11 abril, 2009

HELIX hotel







Aqui temos mais um concurso para um hotel 5 estrelas em Abu Dhabi no Médio Oriente.
O projecto recebe o nome do seu escalonamento de pisos com organização em espiral.
O hotel inclui 206 quartos e suites. No seu interior, o chão em volta de um grande vazio, resulta em algo parecido com o Guggenheim de Wright.

10 abril, 2009

GROTOX

Grotox - Dançando com a Diferença Casa da Música no Porto

Este grupo é composto por pessoas com e sem deficiências físicas e mentais que conciliam em palco: música, dança e vídeo.

"Grotox" é um caso sério de inclusão que brinca com os estereótipos da sociedade, como nos conta a jornalista Alexandra Madeira.


FOI ONTEM

09 abril, 2009

Dorobanti Tower




Dorobanti Tower foi proposta para se juntar à mistura eclética da arquitectura de Bucareste.
Será uma torre com 200 m de altura, 80m mais do que o actual edificio mais alto da cidade, e foi projectada pela famosa arquitecta Zaha Hadid.
O hotel de 5 estrelas (34000 m²) e apartamentos (35000 m²), foi concebido para criar uma presença emblemática no coração da cidade.
A sua conclusão está prevista para 2013.

07 abril, 2009

C'era un Ragazzo che come me amava i Beatles i Rolling Stones






C'era un ragazzoche come me amava i Beatlese i Rolling Stones,girava il mondo, veniva dagli Stati Uniti d'America.Non era belloma accanto a séaveva mille donne secantava «Help» e «Ticket to ride»o «Lady Jane» o «Yesterday».Cantava «Viva la libertà»ma ricevette una lettera,la sua chitarra mi regalòfu richiamato in America.Stop! coi Rolling Stones!Stop! coi Beatles. Stop!M' han detto va nel Vietname spara ai Vietcong...ta ta ta ta ta ta ta ta ta tata ta ta ta ta ta ta ta ta tata ta ta ta ta ta ta ta ta tata ta ta ta ta ta ta ta taC'era un ragazzoche come me amava i Beatlese i Rolling Stones,girava il mondo, ma poi finìa far la guerra nel Vietnam.Capelli lunghi non porta più,non suona la chitarra mauno strumento che sempre dàla stessa notaratatata.Non ha più amici, non ha più fans,vede la gente cadere giù,nel suo paese non torneràadesso è morto nel Vietnam.Stop! coi Rolling Stones!Stop! coi Beatles. Stop!Nel petto un cuore più non hama due medaglie o tre...ta ta ta ta ta ta ta ta ta tata ta ta ta ta ta ta ta ta tata ta ta ta ta ta ta ta ta tata ta ta ta ta ta ta ta ta........


Gianni Morandi

06 abril, 2009

Leitura através da net

É só clicar no título para ler ou imprimir.
A Divina Comédia -Dante Alighieri
A Comédia dos Erros -William Shakespeare
Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
Cancioneiro -Fernando Pessoa
Romeu e Julieta -William Shakespeare
A Cartomante -Machado de Assis
Mensagem -Fernando Pessoa
A Carteira -Machado de Assis
A Megera Domada -William Shakespeare
A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
A Carta -Pero Vaz de Caminha
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
Macbeth -William Shakespeare
Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
A Tempestade -William Shakespeare
O pastor amoroso -Fernando Pessoa
A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
O Mercador de Veneza -William Shakespeare
A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Arte Poética -Aristóteles
Conto de Inverno -William Shakespeare
Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
A Metamorfose -Franz Kafka
A Cartomante -Machado de Assis
Rei Lear -William Shakespeare
A Causa Secreta -Machado de Assis
Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
Júlio César -William Shakespeare
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
Cancioneiro -Fernando Pessoa
Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
A Ela -Machado de Assis
O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
Dom Casmurro -Machado de Assis
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
Adão e Eva -Machado de Assis
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
A Chinela Turca -Machado de Assis
As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
Poemas Selecionados -Florbela Espanca
As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
Iracema -José de Alencar
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Ricardo III -William Shakespeare
O Alienista -Machado de Assis
Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
A Carteira -Machado de Assis
Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
Senhora -José de Alencar
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
Sonetos -Luís Vaz de Camões
Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
Iracema -José de Alencar
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
O Guarani -José de Alencar
A Mulher de Preto -Machado de Assis
A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
A Pianista -Machado de Assis
Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
A Herança -Machado de Assis
A chave -Machado de Assis
Eu -Augusto dos Anjos
As Primaveras -Casimiro de Abreu
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
Quincas Borba -Machado de Assis
A Segunda Vida -Machado de Assis
Os Sertões -Euclides da Cunha
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
O Alienista -Machado de Assis
Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
Medida Por Medida -William Shakespeare
Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
A Alma do Lázaro -José de Alencar
A Vida Eterna -Machado de Assis
A Causa Secreta -Machado de Assis
14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
Divina Comedia -Dante Alighieri
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
Coriolano -William Shakespeare
Astúcias de Marido -Machado de Assis
Senhora -José de Alencar
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
A 'Não-me-toques'! -Artur Azevedo
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
Obras Seletas -Rui Barbosa
A Mão e a Luva -Machado de Assis
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
Aurora sem Dia -Machado de Assis
Édipo-Rei -Sófocles
O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
Pai Contra Mãe -Machado de Assis
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
Tito Andrônico -William Shakespeare
Adão e Eva -Machado de Assis
Os Sertões -Euclides da Cunha
Esaú e Jacó -Machado de Assis
Don Quixote -Miguel de Cervantes
Camões -Joaquim Nabuco
Antes que Cases -Machado de Assis
A melhor das noivas -Machado de Assis
Livro de Mágoas -Florbela Espanca
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
Helena -Machado de Assis
Contos -José Maria Eça de Queirós
A Sereníssima República -Machado de Assis
Iliada -Homero
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa
Anedota Pecuniária -Machado de Assis
A Carne -Júlio Ribeiro
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
Don Quijote -Miguel de Cervantes
A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
A Semana -Machado de Assis
A viúva Sobral -Machado de Assis
A Princesa de Babilônia -Voltaire
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
Papéis Avulsos -Machado de Assis
Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
Cartas D'Amor -José Maria Eça de Queirós
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
Almas Agradecidas -Machado de Assis
Cartas D'Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
Contos Fluminenses -Machado de Assis
Odisséia -Homero
Quincas Borba -Machado de Assis
A Mulher de Preto -Machado de Assis
Balas de Estalo -Machado de Assis
A Senhora do Galvão -Machado de Assis
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
Cinco Minutos -José de Alencar
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
Lucíola -José de Alencar
A Parasita Azul -Machado de Assis
A Viuvinha -José de Alencar
Utopia -Thomas Morus
Missa do Galo -Machado de Assis
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
Hamlet -William Shakespeare
A Ama-Seca -Artur Azevedo
O Espelho -Machado de Assis
Helena -Machado de Assis
As Academias de Sião -Machado de Assis
A Carne -Júlio Ribeiro
A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
Antes da Missa -Machado de Assis
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
A Carta -Pero Vaz de Caminha
LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
A mulher Pálida -Machado de Assis
Americanas -Machado de Assis
Cândido -Voltaire
Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
El Arte de la Guerra -Sun Tzu
Conto de Escola -Machado de Assis
Redondilhas -Luís Vaz de Camões
Iluminuras -Arthur Rimbaud
Schopenhauer -Thomas Mann
Carolina -Casimiro de Abreu
A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
Memorial de Aires -Machado de Assis
Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
A última receita -Machado de Assis
7 Canções -Salomão Rovedo
Antologia -Antero de Quental
O Alienista -Machado de Assis
Outras Poesias -Augusto dos Anjos
Alma Inquieta -Olavo Bilac
A Dança dos Ossos -Bernardo Guimarães
A Semana -Machado de Assis
Diário Íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto
A Casadinha de Fresco -Artur Azevedo
Esaú e Jacó -Machado de Assis
Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões
História da Literatura Brasileira -José Veríssimo Dias de Matos
A mágoa do Infeliz Cosme -Machado de Assis
Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos
Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto
Farsa de Inês Pereira -Gil Vicente
A Condessa Vésper -Aluísio de Azevedo
Confissões de uma Viúva -Machado de Assis
As Bodas de Luís Duarte -Machado de Assis
O LIVRO D'ELE -Florbela Espanca
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
Lira dos Vinte Anos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães
Kamasutra -Mallanâga Vâtsyâyana
Triste Fim de Policarpo Quaresma

22 março, 2009

Ana Paula e Rania



Aborreceram-me com o que eu escrevi sobre a Sra Cavaco?...".porque isto e por aquilo e porque a senhora é simpática, e porque acompanhou a jordana ao museu dos coches e a angolana ao museu da presidência, blá, blá, blá....

Sorte da jordana!
Pobre da Ana Paula dos Santos, que mal chegou, levou com o Museu da Presidência, coitada. Teve que disfarçar o tédio que certamente sentiu, entre medalhas, condecorações, bustos e retratos dos presidentes, que para ela não dizem absolutamente coisa nenhuma.

Admitamos, aquilo é uma verdadeira seca!
Museu da Presidência!!!!! Não lembra ao diabo! Não haveria em Lisboa nada mais interessante para visitar?

A Rainha Rania ainda pode apreciar coches lindíssimos e únicos no mundo, onde o cheiro a mofo e o vôo das traças são disfarçadas pelos exemplares dignos de uma verdadeira Cinderela.

Admiram-se por eu escrever sobre estes eventos sociais???
Esperem que ainda irão levar brevemente com outra pérola, digna de registo.

21 março, 2009

Pus os óculos


O presidente Cavaco ofereceu um banquete ao Presidente Eduardo dos Santos no Palácio da Ajuda em Lisboa…. Lia eu numa revista enquanto se ocupavam do meu cabelo entre o fucsia e violeta,…….
Olhei as fotos e fiquei horrorizada.
Pensei que estava a olhar para um canapé decorado por Laura Ashley, no seu pior, há meia dúzia de anos atrás, entre as fourniture, os baldaquinos, e as riscas pretas a separar metros e metros de prateado cetim a pedir meças aos uniformes da guarda papal.
Pus os óculos.
A minha boca abriu-se não contendo tanto espanto, pela concentração de tanto mau gosto em tão reduzida superfície.
Eu que não sou muito dada à aparência e futilidades, qualquer calça de ganga me serve, e sei o que conta é que a D. Cavaca até é uma mulher medianamente inteligente e culta…. Mas quando se acompanha o Presidente da Republica ficaria bem um consultor de imagem, que a ponha mais bonita do que realmente é e não o contrário.
Para estragar não é preciso ninguém.
Quem é o anormal do estilista da D. Cavaca?
Já tinha reparado em outras situações, que as coisas não corriam bem nesse aspecto: roupas que acentuam a anca da senhora, padrões proibidos para silhuetas menos favorecidas, ….andrajos e panos tipo espanador do pó verde alface, como ela posou ao lado de Rania da Jordânia….mas transformá-la em canapé de casa animada ao fim da noite, é demais.
Posou ao lado do casal Eduardo do Santos, em que a primeira dama angolana primava pelo bom gosto, um vestido lindíssimo, requintado, com um design fabuloso, belo e discreto e que ainda contrastava mais com o mau gosto da dama portuguesa.
Por favor Maria Cavaco arranje um espelho, e um bom estilista. Se já tem, mude. Mude rapidamente porque imagine a vaia que teria se entrasse na sua faculdade vestida de canapé?!.
Não,em vez de um arranje 2 espelhos ou 3, para se ver de lado e por trás. È que nem tudo o que é feio visto de frente, se mantém feio visto de lado…. Ás vezes o feio torna-se abominável.
Neste momento é preferível apostar num bom estilista do que num Dias Loureiro.
Ai, ai, ai!

20 março, 2009

AN DÚLRA




Comprei por 10€ 2 horas de intenso prazer musical e visual.

http://www.andulra.com/

16 março, 2009

Hafsteinn e os aneis vegetais



Adoro anéis.
Sou alérgica aos metais e opto por materiais alternativos.
Tenho uma pequena colecção!
Gosto de aneis originais e que me surpreendam.

O designer Hafsteinn Juliusson é da Islândia, e criou uma coleção de jóias que brotam!
Uma combinação originalissima entre a Joalheria e a botânica.
São anéis com uma base metáliva, platina talvez, que suportam um verdadeiro líquen islandês. Para cuidar da desta jóia-jardim, vé necessário regá-la, podá-la e falar com ela.

14 março, 2009

09 março, 2009

Tratamento da roupa

Varandas localizadas lá par os lados da CHINA. Impressionante, não? O local para tratamento da roupa frequentemente esquecido como exigência mínima.
Foto: Stringer/Reuters

06 março, 2009

hoje me deu saudade

Nano Lopez







Nano Lopez é um escultor Colombiano, conhecido por ter uma capacidade enorme de fazer esculturas em bronze em tamanho real e muito bem acabadas. Vale lembrar que a escultura em bronze é uma das mais difíceis e demoradas do gênero. As suas esculturas são cheias de pormenores e detalhes, usando cores e texturas, que surpreendem o nosso olhar.

No seu processo criativo, Nano integra texturas orgânicas e sintéticas, dos objetos feitos em bronze para criar as suas peças de arte que reflectem a mesma profundidade e riqueza, que ele ele vê no mundo em torno dele.

Embora colorida e caprichosa, o trabalho do Nano, faz lembrar sobretudo uma evocação às brincadeiras de criança e a sua origem columbiana.

01 março, 2009

Tête au carrée


Tête au carrée

A cabeça quadrada, é uma escultura gigantesca que rapidamente se converteu no símbolo da cidade de Nice. Foi concebida pelo escultor Sacha Sosn ,tem 28 metros de altura e está integrada na Biblioteca Municipal de Nice ou bibliotheque Nucera Louis.
Este edifício foi projectado pelos arquitectos Yves Bayard et Francis Chapus. Bayard tem no seu currículo diversos ensaios de esculturas habitadas. O projecto desta biblioteca foi uma trabalho de parceria e cumplicidade com escultor Sosn.
O projecto evidencia-se principalmente pelo gigante cubo na cabeça, inspirado pelo Sosno, que fica na esquina da Barla e Saint Jean Baptiste: foi a primeira escultura habitada por 40 pessoas, uma espécie de cérebro para o pessoal administrativo da Biblioteca Municipal, com três pisos no pescoço e quatro no cubo.
Depois de uma longa investigação sobre os materiais (é claro que era impossível a concepção janelas na cabeça, estudou-se vidro, plástico, pulverizadas em betão), finalmente optou por um revestimento de alumínio perfurado para que a partir de fora, não se possa ver para dentro, mas que inversamente isso fosse possivel, ou seja ver de dentro para fora.

A base não é esculpida em bronze (muito caro), é também em alumínio.
Quanto à parte publica da biblioteca fica enterrada no âmbito do actual Promenade des Arts.
A inauguração teve lugar em 2002.

28 fevereiro, 2009

22 fevereiro, 2009

3 DIAS GIGANTES

3 dias gigantes, ou melhor duas noites gigantes e uma manhã igualmente.
MÍMICA
MAMÃS
HUMOR
GARGALHADAS



MANCHURIA
DANÇA
IMPERADOR
BAILARINOS


CIGARRONS
GALICIA
SÁTIRA

CHARANGAS


JOELHO DE PORCO ESGOTADO!


VOU DORMIR, QUE DIVERTIR CANSA!

21 fevereiro, 2009

Manifesto futurista

Enviaram-me e tomei a liberdade de publicar:

Fez ontem 100 anos.


1. Nous voulons chanter l'amour du danger, l'habitude de l'énergie et de la témérité.
2. Les éléments essentiels de notre poésie seront le courage, l'audace, et la révolte.
3. La littérature ayant jusqu'ici magnifié l'immobilité pensive, l'extase et le sommeil, nous voulons exalter le mouvement agressif, l'insomnie fiévreuse, le pas gymnastique, le saut périlleux, la gifle et le coup de poing.
4. Nous déclarons que la splendeur du monde s'est enrichie d'une beauté nouvelle: la beauté dela vitesse. Une automobile de course avec son coffre orné de gros tuyaux tels des serpents à l'haleine explosive... une automobile rugissante, qui a l'air de courir sur de la mitraille, est plus belle que la Victoire de Samothrace.
5. Nous voulons chanter l'homme qui tient le volant dont la tige idéale traverse la terre, lancée elle-même sur le circuit de son orbite... C'est en Italie que nous lançons ce manifeste de violence culbutante et incendiaire, par lequel nous fondons aujourd'hui le Futurisme parce que nous voulons délivrer l'Italie de sa gangrène d'archéologues, de cicérones et d'antiquaires...
6. Il faut que le poète se prodigue avec ardeur, faste et splendeur pour augmenter la ferveur enthousiaste des éléments primordiaux.
7. Il n'y a plus de beauté que dans la lutte. Aucune œuvre d'art sans caractère agressif ne peut être considérée comme un chef-d'œuvre. La poésie doit être conçue comme un assaut violent contre les forces inconnues pour les réduire à se prosterner devant l'homme.
8. Nous sommes sur le promontoire extrême des siècles! ... Pourquoi devrions-nous nous protéger si nous voulons enfoncer les portes mystérieuses de l'Impossible ? Le Temps et l'Espace moururent hier. Nous vivons déjà dans l'absolu puisque nous avons déjà créé l'éternelle vitesse omniprésente.
9. Nous voulons glorifier la guerre - seule hygiène du monde -, le militarisme, le patriotisme, le geste destructeur des anarchistes, les belles idées pour lesquelles on meurt et le mépris de la femme.
10. Nous voulons détruire les musées, les bibliothèques, les académies de toute sorte et combattre le moralisme, le féminisme et toutes les autres lâchetés opportunistes et utilitaires.
11. Nous chanterons les foules agitées par le travail, par le plaisir ou par l'émeute : nous chanterons les marées multicolores et polyphoniques des révolutions dans les capitales modernes ; nous chanterons la ferveur nocturne vibrante des arsenaux et des chantiers incendiés par de violentes lunes électriques, les gares goulues dévorant des serpents qui fument, les usines suspendues aux nuages par des fils tordus de fumée, les ponts pareils à des gymnastes qui enjambent les fleuves étincelant au soleil comme des couteaux scintillants, les paquebots aventureux qui flairent l'horizon, les locomotives à la poitrine large qui piaffent sur les rails comme d'énormes chevaux d'acier bridés de tubes et le vol glissant des avions dont l'hélice claque au vent comme un drapeau et semble applaudir comme une foule enthousiaste.
F. T. Marinetti


(Publicado no Le Figaro de 20 de Fevereiro de 1009)
Abraço,


O futurismo foi um movimento fundado pelo poeta italiano Fillippo Tomasso Marinetti, que redigiu um manifesto e tentou espalhá-lo em 1909.
MARINETTI (Filippo Tommaso), escritor italiano (Alexandria, 1876 - Bellagio, 1944), iniciador do movimento futurista, cujo manifesto publicou no jornal parisiense Le Figaro (20 de fevereiro de 1909).
Nesse manifesto, já proclamava o fim da arte
passada e a ode à arte do futuro (futurismo, daí o nome do movimento).

X Lounger



Linhas que se cruzam, que se emaranham, dando origem a um espaço para sentar denominado poltrona X Lounger, desenhada pelo designer Timothy Schreiber.
Parece um ninho e é ideal para quem aprecia as formas orgânicas para relaxar.
Macia e ao mesmo tempo resistente, essa poltrona tem um design contemporaneo.
Redondona, mas belíssima.




17 fevereiro, 2009

Prateleira invisivel


Para quem não aprecia estantes, pois detesta ver prateleiras umas sobre as outras, porque detesta ver a madeira sobrante, aqui está uma optima solução. Uma prateleira invisivel que pode ficar em qualquer ponto da parede. Um livro que na verdade é uma prateleira para apoiar os livros.
A ilusão é garantida, mas não me perguntem qual é o livro escolhido para o mimetismo!

15 fevereiro, 2009

Rachel MCK

Joalheria contemporânea

14 fevereiro, 2009

Pensar as novas cidades - esboço 1




As novas cidades resultam geralmente de uma vontade politica e constroem-se rapidamente, em zonas pouco habitadas ou mesmo isoladas geográficamente.As novas cidades surgem normalmente, após uma guerra, após uma situação de grande catástrofe, como consequência lógica da expansão das cidades, por sobrelotação dos aglomerados existentes ou para descentralização de um território.Sempre que isso acontece, os projectos são antecipados por um grande espaço de reflexão sobre o que será a cidade ideal num dado momento.
Todos pretendem uma cidade bem planeada, em que o desenho urbano e as opções implícitas, tenham como consequência a resolução de todos os problemas próprios das urbes, e de todos os problemas sociais residentes nas cidades antigas que lhes são mais próximas, ou até de um país.O idealismo e as utopias são as primeiras a ganhar vez na cabeça do arquitecto/urbanista. Se as pré-existencias são pouco fortes, nascem de imediato esquemas reticulares, radiocentricos e até paralelos, com objectivo de organizar o espaço, dando respostas às grandes questões do território e do planeamento.
Havendo falta de referências, inventam-se.
A arquitectura das cidades têm de nascer de algo. Ninguém gosta de ser filho de uma chocadeira electrica! Todos gostam de exibir BI com código genético e passado pré-obstetra que sustente ou justifique as opções.
Esboçam-se traçados, e por vezes fazem-se corresponder de uma forma mais ou menos ingénua, ou mais ou menos consciente, a algo simbólico que possa dar origem à tal história do nascimento.
Veja-se Brasília:
Lúcio Costa inventou a cruz que assinalou o sitio no mapa do Planalto Central do Brasil, e que posteriormente passou a corpo e asas de um avião, expondo um lado mais afectuoso de uma das grandes metras estratégicas do presidente Juscelino Kubitschek.
Os cidadãos gostam de uma boa história que dê suporte a tudo, e justifique o traçado da grafite sobre o papel, actualmente, o grafismo electrónico.
"Porque foi assim e não de outra maneira".
Daí a umas décadas toda essa encenação perdeu sentido, mas a história faz história e permanece, e o sonho do seu autor será recriado permanentemente, quiçá idolatrado.A primeira necessidade que surge é a organização.O arquitecto procura ansiosamente uma malha organizadora que seja capaz de por de acordo diversos parâmetros:
morfológicos, sociais, ideológicos, éticos, religiosos, ambientais, etc, etc……. são tantos!
São todos!
(continuo um dia destes)



Brinco reciclado


10 fevereiro, 2009

09 fevereiro, 2009

Está bem... façamos de conta

Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos.
Mário Crespo

07 fevereiro, 2009

Das 8,00 às 18,30



"O que é preciso é modificar os horários dos pais e não aumentar o tempo de permanência das crianças na escola. Se persistirmos neste modelo, estaremos a criar uma geração de adolescentes como a do Paranoid Park, do Gus Van Sant" afirma Daniel Sampaio.




"A escola não é feita para substituir a família", sustenta. Se persistirmos neste modelo, ou seja, na legitimação da ideia de que os pais não têm tempo para cuidar dos filhos, "estaremos a contribuir para que as crianças se transformem em adolescentes sem regras". Como os do filme de Gus Van Sant. "Não é um bom caminho", insiste, preconizando que os pais - "pelo menos um deles" - tem de poder chegar a casa mais cedo para estar com os filhos, "pelo menos até que estes tenham 15 anos".




Ora façam lá as contas:


Levantar as 6,45h


Fazer a higiene e chegar à escola - 8h


Saida da esocola - 18,30


Esperar o autocarro, trânsito, etc, chegada a casa - 20h


Jantar, se o jantar já estiver preparado -20,45h


Preparar a roupa, os materiais escolares para o dia seguinte - 21h


Escovar os dentes, vestir o pijama, deitar e adormecer - 21,15


Dormir das 21,15 às 6, 45, ou seja dormir 9 horas, o que é muito pouco para crianças até aos 10 anos de idade.... acho.


Mas afinal onde ficou o convivio com os pais e os irmãos? Serão os 45 m à volta da mesa entre sopas, açordas, cheiro a fritos e migalhas em cima da mesa?


É isto que os pais querem para os seus filhos?????


Não estará na hora de os pais se organizarem e lutarem por uma sociedade que reestruture os horários de trabalho dos adultos?????


Andamos aqui às voltas, às voltas apelando às escolas, domínios que não são da escola.


Estamos no mundo global, vejam como fazem os outros um pouco mais a norte, e não peçam coisas sem sentido!


Estou farta me chamem de mãe na sala de aula!


Filhos, só tenho um e tento passar com ele todo o tempo possivel, no mínimo 5 horas por dia. Foi para isso que o tive!


Tive que fazer opções para que isso fosse possivel.

Dizem-me que o convivio fica para o fima de semana!
Qual fim de semana?
No fim de semana, em que mães e pais trabalham no centro comercial ou no hipermercado?
Ou será no fim de semana em que os pais estão em casa, com um sentimento de culpa gigantesco, perfeitamente incapazes de dizer um não aos filhos, e onde o convivio se transforma num caldo de permissividade, onde vale tudo, porque coitadinhos, bem basta durante a semana que nunca estão com eles? Apresento-vos o carinho de fim de semana a transformar-se em deseducação.