22 maio, 2008

Sinto-me com sorte

1- Entra no Google: www.google.pt

2 - Escreve: politico honesto

3 - Prime em 'Sinto-me com sorte' e não em 'Pesquisa do Google'

4 - Vê o resultado e lê com atenção !!! Vale a pena conferir !!!

21 maio, 2008

Passatempo: descubra as diferenças



1. As bandeiras
2. O relvado
3. Os arbustos
4- O espelho de água
5- O sítio (Algarve e Curitiba)
6 - Data de constução (diferença de 5 décadas)
7- Autor: Leonel Moura e Óscar Niemeyer

16 maio, 2008

Katie Melua - The Closest Thing to Crazy

How can I think I'm standing strong,
Yet feel the air beneath my feet?
How can happiness feel so wrong?
How can misery feel so sweet?
How can you let me watch you sleep,
Then break my dreams the way you do?
How can I have got in so deep?
Why did I fall in love with you?

CHORUS:
This is the closest thing to crazy I have ever been
Feeling twenty-two, acting seventeen,
This is the nearest thing to crazy I have ever known,
I was never crazy on my own…
And now I know that there's a link between the two,
Being close to craziness and being close to you.

How can you make me fall apart
Then break my fall with loving lies?
It's so easy to break a heart;
It's so easy to close your eyes.
How can you treat me like a child
Yet like a child I yearn for you?
How can anyone feel so wild?
How can anyone feel so blue?

CHORUS

...and being close to you
...and being close to you.




14 maio, 2008

A Mina de Bingham Canyon, Utah


Esta é supostamente a maior escavação feita pelo homem na terra. A extração começou em 1863 e ainda hoje continua. O fosso da mina aumenta em tamanho constantemente. Actualmente o buraco é de 5.5 kms de profundidade e 4.0 kms de largura.
A partir de 2004, esta mina tem rendido mais de 17 milhões de toneladas (15,4 milhões de toneladas) de cobre, 23 milhões de onças (715 t) de ouro, 190 milhões de onças (5900 t) de prata, e 850 milhões de libras (386 kt) de molibdênio.

13 maio, 2008

THAIB CHAIDAR



Nem sempre vou à fonte.


Esta copiei de http://telamamaria.blogspot.com/


Autor: Thaib Chaidar

Comentário: Agrada-me o grande plano da bicicleta , com o reforço da perspectiva, a nitidez da mesma e o apontamento do verde e do azu.
O céu está espectacular.
Enquadrar tudo isto com o pôr-do-sol, que está lolalizado no síto perfeito, segundo as normas clássicas, e rematar com a referência humana de braços abertos parecendo abraçar o universo, ....parece-me genial.
Só acontece uma vez! É uma obra de arte.

12 maio, 2008

Bram woo










Bram Woo (nascido em 1971 em Bruxelas), pretende produzir um design de peças que constantemente surpreendam o utilizador, com foco na funcionalidade e flexibilidade para que o objeto se adapte ao espaço circundante e à necessinaade do momento!
My ideas are dreams that I translate into reality!

11 maio, 2008

Guernica tridimensional

Acabei de ver no Eixo do Mal e gravei do youtube.

10 maio, 2008

GOSTO DE +


Recolha net
(António, tks)

09 maio, 2008

Rasputine

Há coisas que não se entendem.
Um produtor alemão junta 4 afrodescendentes, dá-lhes o nome de um personagem de uma serie australiana, Boney, junta-lhe um M maiusculo e põe-os a cantar Rasputine, o que tem tudo a ver!

08 maio, 2008

07 maio, 2008

a história, a verdade e o romance


Ainda sobre os livros que recentemente invadem as linhas da frente das livrarias e supermercados portugueses, versando a Angola de 75….

As editoras descobriram um filão que vende.

Vende, vende bem!

Descobriram depois de 30 anos que esse tema tem em Portugal um nicho de mercado adormecido.

Se forem na linha light, por incrível que pareça ainda vende melhor!

As gerações de retornados e refugiados estão perfeitamente integradas na sociedade portuguesa, mas estão carentes de Angola.

A fase de “luto” cumpriu-se e alguns véus negros de silêncio e sofrimento (porque não assumir?) pretendem levantar-se, o que à luz das terapias da psiquiatria, penso serem saudáveis. Nem sempre são véus que traduzem a realidade histórica dos anos turbulentos da independência de Angola, mas véus reais e sofridos que habitam em cada um, numa letargia vestida de luto há 30 anos.

Tudo começou pela publicação de uns vídeos de qualidade duvidosa há quase dez anos atrás, seguiram-se uns livros de fotografia, não passando por vezes de recolhas em formato postal, e que vieram mexer com os nossos afectos, abrindo canais de saudade e avivando a nostalgia, que todos carregamos connosco, preparando terreno para a publicação de romances que se desenvolvem em cenários que pretendem ser históricos.Isto de viver a História, no dia de hoje, e ainda por cima interliga-la com as nossas vidas e com os nossos interesses, é complicado, pois afecta a nossa lucidez e o rigor histórico que devem estar sempre presentes.

Quantos de nós terão imensas estórias para contar e partilhar?

Acho que teremos todos.

Estórias que fazem parte do nosso património familiar, fazem parte do nosso arquivo juvenil, que mal ou bem coordenadas com os factos históricos, imaginadas, deturpadas ou não, existem e por vezes tornam-se referências nas nossas vidas. Estórias que retratam duas gerações em vias de extinção, que marcaram pessoas, as suas vivências, mas todas muito pessoais, muito personalizadas, estórias que sobrevivem carinhosamente em redomas de vidro, filtradas pelas convicções pessoais, pela capacidade que cada um tem ou não, em interiorizar a relação acontecimento / experiência, a nossa e a dos outros/ rigor /conhecimento /verdade – estórias que se escrevem com e e sem h. Estórias dum processo historicamente imparável feito de muitas vítimas e sofrimentos, pintados de diversos matizes, com interpretações que só as gerações futuras as poderão dar de forma adequada.

Há dias eu perguntava a alguém: Quanto tempo demora a fazer-se a HISTÓRIA?

A guerra dos 100 anos durou um pouco mais 116, todas as grandes mudanças histórias levaram décadas, séculos e nem sempre com muito rigor, vejamos: “O final da idade do bronze deu-se entre 1300 a 700 anos A.C…. um erro de paralaxe de apenas 600 anos. Pouca coisa. Por outro lado a história não é uma coisa distante de nós, ela faz-se todos os dias e connosco. Como compatibilizar rigor, objectividade, interesses, imparcialidade, método cientifico de investigação, afectividade, perspectivas pessoais e tempo?

Para quem se escreve a história?

O público alvo é um parâmetro igualmente importante.

A história não nasce do nada.

A história constrói-se por alguém e destina-se a um receptor.

Ao receptor destes romances interessa-lhes uma perspectiva histórica que poderá não ser coincidente com outras perspectivas de outros públicos e de outros lugares. Onde fica a verdade?

Quando estudei história, apercebi-me que os capítulos das causas e das consequências, emolduravam sempre o acontecimento histórico, o que lhes dava suporte, justificação, e por consequência verdade.

Supunha eu!

Descobri posteriormente que a verdade não existe. Quando muito existirão, verdades e são sempre efémeras.


Entretanto lêem-se os romances.


O romance é isso mesmo, uma construção de uma ficção, uma invenção literária, que distorce a realidade ou não, que a sublima e acentua ou a ameniza.
O romance só tem que ser verdadeiro e coerente consigo mesmo, com a estrutura e ordem criada para aquele universo literário.

04 maio, 2008

Abrir portas

Os professores abrem a porta, mas você deve entrar por si mesmo.

02 maio, 2008

François Cevert




François Cévert piloto de origem Gaulesa nasce no ano 1944 com um talento natural e com um charme acima da média para aqueles tempos.

Reside na Cote d´Azur e consideravam-no um Gentleman – Driver.

Piloto muito querido, em particular pelas suas admiradoras que o seguiam por todos os circuitos do mundo, admiradoras estas que sentiram um enorme vazio após a sua morte no Grande Prémio dos Estados Unidos mais concretamentente em Watkins Glen.

Pista esta que nos dois últimos anos ou seja em 1971 lhe deu a sua primeira vitória. Ano 1966 iniciou se na competição automóvel, na Fórmula 3 e nos dois anos seguintes consagrou-se campeão. Em 69 a sua carreira ascende à Formula 2 vencendo quatro corridas.Jackie Stewart convence Ken Tyrrel a ceder-lhe um carro de F1 e fazem os dois parte do team Tyrrel, vindo a falecer precisamente na pista onde alcançou a sua primeira vitória, Watkins Glen.
(François Cévert começou sua carreira em duas rodas)

01 maio, 2008

1º de Maio

1 de Maio de 1886.

Manifestação operária em Chicago termina com mortes e detenções.
Três anos depois nascia o Dia do Trabalhador.
No século XIX, a pujança da “Revolução Industrial” conduziu à sujeição dos trabalhadores a condições desumanas de laboração.
A necessidade de se produzir o máxima ao mais baixo custo não respeitava idades nem sexos.
As organizações sindicais eram incipientes e perseguidas pelas autoridades policiais.
Em 1864 é criada a Primeira Associação Internacional dos Trabalhadores, em Londres.
A iniciativa surge num contexto de união entre líderes sindicais e activistas socialistas com vista a dar voz às lutas dos trabalhadores e às nações oprimidas.
A esta associação se chamou mais tarde a Primeira Internacional Socialista que duraria sete anos.
As divisões ideológicas entre as várias facções (sindicalistas, anarquistas, socialistas, republicanos e democratas radicais, entre outras) puseram fim à agremiação, mas deixaram mais explícitas as reivindicações e propostas pelas quais os trabalhadores se deveriam debater.
A redução da jornada de trabalho para as 10 horas diárias era uma delas.
Os objectivos saídos desta Internacional tiveram eco no IV Congresso da American Federation of Labor, em Novembro de 1884.
As negociações, sucessivamente falhadas com as entidades patronais, fizeram das cidades operárias um barril de pólvora pronto a explodir.
Até que, em 1886, no dia 1 de Maio, teve início uma greve geral com a adesão de mais de 1 milhão de trabalhadores em todo o território norte-americano.
A reacção a esta paralisação foi violenta.
Na cidade de Chicago a repressão policial foi especialmente dura.
Ao quarto dia de manifestações (dia 4 de Maio) explodiu uma bomba entre a multidão matando dezenas de trabalhadores e alguns polícias.
Deste incidente resultou a prisão de oito líderes do movimento.
Quatro foram condenados à morte por enforcamento e os restantes a prisão perpétua. Em 1890, o Congresso americano vota a lei que estabelece a jornada de oito horas de trabalho e três anos mais tarde, depois da reabertura do processo que levou à condenação dos oito operários, conclui-se que a bomba que explodiu em Chicago tinha sido colocada pela própria polícia.
O luto fortaleceu a luta
Três anos depois da condenação dos que ficaram conhecidos como os “Mártires de Chicago” as repercursões sentiram-se na europa. Assim, em 1889, a Segunda Internacional Socialista decidiu, em Paris, proclamar o 1º de Maio como o Dia do Trabalhador em memória dos que morreram em Chicago.

Curiosos são os títulos de alguns jornais americanos a propósito das manifestações dos trabalhadores.

O “Chicago Tribune” dizia na altura: “A prisão e os trabalhos forçados são a única solução adequada para a questão social”. O New York Tribune seguia a mesma linha: “Estes brutos só compreendem a força, uma força que possam recordar por várias gerações”. De sublinhar que nos EUA o chamado Labor Day festeja-se a 3 de Setembro e não a 1 de Maio.

30 abril, 2008

salut les copains


Depois de uma alquimia transfigurativa, enquanto ouvia 00005 - He Ain't Heavy, He's My Brother - Bill Medleypassando por um blog IÉ-iÉ(http://guedelhudos.blogspot.com/), na minha navegação por mar alto, surge Silvie Vartan e anotei que teria algo a escrever a respeito, atendendo que associo de imediato a velha senhora, à minha juventude.
Salut les copains est un magazine pour jeunes créé en 1962.

Publicada pela primeira vez durante o verão de 1962, e última edição em Janeiro de 1994, por Frank Ténot e Daniel Filipacchi, escrito como continuação de um programa de rádio.Esta foi a revista preferida da minha adolescência. Durante todo o mês juntava dinheiro para a comprar.


A Luanda chegava com 2 meses de atraso, mas no problem. Com o pé de desenvolver o conhecimento da língua francesa, os velhotes lá escorregavam com uma guita extra para a revista.


Eram notícia permanente, a dupla Silvie Vartan e Johnny Halliday, Claude François, Jacques Dutronc, Françoise Hardy (a mais bonita de todas), Julien Clerc, Alain Delon, Mireille d' Arc, Michel Polnareff, Joe Dassin (bué de feio), Jean-Paul Belmondo, Sheila (a boazuda), Mike Brant (judeu), France Gall, François Cevert.


Não sei se teriam alguma coisa a ver com a editora da revista, mas que apareciam a toda a hora, apareciam..


Foi através desta revista que comecei a conhecer música pop francesa, a fofoca entre as estrelas e outras coisas mais. Era uma revista com boa fotografia, planos interessantes que davam bons posters para colar na parede do quarto. Na parte central incluía normalmente um poster destacável de grandes dimensões.


O primeiro poster que eu tive saiu dali, Led Zeppelin. Ainda hoje o tenho comigo. A parte posterior dos porters continham as novidades do rock and roll, da musica anglo-saxonica, uma verdadeira janela para o mundo da música.


Com as fotos dessa revista comecei a achar que Mick Jagger até era giro, apesar de esquelético, que as plásticas faziam maravilhas no rosto da Silvie Vartan, e que a voz sensual que cantava Je t'aime moi nom plus, de Serge Gainsbourg tinha um alçado feio como os trovões!.


Foi com esta revista que vi pela primeira vez imagens de Easy Ridder, e Butch Cassidy (o dos 4 óscares) que passou nos cinemas uns meses depois… conheci ainda a Tina Turner com o Ike. Foi aqui que eu pensei que Alice Cooper seria um extra terrestre.
Serviram de base a muita tarde passada entre amigos a bisbilhotar as estrelas que viviam bem longe de nós, e isso dava-nos a ideia que estariamos mais proximos delas.


Devaneios de teen agers, mesmo muito teen agers, inconscientes, que utilizavamos este escape para sair da rotina tropical.


Tive que abandonar as minhas revistas em 1974, só guardei os Led Zeppelin. Com elas ficou uma parte de mim. Soube posteriormente que foram um regalo para os olhos dos guerrilheiros que invadiram a minha casa, algures entre o Equador e o Trópico de Capricórnio.

Agora vamos às capas (entre 70 e 74):








































29 abril, 2008

O objecto da arte não é ser moral nem imoral

Júlio Pomar


O Objectivo da Arte não é ser Moral nem Imoral
A arte não tem, para o artista, fim social. Tem, sim, um destino social, mas o artista nunca sabe qual ele é, porque a Natureza o oculta no labirinto dos seus designios. Eu explico melhor. O artista deve escrever, pintar, esculpir, sem olhar a outra cousa que ao que escreve, pinta, ou esculpe. Deve escrever sem olhar para fora de si. Por isso a arte, não deve ser, propositadamente, moral nem imoral. É tão vergonhoso fazer arte moral como fazer arte imoral. Ambas as [cousas] implicam que o artista desceu a preocupar-se com a gente de lá fora. Tão inferior é, neste ponto, um sermonário católico como um triste Wilde ou d'Annunzio, sempre com a preocupação de irritar a plateia. Irritar é um modo de agradar. Todas as criaturas que gostam de mulheres sabem isso, e eu também sei.


Fernando Pessoa, in 'Sobre «Orpheu», Sensacionismo e Paùlismo'

28 abril, 2008

emoções fortes


Clique na imagem para ampliar

27 abril, 2008

Avaliação de profs


Clique sobre a imagem para ampliar

26 abril, 2008

A RONDA NOCTURNA


A RONDA NOCTURNA



De
Lars Norén
Pelo
Teatro do Bolhão
Com
António Capelo, Custódia Gallego, Luísa Cruz e Orlando Costa
Encenação
João Paulo Costa
Tradução
Cristina Canavarro
Dramaturgia
Regina Guimarães
Figurinos e Adereços
Cristina Costa
Iluminação
José Nuno Lima
Sonoplastia
Luís Aly

Espectáculo que constitui o desfecho do ciclo “realista” do Teatro do Bolhão, “A Ronda Nocturna” é um texto que evoca com uma nitidez desconcertante o universo visceral da peça “Quem Tem Medo de Virginia Woolf?” Considerado o herdeiro artístico de Ingmar Bergmam, o autor sueco Lars Norén é normalmente comparado a Strinberg ou a O’Neil. O seu teatro, alimentado de obsessões, é violento, visceral e denso. Em “A Ronda Nocturna”, dois irmãos e as suas esposas “atacam-se” ferozmente, desvendando sem pudor as suas frustrações, os seus desejos e os seus medos diante da urna que contém as cinzas da sua mãe. Um elenco de excepção assegura a estreia em Portugal desta obra marcante do teatro contemporâneo.
Comentário: Há quem faça bom teatro em Portugal!
Esta peça só peca por ser demasiado longa (quase 3h) e os dialogos por vezes são demaisado "redondos".

25 abril, 2008

22 abril, 2008

Agentes da policia fazem obras na esquadra de Chaves


Hoje o Ministro da Administração Interna e Governador Civil de Vila Real visitaram as obras de remodelação e beneficiação, da esquadra de Chaves, feitas à custa da carolice de dois agentes da PSP e da comandante.
Perante um edifício super degradado, há um ano atrás, resolveram por as mãos na massa e eles próprios desempenharam as funções de trolha, assentador de azulejos, carpinteiro, pintor, etc, etc.e o que mais aparece numa obra.
Admiro os agentes, porque de facto bem podiam esperar sentados até que a Administração Interna convertesse as instalações, numa esquadra com alguma dignidade, como lhe competia.
Esta é uma situação, que de resto tem vindo a repetir-se em outros espaços do Estado, escolas principalmente, em que os funcionários tendem a desenrascar-se na construção civil, conforme podem, e para não desapontar as chefias sobre a sua colaboração activa.
Admiro a boa vontade, o colaboracionismo e o empenho, dos agentes da PSP, que tudo fizeram, como se para eles fizessem nas suas próprias casas.
Já não admiro os srs, Ministro e o Governador Civil, que foram como que passar vistoria final ao trabalho dos seus agentes, que, das duas uma: em vez de estarem, como legalmente lhes competia, na rua a policiar, estiveram a poupar uns euros ao Estado, ou estiveram a policiar e depois em horário pós laboral estiveram a poupar uns euros ao Estado. O que tudo vai dar ao mesmo.
Não sei porquê, esta situação da visita das individualidades, envergonha-me, incomoda-me e só por isso não converto este registo, num texto de humor hilariante.
Citar Kennedy para branquear uma situação de todo intolerável, como fez o senhor Ministro? Onde vivemos? No 4º mundo?
Admirem-se srs. professores quando tiverem que pegar na esfregona para limpar as salas de aulas, admirem-se srs. cirurgiões quando tiverem que desinfestar as condutas de ar condicionado, admirem-se srs. enfermeiros quando tiverem que lavar e por à cora os lençóis dos hospitais, admirem-se srs. juízes quando tiverem que fazer as faxinas das instalações sanitárias dos tribunais, ….
Mas tudo acabará bem, e sabem porque?
Porque o forza, o sonasol, o ajax, a lexivia, o silibang, o skip e os esfergões serão facilitados através das autarquias e das empresas locais, o que é um elemento revelador do bom funcionamento do noso Estado.
Não acho desprestigiante realizar estas tarefas, aliás todos nós as fazemos em casa, bem ou mal, o que acho desprestigiante é esta economia miserabilista, esta exploração laboral descarada, e o contraste do excesso de competências e polivalências dos policias, e a falta delas, dos outros…. dos que fazem a vistoria e que nos atiram com o Kennedy.


- “Sr. Dr. Juiz pode já pode dirigir-se à sala de audiências.”
- “Ah agora não, tenho que esperar que o silibang actue ali entre a retrete e o mictório, para depois poder retira-lo, senão corro o risco de danificar as juntas. …. São só dez minutos pf”.


Já falta pouco, confiem. E agora quem atira sou eu:


"Ter escravos não é nada, mas o que se torna intolerável é ter escravos chamando-lhes cidadãos." Diderot

Sindroma de Burnout

Síndroma dos Professores
O síndroma de Burnout em professores é conhecido como uma exaustão física e emocional que começa com um sentimento de desconforto e pouco a pouco aumenta à medida que a vontade de leccionar gradualmente diminui. Sintomaticamente, o síndroma de Burnout geralmente reconhece-se pela ausência de alguns factores de motivação: energia, alegria, entusiasmo, satisfação, interesse, vontade, sonhos para a vida, ideias, concentração, autoconfiança e humor.
Um estudo feito entre professores que decidiram não retomar os postos nas salas de aula no início do ano escolar na Virgínia, Estados Unidos, revelou que entre as grandes causas de stress estava a falta de recursos, a falta de tempo, reuniões em excesso, número muito grande de alunos por sala de aula, falta de assistência, falta de apoio e pais hostis. Em outra pesquisa, 244 professores de alunos com comportamento irregular ou indisciplinado foram instanciados a determinar como o stress no trabalho afectava as suas vidas. Estas são, em ordem decrescente, as causas de stress nesses professores:


- Políticas inadequadas da escola para casos de indisciplina;
- Atitude e comportamento dos administradores/gestores/directores;
- Avaliação dos administradores/supervisores;
- Atitude e comportamento de outros professores/profissionais;
- Carga de trabalho excessiva;
- Oportunidades de carreira pouco interessantes;
- Baixo status da profissão de professor;
- Falta de reconhecimento por uma boa aula;
- Alunos barulhentos;
- Lidar com os pais.

Os efeitos do stress são identificados, na pesquisa, como:
- Sentimento de exaustão;
- Sentimento de frustração;
- Sentimento de incapacidade;
- Transportar o stress para casa;
- Sentir-se culpado por não fazer o bastante;
- Irritabilidade.

As estratégias utilizadas pelos professores, segundo a pesquisa, para lidar com o stress são:
- Realizar actividades de relaxamento;
- Organizar o tempo e decidir quais são as prioridades;
- Manter uma dieta balanceada e fazer exercícios;
- Discutir os problemas com colegas de profissão;
- Tirar o dia de folga;
- Procurar ajuda profissional na medicina convencional ou terapias alternativas.

Quando questionados sobre o que poderia ser feito para ajudar a diminuir o stress, as estratégias mais mencionadas foram:
- Dar tempo aos professores para que eles colaborem/conversem;
- Prover os professores com cursos e workshops;
- Fazer mais elogios aos professores, reforçar suas práticas e respeitar seu trabalho;
- Dar mais assistência;
- Prover os professores com mais oportunidades para saber mais sobre alunos com comportamentos irregulares e também sobre as opções de programa para o curso;
- Envolver os professores nas tomadas de decisão da escola/melhor comunicação com a escola.

Como se pode ver, o Burnout de professores relaciona-se estreitamente com as condições desmotivadoras no trabalho, o que afecta, na maioria dos casos, o desempenho do profissional. A ausência de factores motivacionais acarreta o stress profissional, fazendo com que o profissional largue seu o emprego, ou, quando nele se mantém, trabalhe sem muito esmero.


Adaptação wikipédia

21 abril, 2008

arquitecto

O que é que distingue um arquitecto dum estagiário de arquitectura numa exposição de arquitectura?

O arquitecto olha para o projecto (como foi feito? que materiais?)

O estagiário para a maquete (como foi feita? que materiais? como é que isto se corta?)

18 abril, 2008