12 novembro, 2008

11 novembro, 2008

Magalhâes o pc do Sócrates





"Pânico na 5 de Outubro
A história do mandato deste Governo está recheado de numerosas "gaffes" públicas de vários ministros, com destaque para os da Economia ("a crise acabou"), das Finanças ("o sistema bancário português não vai precisar de nenhuma intervenção financeira") ou das Obras Públicas (aeroporto na margem sul, jamais!...). Lurdes Rodrigues também quer subir ao podium do disparate político. As suas reacções ao 8 de Novembro são... do outro mundo! (ver comunicado da FENPROF de 9/11).Visivelmente transtornada, a docente do ISCTE deixou os portugueses que a viram na TV estupefactos com os fantasmas que a senhora foi desenterrar, só possíveis na imaginação de quem está em pânico.Aquela da "intimidação" e da "chantagem" provocadas por uma manifestação de mais de 120 000 cidadãos pacíficos não lembra nem ao diabo!... A sugestão aqui fica: para não atormentarem a senhora Ministra, os Sindicatos, cada vez que organizarem uma manifestação, terão que a dividir em duas etapas: 60 000 docentes manifestam-se ao sábado e os outros 60 000 ao domingo... /
in FENPROF"
Mas chantagem contra quem?
Os únicos que não foram à manif são:
1 - Professores cansados com o peso da idade e fartos de aturar a insassatez da Ministra.
2 - Profs com filhos pequenos que estão longe das familias.
3 - O s eternos comodistas que esperam que os outros façam por eles.
... e eu faço chantagem contra eles????? Mas eles também não querem esta avaliação!

O que queremos para os nossos filhos



se não abrir aceda a
http://www.overstream.net/view.php?oid=l6ssere6l3uj

10 novembro, 2008

MANIFESTAÇÃO 8 DE NOVEMBRO DE 2008



Numa década passamos da paixão à destruição da escola publica.
Um número crescente nas manifestações de rua não demovem Maria de Lurdes e Sócrates dos seus intentos: destruir a escola pública. Onde andarão os srs do PS do slogan da paixão pela educação? Estarão amordaçados aos seu Jobs? Porque não manifestam a sua opinião?
De facto não há soluções perfeitas, mas umas são mais capazes que outras. A sra ministra da educação contraria tudo o que se ensina nas escolas.
Em qualquer processo de aprendizagem a avaliação da acção pedagógica é essencial, para se irem corrigindo erros, trajectórias, abrindo caminhos para a optimização das soluções. Foi isto que me ensinaram quando me profissionalizei, e é isto que eu aplico e ensino, mas a nossa superior hierárquica teima em não aprender e muito menos aplicar.
Em Março, não chegaram 100 mil na rua, há dois dias não chegaram 120 mil. Ofereçam uma máquina de calcular à sra ministra, pois se quase todos os profs estão na rua, como é que a maioria está a fazer o processo de avaliação felizes e contentes?
Este processo não tem volta. Como não somos arruaceiros continuaremos serenos e bem comportados, iremos para a rua as vezes que sejam necessárias e o voto será a nossa arma definitiva.
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QuickPost

09 novembro, 2008

Sou professor e não voto PS

(clique para ampliar e copiar)

Manifestação de mais de 120.000 professores e educadores


MANIFESTAÇÃO DE 8 NOVEMBRO










Quem disse que estamos desmotivados? Quem disse que vamos desistir?








MANIFESTAÇÃO DE PROFESSORES E EDUCADORES DE 8 DE NOVEMBRO DE 2008

Dar a conhecer ao mundo a luta dos profs

QUEM DISSE QUE A MANIF NÃO RESULTOU?
NADA FICA IGUAL DESPOIS DE 12O.000 PROFS NA RUA!
NÃO DESANIMEM. ESTAMOS A DECIDIR SOBRE AS NOSSAS VIDAS PROFISSIONAIS PARA A PRÓXIMA DÉCADA.
VAI HAVER MUITAS SUGESTÕES PARA CONTINUAR A LUTA!
Abraço a todos!

05 novembro, 2008

CIDADE UNIVERSITÁRIA EM LISBOA

Quantos vamos ser??????


TEXTO DE JOSÉ MATIAS ALVES ( ex elemento da CCAP )Quinta-feira, Outubro 30, 20088 de Novembro Sempre pensei e escrevi e disse que este modelo de avaliação de desempenho era impossível. Sempre pensei e escrevi e disse que era desejável que este ano lectivo se seguisse a recomendação nº 2 do CCAP. Porque permitia às escolas e aos professores organizarem-se numa outra lógica de acção: mais sensata, mais económica, mais holística. Com, provavelmente, menos danos colaterais. Com menos falsificações. Com menos faz-de-conta. Não que se resolvesse o problema de fundo. Mas, a meu ver, atenuava-se e poderia permitir ambientes mais respiráveis até uma revisão obrigatória para o 2º ciclo avaliativo. Que vai ser inevitável.
Agora, um número indeterminado de escolas e de docentes vivem na asfixia. Na maldição do tempo. Na invenção de realidades. Na fuga. Na revolta mais ou menos latente. A raiar o esgotamento e a desmotivação. Não serão todas. Mas serão, provavelmente, a maioria.
E isto causa dilacerantes problemas éticos. Ameaças identitárias cujos impactos no ser e estar na profissão são muito difíceis de prever. Ninguém está a ganhar nestes ambientes. Todos estão a perder. Os alunos, as famílias, os professores, as escolas. Em última análise, o próprio Ministério. Obviamente.
Salvam-se apenas aquelas (suponho que poucas) escolas que tiveram a inteligência (e alguma ousadia) de colocar os alunos primeiro. De centrarem a acção e o tempo dos professores na tarefa de ensinar e de avaliar o resultado da sua acção profissional. De criarem dispositivos de securização.
Como professor que procura ler e compreender o que (não) se passa, não posso deixar de compreender as razões e os sentimentos que vão levar os professores e educadores a Lisboa no dia 8 de Novembro (no que à avaliação de desempenho diz respeito). E de desejar que um compromisso seja possível em nome do mais importante: as pessoas e as suas aprendizagens.

Carlos Seixas

02 novembro, 2008

MIGALHÃES

MIGALHÃES
Lá vem pelo avelar
O filho do Zé João
Vem do centro escolar
Cansado de palmilhar
A caminho da povoação
Não há médico na aldeia
E a antiga escola fechou
Não tem carne para a ceia
Nem petróleo para a candeia
Porque o dinheiro acabou
O seu pai foi para França
Trabalhar na construção
E a mãe desta criança
Trabalha na vizinhança
Lavando pratos e chão
Mas o puto vem contente
Com o Migalhães na mão
E passa por toda a gente
Em alegria aparente
De quem já sabe a lição
Um senhor muito invulgar
Que chegou com mais senhores
Veio para visitar
O novo centro escolar
E dar os computadores
E lá vem o Joãozinho
No seu contínuo vaivém
Calcorreando o caminho
Desesperando sozinho
À espera da sua mãe
Neste país de papões
A troco de dois vinténs
Agravam-se as disfunções
O rico ganha milhões
E o pobre, Migalhães!
Autor desconhecido

01 novembro, 2008

31 outubro, 2008

MANIFESTAÇÃO


OS PROFS VOLTAM À RUA UNIDOS!