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22 novembro, 2011
07 dezembro, 2008
18 outubro, 2008
22 março, 2008
31 janeiro, 2008
Todas as cartas de amor
(clique para ampliar)
Quantas vezes eu já manipulei esta poesia? Não tem conta.
Já a escrevi em todas as cores, já lhe coloquei diversos fundos, já a publiquei em diversos blogs, já a sobrepuz em diversos Fernandos Pessoas... ah porque depois aproveito e manipulo também as imagens que possuo do poeta naquele momento.
Tenho uma paixão rídícula, por este poema. Acho-o sempre actual, perfeito na configuração das paixões, rigoroso na auto-critica, verdadeiro e lindo de morrer. Tenho um especial prazer em observá-lo, lê-lo recriando diferentes cenários, e lê-lo de novo.
Continuarei a repetir-me. Continuarei ridiculamente a inventar suportes para estas palavras.
Quantas vezes eu já manipulei esta poesia? Não tem conta.
Já a escrevi em todas as cores, já lhe coloquei diversos fundos, já a publiquei em diversos blogs, já a sobrepuz em diversos Fernandos Pessoas... ah porque depois aproveito e manipulo também as imagens que possuo do poeta naquele momento.
Tenho uma paixão rídícula, por este poema. Acho-o sempre actual, perfeito na configuração das paixões, rigoroso na auto-critica, verdadeiro e lindo de morrer. Tenho um especial prazer em observá-lo, lê-lo recriando diferentes cenários, e lê-lo de novo.
Continuarei a repetir-me. Continuarei ridiculamente a inventar suportes para estas palavras.
23 novembro, 2007
29 junho, 2007
02 maio, 2007
22 setembro, 2006
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