25 maio, 2008
22 maio, 2008
Sinto-me com sorte
2 - Escreve: politico honesto
3 - Prime em 'Sinto-me com sorte' e não em 'Pesquisa do Google'
4 - Vê o resultado e lê com atenção !!! Vale a pena conferir !!!
21 maio, 2008
Passatempo: descubra as diferenças
18 maio, 2008
16 maio, 2008
Katie Melua - The Closest Thing to Crazy
How can I think I'm standing strong,
Yet feel the air beneath my feet?
How can happiness feel so wrong?
How can misery feel so sweet?
How can you let me watch you sleep,
Then break my dreams the way you do?
How can I have got in so deep?
Why did I fall in love with you?
CHORUS:
This is the closest thing to crazy I have ever been
Feeling twenty-two, acting seventeen,
This is the nearest thing to crazy I have ever known,
I was never crazy on my own…
And now I know that there's a link between the two,
Being close to craziness and being close to you.
How can you make me fall apart
Then break my fall with loving lies?
It's so easy to break a heart;
It's so easy to close your eyes.
How can you treat me like a child
Yet like a child I yearn for you?
How can anyone feel so wild?
How can anyone feel so blue?
CHORUS
...and being close to you
...and being close to you.
Yet feel the air beneath my feet?
How can happiness feel so wrong?
How can misery feel so sweet?
How can you let me watch you sleep,
Then break my dreams the way you do?
How can I have got in so deep?
Why did I fall in love with you?
CHORUS:
This is the closest thing to crazy I have ever been
Feeling twenty-two, acting seventeen,
This is the nearest thing to crazy I have ever known,
I was never crazy on my own…
And now I know that there's a link between the two,
Being close to craziness and being close to you.
How can you make me fall apart
Then break my fall with loving lies?
It's so easy to break a heart;
It's so easy to close your eyes.
How can you treat me like a child
Yet like a child I yearn for you?
How can anyone feel so wild?
How can anyone feel so blue?
CHORUS
...and being close to you
...and being close to you.
14 maio, 2008
A Mina de Bingham Canyon, Utah

Esta é supostamente a maior escavação feita pelo homem na terra. A extração começou em 1863 e ainda hoje continua. O fosso da mina aumenta em tamanho constantemente. Actualmente o buraco é de 5.5 kms de profundidade e 4.0 kms de largura.
A partir de 2004, esta mina tem rendido mais de 17 milhões de toneladas (15,4 milhões de toneladas) de cobre, 23 milhões de onças (715 t) de ouro, 190 milhões de onças (5900 t) de prata, e 850 milhões de libras (386 kt) de molibdênio.
13 maio, 2008
THAIB CHAIDAR

Nem sempre vou à fonte.
Esta copiei de http://telamamaria.blogspot.com/
Autor: Thaib Chaidar
Comentário: Agrada-me o grande plano da bicicleta , com o reforço da perspectiva, a nitidez da mesma e o apontamento do verde e do azu.
O céu está espectacular.
Enquadrar tudo isto com o pôr-do-sol, que está lolalizado no síto perfeito, segundo as normas clássicas, e rematar com a referência humana de braços abertos parecendo abraçar o universo, ....parece-me genial.
Só acontece uma vez! É uma obra de arte.
12 maio, 2008
11 maio, 2008
10 maio, 2008
09 maio, 2008
Rasputine
Há coisas que não se entendem.
Um produtor alemão junta 4 afrodescendentes, dá-lhes o nome de um personagem de uma serie australiana, Boney, junta-lhe um M maiusculo e põe-os a cantar Rasputine, o que tem tudo a ver!
Um produtor alemão junta 4 afrodescendentes, dá-lhes o nome de um personagem de uma serie australiana, Boney, junta-lhe um M maiusculo e põe-os a cantar Rasputine, o que tem tudo a ver!
08 maio, 2008
07 maio, 2008
a história, a verdade e o romance

Ainda sobre os livros que recentemente invadem as linhas da frente das livrarias e supermercados portugueses, versando a Angola de 75….
As editoras descobriram um filão que vende.
Vende, vende bem!
Descobriram depois de 30 anos que esse tema tem em Portugal um nicho de mercado adormecido.
Se forem na linha light, por incrível que pareça ainda vende melhor!
As gerações de retornados e refugiados estão perfeitamente integradas na sociedade portuguesa, mas estão carentes de Angola.
A fase de “luto” cumpriu-se e alguns véus negros de silêncio e sofrimento (porque não assumir?) pretendem levantar-se, o que à luz das terapias da psiquiatria, penso serem saudáveis. Nem sempre são véus que traduzem a realidade histórica dos anos turbulentos da independência de Angola, mas véus reais e sofridos que habitam em cada um, numa letargia vestida de luto há 30 anos.
Tudo começou pela publicação de uns vídeos de qualidade duvidosa há quase dez anos atrás, seguiram-se uns livros de fotografia, não passando por vezes de recolhas em formato postal, e que vieram mexer com os nossos afectos, abrindo canais de saudade e avivando a nostalgia, que todos carregamos connosco, preparando terreno para a publicação de romances que se desenvolvem em cenários que pretendem ser históricos.Isto de viver a História, no dia de hoje, e ainda por cima interliga-la com as nossas vidas e com os nossos interesses, é complicado, pois afecta a nossa lucidez e o rigor histórico que devem estar sempre presentes.
Quantos de nós terão imensas estórias para contar e partilhar?
Acho que teremos todos.
Estórias que fazem parte do nosso património familiar, fazem parte do nosso arquivo juvenil, que mal ou bem coordenadas com os factos históricos, imaginadas, deturpadas ou não, existem e por vezes tornam-se referências nas nossas vidas. Estórias que retratam duas gerações em vias de extinção, que marcaram pessoas, as suas vivências, mas todas muito pessoais, muito personalizadas, estórias que sobrevivem carinhosamente em redomas de vidro, filtradas pelas convicções pessoais, pela capacidade que cada um tem ou não, em interiorizar a relação acontecimento / experiência, a nossa e a dos outros/ rigor /conhecimento /verdade – estórias que se escrevem com e e sem h. Estórias dum processo historicamente imparável feito de muitas vítimas e sofrimentos, pintados de diversos matizes, com interpretações que só as gerações futuras as poderão dar de forma adequada.
Há dias eu perguntava a alguém: Quanto tempo demora a fazer-se a HISTÓRIA?
A guerra dos 100 anos durou um pouco mais 116, todas as grandes mudanças histórias levaram décadas, séculos e nem sempre com muito rigor, vejamos: “O final da idade do bronze deu-se entre 1300 a 700 anos A.C…. um erro de paralaxe de apenas 600 anos. Pouca coisa. Por outro lado a história não é uma coisa distante de nós, ela faz-se todos os dias e connosco. Como compatibilizar rigor, objectividade, interesses, imparcialidade, método cientifico de investigação, afectividade, perspectivas pessoais e tempo?
Para quem se escreve a história?
O público alvo é um parâmetro igualmente importante.
A história não nasce do nada.
A história constrói-se por alguém e destina-se a um receptor.
Ao receptor destes romances interessa-lhes uma perspectiva histórica que poderá não ser coincidente com outras perspectivas de outros públicos e de outros lugares. Onde fica a verdade?
Quando estudei história, apercebi-me que os capítulos das causas e das consequências, emolduravam sempre o acontecimento histórico, o que lhes dava suporte, justificação, e por consequência verdade.
Supunha eu!
Descobri posteriormente que a verdade não existe. Quando muito existirão, verdades e são sempre efémeras.
Entretanto lêem-se os romances.
O romance é isso mesmo, uma construção de uma ficção, uma invenção literária, que distorce a realidade ou não, que a sublima e acentua ou a ameniza.
O romance só tem que ser verdadeiro e coerente consigo mesmo, com a estrutura e ordem criada para aquele universo literário.
04 maio, 2008
02 maio, 2008
François Cevert

François Cévert piloto de origem Gaulesa nasce no ano 1944 com um talento natural e com um charme acima da média para aqueles tempos.
Reside na Cote d´Azur e consideravam-no um Gentleman – Driver.
Piloto muito querido, em particular pelas suas admiradoras que o seguiam por todos os circuitos do mundo, admiradoras estas que sentiram um enorme vazio após a sua morte no Grande Prémio dos Estados Unidos mais concretamentente em Watkins Glen.
Pista esta que nos dois últimos anos ou seja em 1971 lhe deu a sua primeira vitória. Ano 1966 iniciou se na competição automóvel, na Fórmula 3 e nos dois anos seguintes consagrou-se campeão. Em 69 a sua carreira ascende à Formula 2 vencendo quatro corridas.Jackie Stewart convence Ken Tyrrel a ceder-lhe um carro de F1 e fazem os dois parte do team Tyrrel, vindo a falecer precisamente na pista onde alcançou a sua primeira vitória, Watkins Glen.
(François Cévert começou sua carreira em duas rodas)
01 maio, 2008
1º de Maio
1 de Maio de 1886.
Manifestação operária em Chicago termina com mortes e detenções.
Três anos depois nascia o Dia do Trabalhador.
No século XIX, a pujança da “Revolução Industrial” conduziu à sujeição dos trabalhador
es a condições desumanas de laboração.
No século XIX, a pujança da “Revolução Industrial” conduziu à sujeição dos trabalhador
es a condições desumanas de laboração. A necessidade de se produzir o máxima ao mais baixo custo não respeitava idades nem sexos.
As organizações sindicais eram incipientes e perseguidas pelas autoridades policiais.
Em 1864 é criada a Primeira Associação Internacional dos Trabalhadores, em Londres.
Em 1864 é criada a Primeira Associação Internacional dos Trabalhadores, em Londres.
A iniciativa surge num contexto de união entre líderes sindicais e activistas socialistas com vista a dar voz às lutas dos trabalhadores e às nações oprimidas.
A esta associação se chamou mais tarde a Primeira Internacional Socialista que duraria sete anos.
As divisões ideológicas entre as várias facções (sindicalistas, anarquistas, socialistas, republicanos e democratas radicais, entre outras) puseram fim à agremiação, mas deixaram mais explícitas as reivindicações e propostas pelas quais os trabalhadores se deveriam debater.
A redução da jornada de trabalho para as 10 horas diárias era uma delas.
Os objectivos saídos desta Internacional tiveram eco no IV Congresso da American Federation of Labor, em Novembro de 1884.
Os objectivos saídos desta Internacional tiveram eco no IV Congresso da American Federation of Labor, em Novembro de 1884.
As negociações, sucessivamente falhadas com as entidades patronais, fizeram das cidades operárias um barril de pólvora pronto a explodir.
Até que, em 1886, no dia 1 de Maio, teve início uma greve geral com a adesão de mais de 1 milhão de trabalhadores em todo o território norte-americano.
A reacção a esta paralisação foi violenta.
Na cidade de Chicago a repressão policial foi especialmente dura.
Na cidade de Chicago a repressão policial foi especialmente dura.
Ao quarto dia de manifestações (dia 4 de Maio) explodiu uma bomba entre a multidão matando dezenas de trabalhadores e alguns polícias.
Deste incidente resultou a prisão de oito líderes do movimento.
Quatro foram condenados à morte por enforcamento e os restantes a prisão perpétua. Em 1890, o Congresso americano vota a lei que estabelece a jornada de oito horas de trabalho e três anos mais tarde, depois da reabertura do processo que levou à condenação dos oito operários, conclui-se que a bomba que explodiu em Chicago tinha sido colocada pela própria polícia.
O luto fortaleceu a luta
Três anos depois da condenação dos que ficaram conhecidos como os “Mártires de Chicago” as repercursões sentiram-se na europa. Assim, em 1889, a Segunda Internacional Socialista decidiu, em Paris, proclamar o 1º de Maio como o Dia do Trabalhador em memória dos que morreram em Chicago.
O luto fortaleceu a luta
Três anos depois da condenação dos que ficaram conhecidos como os “Mártires de Chicago” as repercursões sentiram-se na europa. Assim, em 1889, a Segunda Internacional Socialista decidiu, em Paris, proclamar o 1º de Maio como o Dia do Trabalhador em memória dos que morreram em Chicago.
Curiosos são os títulos de alguns jornais americanos a propósito das manifestações dos trabalhadores.
O “Chicago Tribune” dizia na altura: “A prisão e os trabalhos forçados são a única solução adequada para a questão social”. O New York Tribune seguia a mesma linha: “Estes brutos só compreendem a força, uma força que possam recordar por várias gerações”. De sublinhar que nos EUA o chamado Labor Day festeja-se a 3 de Setembro e não a 1 de Maio.

30 abril, 2008
salut les copains

Depois de uma alquimia transfigurativa, enquanto ouvia 00005 - He Ain't Heavy, He's My Brother - Bill Medleypassando por um blog IÉ-iÉ(http://guedelhudos.blogspot.com/), na minha navegação por mar alto, surge Silvie Vartan e anotei que teria algo a escrever a respeito, atendendo que associo de imediato a velha senhora, à minha juventude.
Publicada pela primeira vez durante o verão de 1962, e última edição em Janeiro de 1994, por Frank Ténot e Daniel Filipacchi, escrito como continuação de um programa de rádio.Esta foi a revista preferida da minha adolescência. Durante todo o mês juntava dinheiro para a comprar.
A Luanda chegava com 2 meses de atraso, mas no problem. Com o pé de desenvolver o conhecimento da língua francesa, os velhotes lá escorregavam com uma guita extra para a revista.
Eram notícia permanente, a dupla Silvie Vartan e Johnny Halliday, Claude François, Jacques Dutronc, Françoise Hardy (a mais bonita de todas), Julien Clerc, Alain Delon, Mireille d' Arc, Michel Polnareff, Joe Dassin (bué de feio), Jean-Paul Belmondo, Sheila (a boazuda), Mike Brant (judeu), France Gall, François Cevert.
Não sei se teriam alguma coisa a ver com a editora da revista, mas que apareciam a toda a hora, apareciam..
Foi através desta revista que comecei a conhecer música pop francesa, a fofoca entre as estrelas e outras coisas mais. Era uma revista com boa fotografia, planos interessantes que davam bons posters para colar na parede do quarto. Na parte central incluía normalmente um poster destacável de grandes dimensões.
O primeiro poster que eu tive saiu dali, Led Zeppelin. Ainda hoje o tenho comigo. A parte posterior dos porters continham as novidades do rock and roll, da musica anglo-saxonica, uma verdadeira janela para o mundo da música.
Com as fotos dessa revista comecei a achar que Mick Jagger até era giro, apesar de esquelético, que as plásticas faziam maravilhas no rosto da Silvie Vartan, e que a voz sensual que cantava Je t'aime moi nom plus, de Serge Gainsbourg tinha um alçado feio como os trovões!.
Foi com esta revista que vi pela primeira vez imagens de Easy Ridder, e Butch Cassidy (o dos 4 óscares) que passou nos cinemas uns meses depois… conheci ainda a Tina Turner com o Ike. Foi aqui que eu pensei que Alice Cooper seria um extra terrestre.
Serviram de base a muita tarde passada entre amigos a bisbilhotar as estrelas que viviam bem longe de nós, e isso dava-nos a ideia que estariamos mais proximos delas.
Serviram de base a muita tarde passada entre amigos a bisbilhotar as estrelas que viviam bem longe de nós, e isso dava-nos a ideia que estariamos mais proximos delas.
Devaneios de teen agers, mesmo muito teen agers, inconscientes, que utilizavamos este escape para sair da rotina tropical.
Tive que abandonar as minhas revistas em 1974, só guardei os Led Zeppelin. Com elas ficou uma parte de mim. Soube posteriormente que foram um regalo para os olhos dos guerrilheiros que invadiram a minha casa, algures entre o Equador e o Trópico de Capricórnio.
Agora vamos às capas (entre 70 e 74):
29 abril, 2008
O objecto da arte não é ser moral nem imoral
O Objectivo da Arte não é ser Moral nem Imoral
A arte não tem, para o artista, fim social. Tem, sim, um destino social, mas o artista nunca sabe qual ele é, porque a Natureza o oculta no labirinto dos seus designios. Eu explico melhor. O artista deve escrever, pintar, esculpir, sem olhar a outra cousa que ao que escreve, pinta, ou esculpe. Deve escrever sem olhar para fora de si. Por isso a arte, não deve ser, propositadamente, moral nem imoral. É tão vergonhoso fazer arte moral como fazer arte imoral. Ambas as [cousas] implicam que o artista desceu a preocupar-se com a gente de lá fora. Tão inferior é, neste ponto, um sermonário católico como um triste Wilde ou d'Annunzio, sempre com a preocupação de irritar a plateia. Irritar é um modo de agradar. Todas as criaturas que gostam de mulheres sabem isso, e eu também sei.
Fernando Pessoa, in 'Sobre «Orpheu», Sensacionismo e Paùlismo'
28 abril, 2008
27 abril, 2008
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