
07 fevereiro, 2009
Das 8,00 às 18,30

06 fevereiro, 2009
Casa X






Casa (X), ORDOS 100 - Região Autónoma de Mongolia Interior, China Passo a descrever a arquitectura entendida como simbolismo:
A volumetria "( )" é implodida pela volumetria "X" que se expande a partir de dentro, criando um enorme vazio e vários terraços em níveis diferentes da qual se pode ver a paisagem circundante rio.
A volumetria "( )" é feita de tijolo preto, enquanto o "X" é feita de gesso branco e quartzo branco.
O branco é um pulmão, rcom raios de luz e ar dentro de casa para manter a pele preta saudável.
O preto absorve calor como pele e dá protecção e carinho ao pulmão.
Nome do projeto: (X) para ORDOS 100
Design: * multiplicidades
Project Team: Daniel Holguín, Issei Suma, Perla Pequeño, Joanna Parque Sohn, Christopher Chan, Nicole Rodríguez, Masayuki Sono
Engenheiros: OVE ARUP ny Consultores: Methus Srisuchart + Tatchapon Lertwirojkul, Jee Won Kim Architectm, ID engenheiros
03 fevereiro, 2009
Rectângulo de ouro, proporção aurea ou pequenas alucinações dos arquitectos
Para quem ainda não percebeu que algumas coisas não acontecem por acaso, mas que há uma organização que os pequenos arquitectos tentam copiar do Grande...exista Ele ou não.
A Walt Disney explorou o tema e fez este pequeno registo absolutamente necessário para adultos e crianças.
02 fevereiro, 2009
Museu Porsche




01 fevereiro, 2009
30 janeiro, 2009
23 janeiro, 2009
22 janeiro, 2009
Os Lusíadas
(Aldous Huxley) que não sabia, que não tinha sido ele, e pôs-se a chorar. O pai diz-me que ele não costuma ser mentiroso. O comandante da G.N.R. quer chamá-lo e obrigá-lo a confessar. Que hei-de fazer a isto?
A experiência não é o que acontece a alguém, é o que alguém faz com o que lhe acontece.
(Aldous Huxley)
21 janeiro, 2009
Ensaio sobre a cegueira
Tinha apenas a referência de Fernando Meireles (arquitecto brasileiro) como realizador e a obra escrita e lida de José Saramago.
Quando me sentei na sala pensei que iria assistir a uma brasileirada.
Engano meu.
Deparei-me com um filme de ficção de alto nível.
O filme é um registo denso, forte, profundo, violento, intenso e com uma coordenação excepcional entre imagem, som e intenção.Por duas vezes que saltei na cadeira devido a dois imprevistos. Não há tempos mortos.
O registo é muito fiel ao livre, só encontrei um pequeno pormenor que foi inventado.
Para quem já leu o livro, o filme será excepcional, e talvez não fosse possível faze-lo de outra forma. Para quem não leu, estará mais aberto a algumas dúvidas.
É um filme que mexe connosco, pois não conseguimos ficar indiferentes e acabamos por participar no sofrimento descrito daqueles seres humanos.
È impossível não ficarmos a reflectir sobre a condição humana e como todos nós possuímos uma grande fragilidade que perante uma falha, rapidamente nos leva à desorganização, e desestruturação, mas onde se mistura o egoísmo e oportunismo, com a solidariedade e a coragem.
Não percam!
20 janeiro, 2009
19 janeiro, 2009
O que será preciso mais?
Enquanto o ME for dirigido por personagens com o estatuto e o perfil de pessoas com MLR, VL e JP não há possibilidade de entendimento entre professores e Governo.
18 janeiro, 2009
17 janeiro, 2009
Quase um poema de amor
Há muito tempo já que não escrevo um poema
De amor.
E é o que eu sei fazer com mais delicadeza!
A nossa natureza
Lusitana
Tem essa humana
Graça
Feiticeira
De tornar de cristal
A mais sentimental
E baça
Bebedeira.
Mas ou seja que vou envelhecendo
E ninguém me deseje apaixonado,
Ou que a antiga paixão
Me mantenha calado
O coração
Num íntimo pudor,
--- Há muito tempo já que não escrevo um poema
De amor
Miguel Torga
Uma questão de honestidade intelectual e não só
Sempre aderi à luta de uma classe profissional e a outras lutas menos profissionais.
Aderi por concordância, aderi sempre que o objectivo da luta me dizia directamente respeito, aderi para fazer vingar e honrar os meus valores. Aderi por compreender muito cedo, que são as pequenas lutas que dão origem a pequenas conquistas, e uma estrutura feita de sucessivos equilíbrios entre os direitos e os deveres, reforça-se nessas pequenas conquistas, que no final têm a virtude de se converter num todo dialéctico mais abrangente e mais significativo do que uma vulgar soma.
Aderi também a lutas que não me diziam directamente respeito, mas tenho a incapacidade de me amorfizar às situações.
Sempre respeitei as opiniões que divergem da minha, obedecendo ao principio da liberdade, mas nunca entendi aqueles que cruzam os braços e assobiam para o lado.
guimento, não tem qualquer consequência, no usufruto das vitórias conquistadas pelos outros. Nunca fui tentada a repetir esta matriz; por muito que me incomode ou me revolte, renova-me o espírito, refresca-me a consciência e abre-me caminhos que me orgulho de percorrer.
16 janeiro, 2009
Emma Hack












A artista corporal Emma Hack é mundialmente famosa pelos seus trabalhos que são requisitados por diversas empresas multinacionais para as suas campanhas publicitárias. E Emma diverte-se imensamente com o que faz.
Entre os seus trabalhos contam-se calendários, desfiles de moda, anúncios e publicidade editorial ou espectáculos teatrais, com destaque para a caracterização dos artistas do famoso Cirque du Soleil, e muitas das pinturas que faz destinam-se também a trabalhos fotográficos.
A mais recente criação de Emma Hack chama-se Oriental Delights (vide pps) e consiste numa combinação de corpos nus pintados sobre fundos de papel de parede com diversos motivos e animais à mistura.




















