiz, fiz um copy paste
26 abril, 2007
PENICHE

Assisti, ontem, a parte do programa da SIC, com Saldanha Sanches, ex PC e ex MRPP, num regresso comentado na primeira pessoa, à prisão de Peniche.
Confirmou o rigor e a disciplina, que os militantes do PC conseguiam imprimir na sua permanência nas cadeias do antigo regime.
Achei interessante a análise que fez a certos pormenores que fazem a diferença numa cela: Uma mesa e uma simples cadeira!
Dar a possibilidade a um preso político de ler e escrever, mesmo que, de forma controlada e vigiada, é uma fuga constante para a liberdade em relação ao preso, e é o tal elemento que denuncia a fraqueza de um regime político ditatorial, confirmando que o insustentável da situação.
Considero que este foi o ponto alto da reportagem.
Que pena nas escolas raramente se falar disto, exactamente no espaço onde abundam as mesas e as cadeiras!
Confirmou o rigor e a disciplina, que os militantes do PC conseguiam imprimir na sua permanência nas cadeias do antigo regime.
Achei interessante a análise que fez a certos pormenores que fazem a diferença numa cela: Uma mesa e uma simples cadeira!
Dar a possibilidade a um preso político de ler e escrever, mesmo que, de forma controlada e vigiada, é uma fuga constante para a liberdade em relação ao preso, e é o tal elemento que denuncia a fraqueza de um regime político ditatorial, confirmando que o insustentável da situação.
Considero que este foi o ponto alto da reportagem.
Que pena nas escolas raramente se falar disto, exactamente no espaço onde abundam as mesas e as cadeiras!
25 abril, 2007
Dia da Liberdade

É um exemplo de valentia e grandeza na Revolução dos Cravos. Salgueiro Maia, soldado português, comandou as forças que avançaram sobre Lisboa no 25 de Abril de 1974. Pôs fim à ditadura militar e forçou a rendição de Marcello Caetano. Foi aclamado em apoteose. Salgueiro Maia impediu uma devastação desnecessária e deu aos Portugueses um novo amanhecer. Personifica o herói dos tempos modernos.
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