08 dezembro, 1981

A AMANTE DO TENENTE FRANCÊS

 


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Realizador:  Karel Reisz

03 março, 1980

Lourosa 1980


 Lourosa 1980

Fotografia Rui Nogueira

26 outubro, 1979

O CAÇADOR

 


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Realizador: Michael Cimino

04 outubro, 1979

APOCALYPSE NOW

 


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Realizador: Francis Ford Coppola

11 maio, 1979

GREASE

 

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Realizador: Robert Stigwood

07 agosto, 1978

LAGOS

 


Parque de Campismo de Lagos



Discoteca Eléctrico


Praia naturista


Praia D. Ana

27 julho, 1978

O OVO DA SERPENTE

 


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Realizador: Ingmar Bergman_

20 junho, 1978

20 abril, 1978

Hostal Marenostrum Barcelona

 




Carrer Sant Pau, 2

Barcelona


20 junho, 1977

Fogueira na praia

 


João, Gil, eu, Rui, Miguel e Bé.

10 junho, 1977

TOMAR


TOMAR


ALCOBAÇA



MOSTEIRO DA BATALHA



PARQUE DE CAMPISMO TOMAR
 

16 maio, 1977

CASA SÉRGIO FERNADEZ, Caminha






Fim de semana 
Visita a Caminha e à Serra do Soajo






 

15 abril, 1977

TAXI DRIVER

 


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Realizador: Martin Scorsese



20 junho, 1974

FAMÍLIA


 Nazaré e Fátima

25 abril, 1974

25 de Abril de 1974


 Mais propriamente 26 de abril de 1974 - imitando Spínola

Luanda, Angola

26 março, 1974

25 março, 1974

25 de março de 1974

Sé eu me reconheço


Carlos e Albano
 

Recuperação de fotografias.

Aniversário Belinha na Corimba, o dia mais louco que me acontecia.


 

14 setembro, 1973

Gran Canária

 



Patalavaca Gran Canária

Depois de uma avaria inesperada em pleno voo, que eu leio como mais uma aventura, aterramos de emergia nas ilhas Canárias... várias horas dentro do avião a aguardar a reparação da avaria, várias horas no aeroporto, e de seguida uma noite no Hotel em  Gran Canária. 5 estrelas

Diário de viagem AQ



12 setembro, 1973

SALVADOR ALLENDE

A primeira vez na vida que cumpri um minuto de silêncio, foi por Salvador Allende, em 12 de Setembro de 73. Viajava de comboio, ainda não havia comboios alfa, a CP apenas dispunha de foguetes e rápidos. Era uma tarde quente de final de verão, e eu fazia a viagem Porto - Lisboa, de regresso a Luanda; permanecia em pé, no corredor junto à janela, a apanhar as lufadas de ar fresco, no meu rosto de adolescente. Apercebi-me que o comboio desacelerou, entrou numa marcha cada vez mais lenta, até que se imobilizou. Alguém que se deslocava rapidamente se cruzou comigo, e passou-me para a mão um panfleto, apelando para eu fazer um minuto de silêncio. Surpreendida, seguindo com o olhar aquela personagem que rapidamente desaparecia no final do corredor, senti a mão do meu pai, a puxar-me delicadamente para dentro da cabine e a correr a porta de vidro. Não foi preciso explicar nada a ninguém! Rapidamente escondi o panfleto e sentei-me. Momentos mais tarde, quando dois indivíduos vestindo totalmente de preto se acercaram da nossa cabine e espreitaram, todos nós fingimos dormir.
Diário de Viagem
O fato que nunca vesti