15 maio, 2011

30 abril, 2011

Milão - Salão 2011 design

INTERNI MUTANT ARCHITECTURE & DESIGN . FuoriSalone 2011 Design Week in Milan from Vitor Gabriel on Vimeo.

Obrigada João


Atrás: Victor, Sérgio, Edmundo, Anabela, João e Zeca.
Á frente: Pi, Pepino e Jorge.
Atrás: Victor, Sérgio, Edmundo, Anabela, João e Zeca.
À frente: Pi, Pepino, Jorge Nuno, Jorge, Rosário, Graça e Miranda.

.....

Tudo morria de fome, mas ninguém ousava mostrar as suas competências em pilotar um fogão, num final de dia de Julho. A preguiça e o cansaço sobrepunham-se à vontade de deglutir.

O dia foi cheio, a noite anterior também.

O dia foi dedicado a visitar o património popular do Alto Minho, pontualmente orientado pelo mestre Távora.

A noite anterior foi animada como só os teenagers o sabem fazer - do nada criar um universo de humor, que mata todas as horas da noite até de madrugada. Os blues, o rock e o jazz invadiram aquela casa com uma arquitectura que espicaçou a criatividade de cada um e desde a entrada ocupou espaço no coração de todos. Era uma constante ouvir uma exclamação de apreciação àquele espaço tão bem concebido na sua volumetria interior.

Claro que o João fez das suas ao longo da noite, chegando ao ponto de ser necessário recorrer aos materiais de primeiros socorros. A guitarra foi continuamente dedilhada. Nessa época ninguém se preocupava com os fumadores passivos. A cadeira butterfly de Antonio Bonet foi disputada em toda a nossa permanência naquele espaço habitável. As poucas horas dormidas remataram com o carinho de alguém que delicadamente pôs no leitor de cassetes, o inigualável "Wish you were here" dos Pink Floyd, abrindo suavemente as cortinas sobre a foz do rio Minho.

http://youtu.be/QCQTr8ZYdhg

Mas tudo morria de fome. Os dois que tinham fama de serem os mais decididos da turma, aventuram-se na confecção do jantar.

Eu e João.

Saiu um arroz temperado com brandy e uns saborosíssimos bifes, marinados em grande discussão sobre a emancipação da mulher e o eterno machismo na hora de chegar a casa e fazer o jantar. Alguém me cantou lady Jane lady Anne dos Rolling Stones ,

http://youtu.be/5OWKyy94C64

apaziguando a minha revolta em volta de tachos e frigideiras, seguido de um BB King num blusão que só o João sabia interpretar.

http://youtu.be/6jCNXASjzMY

Obrigada João por pores tantas vezes a tua guitarra a cantar e a chorar para nós.

Um aplauso grande para ti.

Até…ao infinito????

Anabela Quelhas


29 abril, 2011

trios

CONFESSO, EU AMO ESTES TRIOS!
olhó genaral lá na parede!!!!!!!!!!

17 abril, 2011

ESTILHAÇOS DE CESARINY POR LUXÚRIA CANIBAL



Estava preparada para assistir a um registo punk à Mão Morta com muita luxúria e pitadas de canibal à mistura.

Arrastei uma amiga comigo.

À entrada pensei que talvez ela não apreciasse, fiquei na dúvida se iria ser seca para ela, mas…

Fomos presenteadas com um espectáculo de altíssimo nível.

Caramba fazem-se espectáculos tão bons em Portugal!

É um espectáculo de poesia, de leitura de textos, a maioria de Mário Cesariny, mas também de música. Adolfo Luxúria Canibal, declama calmamente sentado à mesa no centro do palco, iluminado por um candeeiro de mesa e os músicos acompanham. Não sei quem concebeu a parte musical, mas eu achei de altíssima qualidade. Já procurei na net alguns dos registos, mas não aparece nada. Não não imaginem que foi o seguimento dos registos musicais dos Mão Morta, pois imaginarão errado. Que pena não poder partilhar convosco! A voz de ALC a percorrer as palavras de Cesariny, com o timbre e entoação características só dele e aquela musica de fundo única, absorvente....adorei.

"Os poetas não passam de aprendizes dos mistérios do infinito"

08 abril, 2011

dura dita dura


dura
dita
dura

«Era uma vez um menino pequeno que vivia num país pequeno virado para o grande oceano. Dizia-se que nesse país grandes homens e homens de todos os tamanhos se tinham lançado pelo mar dentro à procura de outros países e de outros homens. Mas isso tinha acontecido há tanto tempo e o menino de que estamos a falar nunca tinha molhado os pés no mar...»
<< Um espectáculo de marionetas para todas as idades acerca da atmosfera de terror surdo que reinou durante meio século num país onde as paredes tinham ouvidos. Através do olhar atento, por vezes atónito, de uma criança bem amada mas permeável ao mal-estar dominante, pretende-se dar a conhecer um passado ainda próximo e tende contudo esbater-se nas “brumas da memória”
Teatro de sombras, animação de objectos, pequenas máquinas de cena e outras engenhocas cinéticas aliam ao texto narrado várias acções de construção plástica. Música e outros efeitos sonoros integram a dimensão narrativa e criam momentos de descompressão e diversão.
DURA DITA DURA É A HISTÓRIA DE UM MENINO, O BALTAZAR, QUE CRESCE ALGURES, NUMA TERREOLA PERDIDA DE UM PORTUGAL ESQUECIDO - MAS APERTADAMENTE VIGIADO E AUTO VIGIADO. BALTAZAR É MUDO, MAS NÃO SURDO. A SUA VIVACIDADE DE MENINO FORA DO BARALHO CONFLITUA MANIFESTAMENTE COM O OBSCURANTISMO QUE CARACTERIZA O PORTUGAL DOS PEQUENINOS. BALTAZAR É UM ESCÂNDALO DE SILÊNCIO NUM PAÍS SILENCIADO. MAS NÃO SE ESCOLHE O LUGAR E O TEMPO ONDE SE NASCE.>>

Texto e canção: Regina Guimarães
Encenação, cenografia e marionetas: Igor Gandra

“Era um pais onde se vivia mal e que se achava normal”- é o que permanece na minha memória.
Vi ontem e senti-me privilegiada por estar na plateia ainda por cima como convidada a ver um espectáculo, fascinante e tocante. Desde a primeira cena que o Igor nos induz a conhecer Baltazar e mergulhar no Portugal salazarista. O monólogo multifacetado e desenvolvido de forma dinâmica com os seus pequenos bonecos (figuras estilizadas), num cenário belo, meticuloso e genialmente concebido, articulando luz e som, deu um resultado final surpreendentemente belo.
Nunca esquecerei.
Muito obrigada!
Anabela Quelhas
8/04/2011

02 abril, 2011

Perpetuum Jazzile - Africa

Perpetuum Jazzile - Avsenik Medley

Refresh póstumo


Recordo o teu sorriso e o olhar apurado sobre as coisas, emoldurado com os teus óculos em forma de octógono, que tudo observava numa perspectiva filosófica. Foi contigo que partilhei Camus, Simone de Beauvoir e Boris Vian, em noites de inverno, quando não apetecia sair, e o ler entre os cobertores sabia bem melhor. Eu rabiscava, mergulhada em dezenas de esquissos que iam invadindo o meu caderno de desenho preto, e como som de fundo, ouvia-te a estudar filosofia… por vezes em vez de estudar, era marrar… porque não dizer? por isso se ouvia!
Foi através desse som de fundo que conheci Durkheim, Sartre, Leibniz, Pascal, Descartes, … o eterno Platão e outros. O livro do Edgar Morin, o "Paradigma perdido", saltitava entre os teus móveis e por vezes vinha também visitar a minha papelada, cumprimentar o Aldo Rossi, Corbusier, Kenzo e o Leonardo Benevolo.
Tanta vez o Edgar Morin foi citado por ti! e até eu já tratava o Egas por tu.
Eu fumava e fumava, SG, e Gitanes nos momentos de desespero, e escrevia memórias descritivas e justificativas, que tu corrigias sem entender patavina do conteúdo. Reclamavas sempre: os arquitectos dizem cada coisa que ninguém entende! e tu ainda por cima não usas virgulas! sabes para que servem as vírgulas?.
Os diálogos oscilavam entre a Faculdade de Letras e a Escola Superior de Belas Artes, entre o Campo Alegre e S. Lázaro, entre o D. Januário Torgal e o Siza Vieira, entre textos filosóficos gigantes e projectos arquitectónicos. Os copianços também se faziam, eu por vezes dava e arquitectava ideias!!!!!!!! Para alguma coisa realmente útil servia a minha imaginação!... diziam....
Vivemos algumas cenas hilariantes pelas casas onde passamos. Certo dia uma dentadura amanheceu dentro das nossas canecas do pequeno almoço, a sorrir para nós. Partilhávamos refeições no “Vasquinho” e confeccionavas umas admiráveis almôndegas que batiam aos pontos as tristonhas omoletes substitutas das cantinas.
Convivia a organização com a ausência dela.
Convivia o estudo e o trabalho, com a diversão até altas horas da noite, dançando e pulando de alegria numa discoteca qualquer. Havia poucas discotecas na altura, mas isso não impedia diversão até fartar, nas festas de garagem. Até dançávamos o "Saturday nigth fever", o merengue e a marrabenta. Viamos todos os filmes do Bergman, e comentávamos até altas horas da noite, estabelendo comparações cinéfilas com outros registos. Amavas os registos indianos, eu entusiasmava-me com o cinema francês com o Jean Louis Trintignant. Suspendiamos tudo para ver ”A Gabriela, cravo e canela” … eu nasci assim, eu cresci assim, vou ser sempre assim, gabrieeeelaaaaa na voz inconfundível de Gal Costa do genérico da telenovela.
Ainda fizemos umas incursões no teatro TUP, no edifico do SICAP. No café tínhamos muito amigos comuns que nos acompanhavam nas horas de lazer. Usavas grande cabeleira de caracóis que contrastava com a minha grande cabeleira quase índia. Quase nos contrataram um dia para um evento de beleza capilar, porque não aceitamos?!
Estávamos convencidas que o futuro ficava a anos luz de distância e a terceira idade começava na véspera dos 30 anos.
Nos momentos de grande stress e de tristeza, o meu sentido de humor branqueava tudo. Como tu rias das histórias mirabolantes que eu te contava do Portugal profundo e de uma Angola que teimava em reinar no meu coração!
Acertávamos alegrias e tristezas, amores, paixões. Ambas de afectos violentamente interrompidos por Abril, mas que nunca puseram em causa as nossas convicções acerca da Liberdade. Falávamos de Moçambique e de Angola, apresentando-nos a Machava e o Kikolo, partilhando machimbombos, gingubas, picolés e shuingas, alimentando a saudade saboreando chávenas de chá no inverno e apreciando cubas livres bem geladas no verão.
Sentiamo-nos sempre incompletas, devido a alguém esquecido lá atrás do tempo. Eramos felizes, sem sermos plenamente felizes.
Decidiste partir! Será?
Até sempre amiga.
anabela

26 março, 2011

O ANO DO DRAGÃO

para ler, reflectir e aprender.

Mode Gakuen Spiral



Arquitectos Nikken Sekkei

Localização na rua principal em Nagoya, no Japão

Programa: 3 escolas (moda programação e informática)

Data: 2008

Pisos: +36

-3

Altura: 177m

Três torres com salas de aula são chamadas de ASAS . As torres “asas” criam uma curva orgânica, transformando a rotação. As torres em espiral aparentam mudar a sua fachada quando vista de diferentes ângulos, dando uma elegante impressão dinâmica.

As torres são emaranhadas de diversos aparatos ecológicos, como vidros duplos, e ventilação central natural. A estrutura central do prédio é uma estrutura cilíndrica e rígida. Como o pilar central de uma casa, esta estrutura proteje as torres contra ciclones ou terremotos.

19 março, 2011

Olá Pai

Olá Pai:

Estou perto de ti sem estar.

As nossas dimensões cruzam-se sem necessidade de catalogações terrenas que tudo parametrizam, classificam e justificam.

Sinto a tua falta, apesar de conversar contigo imensas vezes.

Saúdo-te todos os dias, mas falta-me a tua opinião, as tuas observações acutilantes de pessoa experiente e sensível. Falta-me a tua avaliação das coisas que elucidavam as minhas decisões.

Sinto-me sempre a tua filha pequena, frequentemente desobediente, mas sempre protegida por ti.

Hoje recordei-te a conversar com uma amiga, contei-lhe que me obrigavas a pentear o cabelo e traze-lo atado com uma fita azul: Era assim que eu saia de casa, e mal chegava à rua, todos os dias, tirava a fita do cabelo. Aos doze anos frontalmente te desobedecia e andava sempre de cabelos soltos. Passei à fase dos hot paints, das manifs revolucionárias, da fase da régua e esquadro....por aí fora.

Recordei tudo com um sorriso nos lábios.

Gostaria de fazer um replay e viver tudo outra vez retribuindo alguns carinhos que não soube retribuír.

Beijo, anabela

15 março, 2011

Orange Club



Lyon, France
Projecto de Arquitectura: Jakob+Macfarlane
Ano de Construção: 2011





21 janeiro, 2011

"Filme do desassossego" de João Botelho


"Filme do desassossego" de João Botelho
Quero felicitar o realizar João Botelho pelo filme que criou.
Acho que nunca vi um registo em cinema tão belo, e considero mesmo que é aquilo que se pode chamar uma Obra de Arte. (eu não emito facilmente elogios)
Raramente vejo um filme ou leio um livro mais do que uma vez, excepto os livros de poesia.
Neste caso precisarei de ver este filme, outras vezes, pois viajei em pequenas/grandes distracções provocadas pela fotografia excepcional e perdi a ligação ao conteúdo.
Cada ângulo de filmagem, a cor, a composição foram estudados ao detalhe, nada surge ao acaso. Já conhecia as sobreposições de imagens relacionadas com as filmagens da baixa de Lisboa, e apesar de haver um desfasamento de escalas que se torna visível pelo tamanho das janelas, nada disso mancha a intenção. Dei comigo a pensar que todas as imagens se podiam converter em excelentes fotografias. Reparei na preocupação em evitar que as linhas fortes dos planos coincidissem com o paralelismo dos limites das fotografias, o que implica uma grande sensibilidade artística e uma grande sintonia entre o realizador e o técnico que filma, e aí é que se faz a diferença entre um excelente e um razoável registo. Depois a presença frequente de um elemento de cor vermelha a fazer o contraste com os cenários melados e de luz coada que são frequentes, torna as imagens apelativas e de muito bom gosto. Recordo a porta do vidro vermelho, as bandeiras vermelhas, o corrimão do café/restaurante, as cadeiras da igreja de S. Domingos, os lábios Catarina Wallenstein, a caneta vermelha e as riscas vermelhas dos envelopes pousados sobre a mesa de trabalho …. E outros que já não recordo. Belíssimo! Outro pormenor a cor do vestido de Rita Blanco naquele cenário dos anos 50 com uma arquitectura de interiores à anos 50, onde é muito visível um corrimão vermelho, e as cadeiras azuis,… o vestido da Rita tinha que forçosamente ser a cor primária que falta naquele cenário, o AMARELO.
Claro que já não falo do desempenho do actor Claudio Silva que é extraordinário como é demasiado evidente. Um filme para ver e rever, uma obra de arte!


16 janeiro, 2011

GALCONDA, René Magritte


Galconda, 1953 (autor: René Magritte)
Galconda, cidade indiana que conheceu o esplendor e a miséria. Certamente Magritte não pensou nesta cidade ao criar esta composição, visto que este nome foi atribuído por Louis Scutenaire.
Nesta pintura há um padrão de homens suspensos no a; uns dizem que se elevam, outros que descem, como uma chuva humana que ocupa diversos planos na composição. O homem é sempre o mesmo desenhado em 3 posições estáticas e serenas,em perfeita levitação, com o mesmo tipo de vestuário, roupas escuras, gabardina e chapéu de coco, formando assim um verdadeiro padrão geométrico baseado num ritmo semelhante à fenestração do edifício localizado ao fundo. Este padrão humano é um padrão de homens anónimos, iguais, amorfos e sem personalidade própria.
Será?
Magritte viveu a cultura burguesa que representa e critíca na sua pintura, tornando-a inquetante e gerando pontos de partida para o questionamento sobre nós mesmos: a solidão vivida no meio da multidão.
Esta é uma das obras mais emblemáticas de René Magritte, e após 50 anos ainda é reinterpretada por artistas nossos contemporâneos:
1 - O vídeo Across The Universe (2002)do músico Rufus Wainwright mostra Dakota Fanning rodeada de homens de chapéu de coco e gabardine estáticos no ar, numa semelhança inegável com "Golconde". Este músico faz na perfeição a ligação entre a obra dos The Beatles e o mundo surrealista de Magritte.
2 _Uma campanha publicitária para uma seguradora holandesa RVS, inspirada sem dúvida em Golconde.
Veja:






e também

15 janeiro, 2011

12 janeiro, 2011

FESTO AIR RAY

Festo Air Ray é um dirigível fabuloso. Vejam no filme a delicadeza daquele balão com forma de manta, que é em tudo semelhante ao movimento real dentro de água. Será possível passar do virtual para o real?




06 janeiro, 2011

Contertainer




Contertainer, edifício projectado pelos arquitectos dpavilion de Surabaya - Indonésia,
é um amálgama de duas palavras: recipiente e entertainer. No seu aspecto exterior identifica-se de imediato contentores de várias cores, combinando-se entre si de forma escultórica capaz de atrair o observador.


Localização: Batu, Oriente Jawa, na Indonésia.
Função: policlínica e biblioteca, onde ordinária
Utilização: Gratuíta
Ano de construção: 2008

Esta peça de arquitectura desperta a reflexão sobre a distinção cada vez mais acentuada entre ricos e pobres no sistema da economia global, onde a arquitectura liga a parte social, económica e cultural e lhe dá expressão, goste-se ou não.
.

Pedro Burgos

in JA

02 janeiro, 2011

ARCHITECT

ABSOLUTAMENTE CORRECTO

22 novembro, 2010

Leadenhall Street




Desde que o trabalho começou no verão passado, a demolição do edifício localizado no número 122, Leadenhall Street tornou-se um verdadeiro espectáculo para os londrinos. A razão é que
os 15 andares da torre estão a ser demolidos de baixo para cima.

18 novembro, 2010

13 outubro, 2010

No problem!

No Japão é assim. Quando um edifício nasce em sitio errado resolve-se o problema fácil, fácil.

Criança prevenida



Ainda a propósito de entupimentos, estes, entupimentos previsíveis e respectivas inundações, resultantes das primeiras chuvas de Outono, ouvia eu dizer uma mãe para o filho pequeno:

- Zézinho está na hora de ires para a escola. Não te esqueças das braçadeiras!

08 outubro, 2010

Humor - arquitectos

Restaurante ToriTori


Un Arquitecto no es un crítico, es que los errores de la gente son muy evidentes.


Pequenos grandes problemas



ehehehe

01 outubro, 2010

Jordi Badia - valorização do vazio








-Después de años de una arquitectura basada en la forma, el icono y la imagen es una vía alternativa que piensa en la gente. Lo más importante no es el edificio en sí, sino el espacio que este crea y por lo tanto el vacío. Vacío que puede tener forma de patios interiores, plazas, calles... Los edificios tienen que ser una excusa para modular, generar y construir espacio urbano. Al final, lo importante no es lo que se construye sino lo que no se construye.

23 setembro, 2010

As inteligências


O psicólogo Howard Gardner da Universidade de Harward, nos Estados Unidos, propõe “uma visão pluralista da mente” ampliando o conceito de inteligência única para o de um feixe de capacidades. Para ele, a inteligência é a capacidade de resolver problemas ou elaborar produtos valorizados num ambiente cultural ou comunitário. Assim, ele propõe uma nova visão da inteligência, dividindo-a em 7 competências diferentes que se interpenetram, pois sempre que resolvemos um problema utilizamos mais do que uma capacidade..

Embora existam predominâncias, as inteligências se integram:

Inteligência Verbal ou Lingüística: habilidade para lidar criativamente com as palavras na linguagem escrita e falada, implicando compreensão e capacidade de expressão..
Inteligência Lógico-Matemática: capacidade para solucionar problemas envolvendo números e demais elementos matemáticos; habilidades para o raciocínio dedutivo.
Inteligência Cinestésica Corporal: capacidade de usar o próprio corpo de maneiras diferentes e hábeis.
Inteligência Espacial: noção de espaço e direcção, capacidade para visualizar e interpretar imagens mesmo que estas não sejam concretas/visíveis.
Inteligência Musical: capacidade de organizar sons de maneira criativa.
Inteligência Interpessoal: habilidade de compreender os outros; a maneira de como aceitar e conviver com o outro. Capacidade em saber como tirar de cada um o que precisa - característica dos líderes.
Inteligência Intrapessoal: capacidade de relacionamento consigo mesmo, autoconhecimento. Habilidade de administrar os seus sentimentos e emoções a favor dos seus projectos. É a inteligência da auto-estima.

Segundo Gardner, todos nascem com o potencial das várias inteligências. A partir das relações com o ambiente, aspectos culturais, algumas são mais desenvolvidas ao passo que deixamos deperfeiçoar outras.
Nos anos 90, Daniel Goleman, também psicólogo da Universidade de Harward, afirma que ninguém tem menos que 9 inteligências. Além das 7 citadas por Gardner, Goleman acrescenta mais duas:

Inteligência Pictográfica: habilidade que a pessoa tem de transmitir uma mensagem pelo desenho que faz.
Inteligência Naturalista: capacidade de uma pessoa em sentir-se um componente natural.