14 fevereiro, 2008

Amor paixão

O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. (será? interessante, dar-lhe-ia outro arranjo)
O coração guarda o que se nos escapa das mãos.
A vida é uma coisa, o amor é outra.

Extratos de texto de MEC


A paixão é um sentimento oriundo da afinidade intelectual, da afinidade de interesses, da admiração sobre a personalidade alheia, do nível comparativo de utilidade da própria personalidade e sua conseqüente reafirmação. (leituradiaria.com)

13 fevereiro, 2008

12 fevereiro, 2008

11 fevereiro, 2008

Professorzecos!

O incrível sucedeu.

Este mês a ministra da educação foi à assembleia da república e alguns deputados do PS questionaram-na sobre algumas das suas políticas da educação.
Confrontada com essas dúvidas o que faz a ministra... Responde ?

Não...

Acusa antes os deputados de ao colocarem dúvidas estarem a dar voz aos "professorezecos"...
Assim mesmo, os "professorzecos".

Vale a pena ? Vale ?
Esta notícia foi publicada no Público, mas, por alguma razão, passou praticamente despercebida, divulguem-na para que se perceba o calibre desta ministra.

http://educar.files.wordpress.com/2008/01/ps.jpg




A relação entre profs e ministério da educação bateu no fundo!

Não há mais nada a dizer!



10 fevereiro, 2008

NOVECENTOS - o pianista do oceano


A partir de
“Novecentos”, de Alessandro Baricco
Pela
Peripécia Teatro
Criação e Adaptação
Ángel Fragua, Noelia Domínguez, Sérgio Agostinho e José Carlos Garcia
Interpretação
Ángel Fragua e Sérgio Agostinho, com Luís Filipe Santos (clarinete) e Tiago Abrantes (clarinete)
Direcção
Noelia Domínguez
<<“Novecentos” tem a espontaneidade dos contadores de histórias, à mistura com a ironia dos entertainers, o humor inocente dos clowns e a versatilidade dos transformistas. A história, com um divertido jogo de actores ao melhor estilo da Peripécia, é contada com a cumplicidade de dois clarinetistas, que interpretam ragtime e dixieland e têm ainda a seu cargo algumas personagens. “Novecentos” é um pianista excepcional que vive a bordo do Virginian – um paquete dos princípios do século XX. Foi encontrado naquele navio com apenas alguns dias de vida. Ali cresceu, adoptado e educado pela tripulação, sem nunca pisar terra, até ser descoberto a tocar com espantoso virtuosismo o piano do salão de baile. Nascia assim a lenda do pianista do Oceano, que em toda a sua vida nunca viria a descer do navio.>>
O encontro desconcertante com um espectáculo de grande qualidade nestas andanças que realizo de forma, mais ou menos marginal, e que a maior parte das vezes são agradáveis surpresas.
"Novecentos" uma interpretação dificil, criativa que só grande actores a conseguem fazer, pois requer uma grande versatilidade, um grande poder de memória e mímica estudada ao pormenor, só para bons profissionais.
Continuem!

08 fevereiro, 2008

TROMPE d'OEIL































O denominado Trompe d’ Oeil é uma técnica de representação artística, que tenta criar ilusões de óptica sobre objectos e espaços que parecem reais mas não o são.
Traduzido grosseiramente por “Engana olhos” é utilizado essencialmente na arquitectura e na pintura e adquire uma linguagem cenográfica ou um ilusionismo pictórico.
Na Antiguidade já se utilizava o Trompe d’ Oeil, no entanto é no período do Renascimento, com a descoberta da perspectiva rigorosa, que esta forma de expressão artística revela a sua grandiosidade, explorando ao máximo a fronteira entre o real e o imaginário.
A pintura conjugada com a arquitectura, conseguem representar a profundidade, zonas de sombras, de luz e a cor parecem dar continuidade à situação real que se vive junto ao espaço pintado.
As cúpulas de algumas igrejas, exploram esta técnica até à exaustão, com o objectivo de acentuar ainda mais a sua altura, criando espaço para além dos limites reais, abrindo-se para um céu virtual.
O grande desafio é representar a tridimensionalidade, criando a ilusão da profundidade conforme os nossos olhos a vêem, num suporte bidimensional, e utilizar truques de mimetismo e de ilusão óptica para que essa representação pareça a continuação do espaço real, enganando assim o observador mais desatento.
O Trompe d’Oeil é utilizado tanto nos espaços interiores como nos exteriores. Paredes vazias parecem ser o sítio ideal para se localizar um engana olhos, e normalmente tem como objectivo beneficiar estéticamente o espaço.
É uma técnica rigorosa e laboriosa, que nem todos os artistas a conseguem fazer com sucesso, por isso, dispendiosa, a coordenação da escala real com a escala imaginária tem que ser perfeita.
A sua utilização nos espaços religiosos tem como objectivo acrescido, dar uma nota de grandiosidade à envolvente, nos espaços civis, podem constituir uma nota de romantismo, de humor, de tapa misérias, de atracção turística, etc.
Veja-se que actualmente as zonas urbanas socorrem-se com alguma frequência desta técnica para esconder obras degradáveis à vista, melhorar o efeito estético de empenas vazias de edifícios e muros, animar o espaço urbano.
Não se confunda Trompe d’Oeil com Grafitt. Os grafitters, têm-se apoderado da ilusão do Trompe d’Oeil nas usas sprayzadas urbanas, no entanto a filosofia do grafitt não tem nada a ver com isto, grafitt é outra estória!
Existe uma derivação do Tromp d’Oeil aplicada nas soluções mais domésticas, muito utilizadas no final do séc. XIX princípio do séc. XX, que são as imitações de matériais, da sua textura: encontramos frequentemente, frisos de parede com pintura marmoreada ou imitando outros materiais nobres e caros, madeiras exóticas, e outros.
Sempre que aprecio um Trompe d’ Oeil, lembro-me de uma solução ingénua que se encontrava na cidade do Porto nos anos setenta, junto à livraria da Imprensa Nacional: um edifício já velho e degradado que possuía 4 janelas viradas para o largo junto da rua das Oliveiras. Essas janelas possuíam um ritmo de repetição entre elas, só que uma era falsa, apenas eras pintada na fachada.
Recentemente aparecem no mundo da net imensas imagens ilusórias, mas muitas delas já não são pintadas, mas sim tratadas em computador e mais ainda, sem o suporte do espaço real. Sem o espaço real, não existe Trompe d'Oeil, pois a transição para a ilusão é fundamental.

07 fevereiro, 2008

GIOCONDA



Hoje, a agência lusa divulga que a Gioconda revela curvatura de 12mm.
Os cientistas franceses especialistas em mecânicas de sólidos andam às voltas com os exames radiológicos e ecográficos, e descobriram também uma grande ruga por baixo do olho esquerdo.
Grande admiração!
A mulher está cota que chega, não é fácil apresentar-se com bom aspecto e saudável no século XXI.

Ora deixem-me fazer as contas!... século XVI, a madame está com a provecta idade de 400 anos, mais coisa menos coisa.
Só não entendo um pormenor, para que servem os especialistas em mecânicas de sólidos. Isto não é uma questão de discopatia degenerativa resultantes do estilo de vida sedentário que a prima dona leva?
Todo o santo dia, ali plantada, na sala do Louvre, a receber visitas de toda a espécie, desde meninos bem comportados, até aos insuportávelmente mal criados, gajos chatos que se põe à frente dela e não despegam, outros que a ignoram…sei lá!
Motivos não lhe devem faltar para justificar a tal curvatura. Como se pode imaginar era deverá estar sentada numa má postura, depois o corpo acomoda-se, e surge a fadiga muscular de ter de apresentar permanentemente aquele sorriso patético, ou até a origem do problema estará em causas psicossomáticas associadas ao stress dos turistas japoneses, a fotografá-la a toda a hora. Tudo isso pode justificar perfeitamente a tal curvatura. Falta saber que orientação tem a tal curvatura. Mas com 400 anos nem o jiatsu lhe vale, nem milhares de agulhinhas espetadas ao longo dos meridianos!
Para mim aquilo deve ser uma coluna repleta de hérnias, e só tem uma solução, desmontar as peças da coluna, uma a uma, numerá-las, dar-lhes uma limpeza com jacto de areia e voltar a montar na mesma ordem. Chamem mazé os arqueólogos e os arquitectos, pois eles é que percebem disto!

Quanto à ruga… é a força da idade a funcionar. As tais drenagens linfáticas, que ainda não percebi o que são, mas tão divulgadas pelas doutoras esteticistas, não resolverão o problema?... e os peelings? E os botox e os cristais de algas e uvas, as glucosaminas???? Heimmm, não dá?
Pelo que me apercebo ela tem não só as tais rugas dinâmicas mas também as estáticas. As rugas provocadas pelo movimento facial (quando ela segue os visitantes com o olhar, dizem…) e as rugas estáticas, aquelas que são presentes mesmo sem movimento facial. E deitem estático nisso, 4 séculos de estática forçada! Apliquem-lhe a Toxina Botulínica, vulgarmente conhecida por botox, e vão ver a ela a remoçar!
Ou então se a prima dona esta sensível à dor e já não aguenta cortes e injecções recorram ao botox eléctrico GFX (rádiofrequencia para as linhas glabeláres).
Eu bem dou as ideias!

...não façam nada não, e verão que até no colo ela vai ter rugas. A força da gravidade é terrível, tudo vai para baixo. Vejam bem, o sorriso da Mona Lisa no século XVI não era nada assim! Não sabiam? Pois é, ela tinha um daqueles sorrisos de orelha a orelha, um sorriso escancarado que deixa todo o corta-palha e respectivas gengivas à mostra. Claro!!! A força da gravidade não perdoa, põe-se a actuar com os 9,78m/s2 e pronto, e por isso temos agora lhe ver o tal sorriso irritante. Mas não há mal que sempre dure, sosseguem!
Imaginem que foram feitos estudos, e a força da gravidade ainda vai converter a mona Lisa numa mulher séria ou seja sisuda, cara fechada. Eu já cá não estarei para ver, mas pelo menos tenho o conforto que aquele sorriso irá pró maneta.

06 fevereiro, 2008

Forbes, Rolling Stone e Tv Rural






Eu, famosa e nem sabia! Kiá, kiá, kiá!!!!!!!!!!!!!!!

05 fevereiro, 2008

Profs/ensino/números


















"Os PROFESSORES em Portugal não são assim tão maus..."Consulte a última versão (2006) do Education at a Glance, publicadopela OCDE.Aqui:http://www.oecd.org/dataoecd/44/35/37376068.pdf

Se for à página 58, verá desmontada a convicção generalizada de que os professores portugueses passam pouco tempo na escola e que no estrangeiro não é assim.É apresentado no estudo o tempo de permanência na escola, onde osprofessores portugueses estão em 14º lugar (em 28 países), com temposde permanência superiores aos japoneses, húngaros, coreanos, espanhóis,gregos, italianos, finlandeses, austríacos, franceses, dinamarqueses, luxemburgueses,checos, islandeses e noruegueses!
No mesmo documento de 2006 poderá verificar, na página 56, que osprofessores portugueses estão em 21º lugar (em 31 países) quanto a salários!



Na página 32 poderá verificar que, quanto a investimento na educação
em relação ao PIB, estamos num modesto 19º lugar (em 31 países) e que estamos em 23º lugar (em 31 países) quanto ao investimento por aluno.

E isto, o M.E. não manda publicar...Não há problema. Já estamos habituados a fazer todos os serviços, por issotambém não nos custa promover a divulgação do relatório dando-o a conhecerao maior número de pessoas possível, para que se faça eco da verdade.

04 fevereiro, 2008

AFRO

Recebi-a curiosa, e ansiosa porque aquele sitio é o único onde leio sem óculos. Apesar da minha hipermetropia avançada, conjugada com muita letrinha consumida, ali leio sem óculos, pois as revistas que existem nos cabeleireiros são tão xinfrim que dispenso os óculos. Para ver as fofocas medíocres, basta-me as imagens. Como fico com as orelhas meio coloridas também, não tenho onde apoiar os vidrinhos, e reforço a atitude, vejo mesmo só os bonecos e distancio a revista quando dá.
Mas uma revista AFRO!!!!!
Merecia um bom par de vidrinhos (julgava eu).
Revista Afro, acabadinha de estrear: Fevereiro 2008 nº 1, editora Impala.
Fiquei balançada com o título e desapontada com cada página que folheava.Afinal não passa de mais uma revista cor-de-rosa, mas com tendência exclusivamente marron.
Tudo muito cor de chocolate, as negras com sucesso e pouco mais… mas com sucesso nas telenovelas brasileiras, Thaises Araujos, mais as misses angolas, Micaelas super produzidas, modelos tipo Naomis, umas receitas de papaia com mais não sei o que, mesa vestida à angolana, decorações etno (um quadrito de parede com umas listas), a poligamia no homem africano, dossier especial noivas…
Parece que o objectivo é despertar o interesse de todos os interessados na cultura africana… hummm não estou a ver!!!
Depois apresenta-se como sendo a primeira revista portuguesa «para a mulher de origem africana».Mas isto agora é por raças??? Nas fotos não vi nem uma branquela…. Exclusivamente negros. Mas os africanos não se esgotam nos negros, assim como os europeus não se esgotam nos arianos branquelas. Que limitação, que falta de imaginação! Onde nós estamos? Depois queixem-se da xenofobia, dos preconceitos raciais, bla, bla, bla.
Podia ser uma boa revista! Se se evitasem os lugares comuns e o seguidismo fútil dos modelos da imprensa cor de rosa europeia, pois há um universo de coisas interessantes a divulgar. Afinal continua a mesmisse de sempre, estilo Maria, e de Afro só tem mesmo a predominância do castanho.
Fiquei francamente decepcionada.
Esta é uma opinião muito pessoal.

02 fevereiro, 2008

GREGOR WOLLNY


Uma pantomina protagonizada pelo cómico alemão Gregor Wollny, jovem mimo de nacionalidade alemã que interpreta essa pantomina.

É dificil por uma plateia a rir ou pelo menos agradada pelo período de uma hora. Pois ele consegue. O cenário é negro e artista tem alguns materiais que suportam a sua ausência da fala durante o espectaculo. A velha mala de viagem, o metro de obra, os balões, os confetis, o banco de pescador, varas maleaveis... enfim. As situações apresentadas são geradas com um poder expressivo desenvolvido certamente numa escola própria, e que tocam por vezes cenas dejá vu, tipo vidro invisivel, marcel maurceux, chaplin....etc..

Gregor é um jovem artista, altamente criativo, com grande sensibilidade, capaz de transformar as cenas do quotidiano em humor genuino, reforçando a simplicidade e a ingenuidade.

Diverti-me e pretendo voltar a vê-lo daqui a uns anitos, pois vai ser uma estrela.


http://www.gregor-wollny.de/ (tem uma página tambem original)

01 fevereiro, 2008

O meu sonho


Alguém me ajude a reencontrar o meu sonho.
Quem não sonha enquanto dorme?
Sonhos estranhos, bizarros, surrealistas, sonhos agradáveis, sonhos que nos alimentam a existência.
Quando temos sonhos maus, queremos acordar rapidamente, e acordamos ofegantes, cansados, aflitos, dizem-me que esses sonhos se chamam pesadelos.
Quando temos bons sonhos, deixamo-nos embalar nos braços do Morfeu e evitamos grandes sobressaltos para não acordar. Por vezes acordamos e fazemos um esforço para entrar de novo no mesmo sonho e quase sempre perdemos a porta da entrada, ou a competência para entrar.
Mas temos sonhos que se repetem. Repetem-se ao longo dos anos, dando-nos o mesmo conforto onírico, de outras tantas vezes, aperfeiçoando a nossa consciência dentro desse sonho, dando-nos a capacidade de reconhecer o tal sonho, no meio de tantos outros e estimulando-nos a permanecer neles. Sonhamos com o que já aconteceu e com aquilo que nunca aconteceu. Sonhamos até com aquilo que nunca imaginamos que poderia acontecer. Sonhamos que já sonhamos daquela maneira, sonhamos que não estamos a gostar tanto desse sonho. Sonhamos a cores, com ângulos de visão a 360º, sonhamos em perspectiva dirigindo os sonhos e as suas personagens até diversos pontos de fuga. Sonhamos para dentro de nós em dimensões inconcretizáveis entre o infinitamente grande e o infinitamente pequeno, e sem que isso nos dê preocupações de maior. Sonhamos, e acordamos despreocupados com as possíveis interpretações, direccionados apenas pelo sonhar de novo.

Um dia perdi o meu sonho.

Só me apercebi, passadas semanas, tendo ultrapassado o tempo razoável de o reclamar numa qualquer secção de perdidos e achados.
Procurei através de outros sonhos sonhados e outros ainda em lista de espera, mas em vão.
Tentei substitui-lo por outro sonhos com as mesmas características, mas continuo carente desse sonho. Utilizei truques antes de adormecer, literários, poéticos e mais ou menos. Mas nada! o sonho parece que foi de férias para a Atlântida.
Faz-me falta esse sonho.
Abandonou-me por um motivo qualquer que posso conhecer ou não, mas deixou de habitar as minhas noites, deixando-me triste, incompleta, sentindo-me como se esse sonho tivesse morrido, mas procurando ou desejando esperançosamente que volte numa noite, me encontre a dormir suavemente e recorde a password de entrada.

31 janeiro, 2008

Todas as cartas de amor

(clique para ampliar)

Quantas vezes eu já manipulei esta poesia? Não tem conta.
Já a escrevi em todas as cores, já lhe coloquei diversos fundos, já a publiquei em diversos blogs, já a sobrepuz em diversos Fernandos Pessoas... ah porque depois aproveito e manipulo também as imagens que possuo do poeta naquele momento.
Tenho uma paixão rídícula, por este poema. Acho-o sempre actual, perfeito na configuração das paixões, rigoroso na auto-critica, verdadeiro e lindo de morrer. Tenho um especial prazer em observá-lo, lê-lo recriando diferentes cenários, e lê-lo de novo.
Continuarei a repetir-me. Continuarei ridiculamente a inventar suportes para estas palavras.

29 janeiro, 2008

Parcour


Isto é a tradução real de muitos dos meus sonhos. Flutuar, saltar de um lado para o outro, possuindo um dom de agilidade invulgar. Subir e descer edificios pelo lado exterior, saltar muros, sem nunca me aleijar.

Sonho, mas não chego lá.

OK!!!! Lá vem o Freud!!!!!!

28 janeiro, 2008

Colher, copo ou balde


Durante a visita a um hospital psiquiátrico um dos visitantes perguntou ao director:

"Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa ser hospitalizado aqui?"

Respondeu o director: "Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma colher , um copo e um balde e pedimos que a esvazie. De acordo com a forma que ele decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não."

"Entendi" disse o visitante " uma pessoa normal usaria o balde , que é maior que o copo e a colher."

"Não" respondeu o director, "uma pessoa normal tiraria a "tampa do ralo".

O que o senhor prefere?

Quarto particular ou enfermaria ?"


Dedicado a todos que escolheram o balde....