16 janeiro, 2009

Emma Hack













Emma Harck, é uma fotógrafa e ilustradora australiana que agora pinta fabulosamente os corpos.

Preocupa-se por vezes com a figura e com o fundo, imaginando uma interligação perfeita entre os dois, numa atitude mimética rigorosíssima.
A artista corporal Emma Hack é mundialmente famosa pelos seus trabalhos que são requisitados por diversas empresas multinacionais para as suas campanhas publicitárias. E Emma diverte-se imensamente com o que faz.
Entre os seus trabalhos contam-se calendários, desfiles de moda, anúncios e publicidade editorial ou espectáculos teatrais, com destaque para a caracterização dos artistas do famoso Cirque du Soleil, e muitas das pinturas que faz destinam-se também a trabalhos fotográficos.
A mais recente criação de Emma Hack chama-se Oriental Delights (vide pps) e consiste numa combinação de corpos nus pintados sobre fundos de papel de parede com diversos motivos e animais à mistura.

14 janeiro, 2009

Stephen Wiltshire

Wiltshire é considerado um dos 100 gênios autistas do mundo. O talento genial dos autistas já foi explorado no cinema com o filme Rain Man, de 1988, em que Dustin Hoffman faz o papel de um autista que é um gênio da matemática.
No caso de Wiltshire, no entanto, foi o talento como artista que o tornou conhecido. Ele começou a desenhar com apenas 5 anos de idade quando começou a estudar numa escola para crianças especiais.
Logo as professoras perceberam que o aluno se comunicava através dos desenhos nos quais representava animais, autocarros e automóveis e, finalmente, construções arquitectónicas.
Ele já desenhou diversas capitais pelo mundo todo, como Tokyo, Roma, Madrid entre outras.
em 2006.
Este génio reproduz as malhas urbanas em três dimensões, chega a desenhar pormenores dos edificios com o rigor que chega ao número de pisos e outros detalhes arquitectónicos, e ... espantem-se: o rigor na proporção.
O que é isto?
Isto refere-se à escala dos edificios.
Se sobrepusermos fotos de edificios através de uma transparência, vemos que as dimensões estão absolutamente proporcionadas.
Podemos ver diversos videos no You Tube, este que trouxe ao estirador, refere-se à cidade de Roma, sobrevoada uma unica vez e reproduzida durante 3 dias de trabalho.
Há seres humanos que me decepcionam, mas há outros que me surpreendem imenso.

12 janeiro, 2009

11 janeiro, 2009


PROVOCAÇÃO?

10 janeiro, 2009

A VÍRGULA


Sobre a Vírgula

Muito linteressante a campanha dos 100 anos da ABI (Associação Brasileira de Imprensa).

1. Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
Não, espere.
Não espere.

2. Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

3. Pode ser autoritária.
Aceito, obrigado.
Aceito obrigado.

4. Pode criar heróis.
Isso só, ele resolve.
Isso só ele resolve.

5. E vilões.
Esse, juiz, é corrupto.
Esse juiz é corrupto.

6. Ela pode ser a solução.
Vamos perder, nada foi resolvido.
Vamos perder nada, foi resolvido.

7. A vírgula muda uma opinião.
Não queremos saber.
Não, queremos saber.


Uma vírgula muda tudo.

ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.

Detalhes Adicionais

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.

- Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER.
- Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM.

De noite à janela


De noite
à janela
o manto branco
reflector
da luz urbana,
facilitou
o registo
fotográfico.

09 janeiro, 2009

Sou previlegiada

Hoje sinto-me previlegiada sentada no meu estirador.....

olho por uma janela e vejo isto:

olho através de outra e vejo isso:

olho por outra e vejo mais aquilo....

abro as janelas e vejo mais ainda do mesmo.

08 janeiro, 2009

06 janeiro, 2009

O LIVRO NEGRO DAS CORES



Brevemente em Português

05 janeiro, 2009

Estranho mundo dos afectos

Jardim da Casa de Mateus - autor Arra Catadoiro


Hoje estive a investigar sobre jardins.
Não me pensem dedicada a hobbies de aparar relva, catar piolho, estrumar tulipas…. desenhar com ancinhos e lápis de jardineiro, e muitos etcs que se apresentam semanalmente no LIDL, e fazem as delicias dos aficionados.
Naaaaa.
Descobri já há muitos anos que por mais que tente não tenho queda para isso.
Confesso que tentei.
Comprei luvas, banquinho, socas de borracha, carreta, vassoura de jardim, mangueiras, torniquetes, sementes, bolbos, fertilizantes de bolinhas azuis, e uma série de alfaias que ia descobrindo para que serviam….conforme as tentava utilizar.
Comprei promessas de galdíolos e tulipas de todas as cores, caules espinhosos que dariam rosas amarelas, sementinhas de cravos túnicos e amores perfeitos, e outros seres vegetais que combinavam com os meus conceitos estéticos, estampados em dezenas de saquinhos expostos no horto. Pratiquei sementeiras com régua e esquadro e fiz transplantes assépticos, de máscara e bisturi e até enxertos experimentei.
Descobri que as plantas germinam devagar, devagar. Muito devagar! Um devagar a perder de vista e não têm manual de instruções. Fartei-me de regar a terra…. na esperança de…. Talvez sejam tímidas, não sei. Sentei-me horas e horas a olhar para a terra, esperançosa em ver germinar algo de configuração clorofilina que me animasse a alma e me reforçasse o ânimo…. Demoraram dias e mais outros tantos a nascer, a sair para o outro lado da terra onde se encontra o ar, exactamente quando eu não estava presente. Nasceram onde eu menos esperava, desconfigurando a geometria que eu me tinha planeado para aquele pedaço de terra. Porém nasceram todas iguais, ou assim me parecia. Quando dei por mim protegia zelosamente algumas ervas daninhas que foram as primeiras a germinar, e insistia em exibi-las aos amigos, que se riam descaradamente na minha presença, manifestando uma enorme falta de respeito pela minha iniciação vegetalopaisagista.
Diziam-me que as plantas devem ser tratadas com carinho que devemos falar com elas… e as ervas daninhas devem ser arrancadas!
Não sabia nunca o que lhes dizer! Devia tratá-las por minhas queridas ou por caras amigas? Fiquei sempre inibida, pois nem sequer sabia a língua que elas falariam…. Japonês? Alemão? Holandês? Portanto à partida nasceu logo um problema de comunicação que deve ter dificultado os seu desenvolvimento genético e crescimento. Penso que apenas as ervas daninhas falariam português e entenderiam os diversos palavrões, que eu ia proferindo com tanta espera e tanta angústia, pois essas cresceram, ou por revolta, ou por simpatia, mas cresceram.
Sabe-se lá?!....

Mas hoje estive a investigar sobre jardins, os estilos artísticos, os conceitos e as formas que combinam com todas as restantes artes. Ainda consultei um livro raro que insiste em espreitar da minha modesta biblioteca “ Plaisirs dês jardins” de Jacqueline de Chimay editado em 1936.


Ah!!!! Tive um cacto ranhoso, meio esquecido num canto de uma marquise. Eu, de relações cortadas com ele, porque me picou, ele de relações cortadas comigo porque não queria mudar de lugar, e ao fim de 5 anos tinha cerca de 2m de altura.
Admiro quem entende estes meandros dos afectos.
A. Quelhas

Jardim da Casa de Mateus - autor Lelf

03 janeiro, 2009

02 janeiro, 2009

Não sei

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30 dezembro, 2008

MITAKA LOFT










MITAKA lofts

Dizem eles que:

"Estes edificios marcam uma nova página na história da condição humana construindo uma nova abordagem do espaço onde as pessoas vivem.
Eles permitem aos seus moradores que tomem consciência de todas as acções que realizam promovendo o autoconhecimento
Estes volumes arquitetônicos concebidos estrategicamente põem os seres humanos na pista de si mesmos, disponibilizando um conjunto de instruções de utilização.
O corpo do morador é colocado a prova a todo segundo com a finalidade de activar os sentidos e pensar nas condições físicas da vida; a arquitetura torna-se então ferramenta para aprender a não morrer. Os projectos são de pequenos edifícios, em média com 8 apartamentos, todos com a mesma estrutura interna: a cozinha ao centro com os dormitórios ao seu redor em níveis diferentes, paredes curvas e coloridas, caixilhos inclinados, pé direito muito baixo em alguns compartimentos e interruptores praticamente inacessíveis."

Autores:

Madeline Gins e Shusaku Arakama

Comentário: Que é insólito, é! Parece um puzzle que nunca foi possivel construir de forma organizada. Os jovens, como moradores, divertir-se-ão, os idosos abreviarão o seu final.

Que os autores arquitectos se divertiram a valer, não tenho dúvidas.


21 dezembro, 2008

19 dezembro, 2008

GOTAN PROJECT

Vamos ter amanhã no Campo Pequeno os Gotan Project, uma das bandas que revolucionaram o tango, reinventando-o no ciber tango através das sonoridades da musica electrónica.Quem gosta da forma musical binária e compasso de dois por quatro, quem gosta de Piazzola, também gosta desta musica alternativa. Não perca!