16 junho, 2008

Armanda Passos, pintora







































Biografia

Armanda Passos (Peso da Régua, 1944). Vive e trabalha no Porto. Faz o curso de Artes Plásticas da ESBAP. Entre 1977/1979 é monitora de Tecnologia de Gravura na Escola Superior de Belas Artes do Porto. É membro do grupo 'Série' Artistas Impressores. Expõe desde 1976. Está representada na Secretaria de Estado da Cultura do Porto; Centro de Arte Moderna; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Museu Amadeo de Souza-Cardoso, Amarante; entre outros.

Não sei se Armanda Passos desenha/pinta mulheres acompanhadas de passarocos, ou se pinta passarocos com a mulheres a acompanhar.
Normalmente a mulher gorda contraria os preconceitos estéticos sobe a mulher. Nem sempre se aprecia uma mulher gorda numa tela. Nos desenhos de armanda passos, aprende-se a gostar.
As suas figuras femininas desmedidas, possantes, com pés robustos que nascem da terra, são bizarras mas são belas, ternas e doces. Emanam a força do feminino, através de uma pujança frequentemente vigiada por um bicharoco, passaroco por vezes. Esta é a forma terna com que trato as representações de animais sempre presentes, pois estes também são desenhados de uma forma estilizada como o são as mulheres "armandinas" (classificação minha também).

Tenho sempre curiosidade em conhecer as suas novas mulheres. A produção de Armanda Passos é regular, penso que é uma mulher construtora, que não pára. As suas mulheres são todas da mesma família, tem todas o mesmo padrão genético, mas são todas diferentes e inconfundíveis. Gosto de todas.

notting else matters





GOSTAM????? pois.... estiveram no rock in rio!!!!!APOCALYPTICA

15 junho, 2008

Martinho da Vila





Apesar de não estar dentro das minhas preferências musicais, tem uma voz poderosa e não nego uma oportunidade de ver e ouvir ao vivo, Martinho da Vila.
É dificil ouvi-lo sentada, pois dá vontade de sair dançando samba. O auditório encheu e transbodou. A idade de Martinho já pesa, o recurso à cadeira e aos instrumentistas foram utilizados para poder descansar. A voz continua poderosa e doce.

14 junho, 2008

Dinamarca - escola


Experimente ir de Copenhaga a Estocolmo de comboio. Comprado o bilhete, dá consigo num comboio que só se diferencia dos nossos Alfa por ser menos luxuoso e dotado de menos serviços de apoio aos passageiros.

A viagem, através de florestas geladas e planícies brancas a perder de vista, demorou cerca de cinco horas.Não fora conhecer a realidade económica e social desses países, daria comigo a pensar que os nórdicos, emblemas únicos dos superavites orçamentais seriam mesmo uns tontos.

Se não os conhecesse bem perguntaria onde gastam eles os abundantes recursos resultantes da substantiva criação de riqueza.

A resposta está na excelência das suas escolas, na qualidade do seu Ensino Superior, nos seus museus e escolas de arte, nas creches e jardins-de-infância em cada esquina, nas políticas pró-activas de apoio à terceira idade.

Percebe-se bem porque não construíram estádios de futebol desnecessários, porque não constroem aeroportos em cima de pântanos, nem optam por ter comboios supersónicos que só agradam a meia dúzia de multinacionais.

O TGV é um transporte adaptado a países de dimensão continental, extensos, onde o comboio rápido é, numa perspectiva de tempo de viagem/custo por passageiro, competitivo com o transporte aéreo.

É por isso, para além da já referida pressão de certos grupos que fornecem essas tecnologias, que existe TGV em França ou Espanha (com pequenas extensões a países vizinhos).

É por razões de sensatez que não o encontramos na Noruega, na Suécia, na Holanda e em muitos outros países ricos.

Tirar 20 ou 30 minutos ao Lisboa-Porto à custa de um investimento de cerca de 7,5 mil milhões de euros não trará qualquer benefício à economia do País.

Para além de que, dado hoje ser um projecto praticamente não financiado pela União Europeia, ser um presente envenenado para várias gerações de portugueses que, com mais ou menos engenharia financeira, o vão ter de pagar.

Com 7,5 mil milhões de euros podem construir-se mil escolas Básicas e Secundárias de primeiríssimo mundo que substituam as mais de cinco mil obsoletas e subdimensionadas existentes (a 2,5 milhões de euros cada uma), mais mil creches inexistentes (a 1 milhão de euros cada uma), mais mil centros de dia para os nossos idosos (a 1 milhão de euros cada um).

Ainda sobrariam cerca de 3,5 mil milhões de euros para aplicar em muitas outras carências, como a urgente reabilitação de toda a degradada rede viária secundária.


saladosprofessores

13 junho, 2008

Relatório de uma ausência anunciada



Não necessáriamente nesta mesma ordem.


Gare do Oriente, Moonspell, Calatrava, Fundação Oriente, Tejo, Fundação Arpad-Szenes/Vieira da Silva, Rock in Rio, Le Corbusier, Escargots, teatro, metro, Estrela, gelado, calor, Le Modulor, Máscaras, docas, Marquês de Fronteira, Pátio Bagatela, Aqueduto, Pessoa, Rossio, joelho, Almada, Fernando e Glória, cirurgia, APOCALYPTICA, livros, cartola e bengala, rua da seda, jacarandás, estação, azulejos, esfera armilar, ....