17 dezembro, 2007
16 dezembro, 2007
A PAPISA JOANA
Sinopse: A autora reuniu, numa perfeita combinação, aspectos lendários com factos históricos do qual resultou um romance sobre Joana de Ingelheim. Filha de um missionário inglês e de uma mãe saxónica, Joana, nascida a 814, sente-se frustrada pelas limitações impostas à sua vida pelo simples facto de ter nascido com o sexo errado. O seu irmão Mateus começou a ensiná-la a ler e escrever quando Joana contava apenas seis anos. Com a sua morte, Joana recorre a toda a sua astúcia e capacidade de ludibriar de modo a continuar a dar largas à sua paixão pelo saber. Mais tarde, Joana foge de casa para seguir os passos do seu irmão João, a caminho da escola religiosa na Catedral de Dorstadt, onde ela se torna a única presença e estudante feminina tolerada. É quando surge Geraldo, e a vida de Joana muda ao aperceber-se de que o ama. No entanto, o seu amor é-lhe interditado pelas maquiavélicas manobras de Ritschild. Usando as roupas e identidade do irmão, depois deste ter sido chacinado durante um ataque normando, Joana foge e entra para o mosteiro de Fulda, onde ela se passa a denominar, depois de feitos os votos primordiais, João Anglicus. Trilhando o caminho de monge a padre num instante, enquanto apurava o seu conhecimento e técnicas de cura, Joana começa a traçar a sua rota direita a Roma, onde os seus dons lhe abrem caminho para se tornar confidente e físico curador dos dois papas. É nos meandros de várias intrigas políticas no meio eclesiástico que Joana, ela própria, ascende ao posto de pontífice máximo da Igreja Católica. A Papisa Joana resulta numa fabulosa e vívida recriação do período por nós conhecido como a "Idade das Trevas".
Opinião:
Afinal do século 9 ao século 21, só passaram 12 séculos!!!!
A descriminação da mulher na Idade das Trevas era só um pouco mais brutal. A sociedade também o era em todos os aspectos.
"Acreditava-se que o sangue mentrual azedava o vinho, arruinava as colheitas, tornava as lâminas rombas, enferrujava o metal e infectava a mordedura dos cães com um veneno mortal. Salvo raras excepções as mulheres eram tratadas como se fossem sempre menores, sem quaisquer direitos legais ou de propriedade. A lei previa que pudessem ser espancadas pelos maridos. A violação era considerada uma forma menor de roubo. A educação das mulheres era desencorajada porque uma mulher instruída era considerada não só contra a natureza como também perigosa".

Uma simples descamação do útero ainda hoje tem uma carga negativa na mulher, sinal de castigo da antiga, pobre e bem descriminada Eva. A mulher menstruda faz baixar as claras em castelo, a maionese estraga-se, as colheitas em que toca perdem-se, as sementes nos jardins secam, a fruta das árvores cai, os favos das abelhas murcham e o ferro fica perdido pela oxidação. O cheiro torna os cães raivosos.
No Ocidente a emancipação de algumas mulheres deu-se há 3, 4 décadas. Mesmo assim a violência doméstica permanece e quantos não pensam que uma mulher instruída e autónoma só complica e atrapalha?????
A Idade das Trevas continua a estender os seus braços até aos dias de hoje.
15 dezembro, 2007
100 anos
O Sr. Arquitecto Óscar Niemeyer faz 100 anos.
O senhor uma vez escreveu "minha posição diante do mundo é de invariável revolta" . Onde é que nasceu esse sentimento ?
Niemeyer : “Veio da miséria que nos cerca. (...)
Niemeyer : “Veio da miséria que nos cerca. (...)
Sempre digo : o sujeito para ser feliz tem de ter saúde e dinheiro,mas tem de ser burríssimo, porque pode viver como um bicho. Mas,desde que olhe em volta e veja que existe tanta gente sofrendo, a vida fica mais amarga.”

14 dezembro, 2007
Ponte Leonardo da Vinci

Em 1502 Leonardo da Vinci fez um desenho simples de uma bonita ponte, com cerca de 240 - metros. Da Vinci concebeu a ponte como parte de um projeto de engenharia civil para o Sultão Bajazet II de Constantinopla (Istambul).
A ponte nunca foi construída.
Em 1996, um pintor noruegues, Vebjørn Sand, viu o desenho e um modelo da ponte numa exposição sobre os desenhos arquitectónicos e de engenharia de Leonardo. A simplicidade do desenho atraiu-o e de seguida concebeu um projecto da ponte. A ponte norueguesa faz história como o primeiro desenho de engenharia civil de Leonardo que foi construído para uso público.
Para que o projecto tivesse sucesso organizou-se uma equipa profissional, formada por arquitectos e engenheiros, e numerosos locais foram considerados até ser encontrado o sítio correcto.
Para que o projecto tivesse sucesso organizou-se uma equipa profissional, formada por arquitectos e engenheiros, e numerosos locais foram considerados até ser encontrado o sítio correcto.
Vebjørn Sand considera que este projecto reúne o mundo funcional e o mundo estético. A ponte une o passado com o presente, e manifesta o maior e o mais belo aspecto da Renascença, a interligação da arte com a ciência. Esta é uma reunião entre céu e da terra, entre o espiritual e o material.
Para o artista, a ponte é também uma bela metáfora para o encontro entre pessoas, culturas e continentes. É em si mesmo, na sua realidade - a expressão harmónica da presente reunião.
Para o artista, a ponte é também uma bela metáfora para o encontro entre pessoas, culturas e continentes. É em si mesmo, na sua realidade - a expressão harmónica da presente reunião.
Da Vinci tinha deixado instruções incompletas no seu caderno para a construção de seu projecto. Foi sugerido que ele não tinha a intenção de atravessar algum dia esta ponte, pois o projecto não era mais do que um esboço visionário. No entanto a encomenda era real, e não seria normal que Leonardo desse como resposta, algo que não pudesse ser construído.

A empresa de arquitectura Selberg Arquitetos criou o projecto definitivo.
A ponte norueguesa Leonardo foi construída e inaugurada em 31 de Outubro
de 2001. Dado o simbolismo desta ponte, há a intenção de construir uma ponte destas em cada continente.A ponte norueguesa Leonardo foi construída e inaugurada em 31 de Outubro

11 dezembro, 2007
LEONARDO DA VINCI - o génio





Leonardo da Vinci- o Génio
Denominada de maior exposição do mundo sobre Leonardo da Vinci, criou em mim uma expectativa enorme.
Não sei se será a maior, se já esteve em Moscovo, S. Francisco, S. Paulo…. Esta é a do Palácio de Cristal no Porto.
Está aberta até às 10 da noite.
Uma entrada mal iluminada, foi com que deparei quando subi do estacionamento.
Procurei a entrada naquele edifício que substituíu o Palácio de Cristal de verdade, há mais que muitos anos, mas que também possui uma beleza própria - volume de ouriço marinho, estrutura de placa ambulacral – quanto mais não seja cortou com o cordão umbilical britânico e o snobismo intrínseco que se espelhava também num edifício que cheiraria certamente a smog.
Não sei, não o conheci.
Este, gosto dele, apesar que existem espaços de intelectuais onde se considera piroso, uma aberração, gostar-se do palácio de Cristal de Carlos Loureiro, aliás afirmações do género são um passaporte para a guilhotina cultural
. Não interessa.
Lamento apenas que este edifício não esteja bem conservado e pareça o primo pobre do Palácio da Musica.
Entrei, num fim de dia frio de Dezembro, com aquela chuvinha molha tolos: Lá dentro estava frio também, desagradável mesmo.
Ahhhh! Sim a exposição.
Lá fui eu à procura de um Leonardo desconhecido.
Fiquei bem impressionada com o que vi, vi o que conhecia e algumas coisas que desconhecia.
Entendo que com o material exposto seria possível fazer melhor. Bem melhor!
O ponto forte da exposição é sem dúvida “As máquinas” inventadas por este génio do século XV. Máquinas construidas, seguindo fielmente os desenhos inventivos de Leonardo …… Máquinas de guerra, civis, terrestres, máquinas voadoras, máquinas musicias … a maioria, além de se ver, pode-se ver e experimentar, o que adiciona um parâmetro pedagógico muito positivo.
Uma entrada mal iluminada, foi com que deparei quando subi do estacionamento.
Procurei a entrada naquele edifício que substituíu o Palácio de Cristal de verdade, há mais que muitos anos, mas que também possui uma beleza própria - volume de ouriço marinho, estrutura de placa ambulacral – quanto mais não seja cortou com o cordão umbilical britânico e o snobismo intrínseco que se espelhava também num edifício que cheiraria certamente a smog.
Não sei, não o conheci.
Este, gosto dele, apesar que existem espaços de intelectuais onde se considera piroso, uma aberração, gostar-se do palácio de Cristal de Carlos Loureiro, aliás afirmações do género são um passaporte para a guilhotina cultural
. Não interessa.
Lamento apenas que este edifício não esteja bem conservado e pareça o primo pobre do Palácio da Musica.
Entrei, num fim de dia frio de Dezembro, com aquela chuvinha molha tolos: Lá dentro estava frio também, desagradável mesmo.
Ahhhh! Sim a exposição.
Lá fui eu à procura de um Leonardo desconhecido.
Fiquei bem impressionada com o que vi, vi o que conhecia e algumas coisas que desconhecia.
Entendo que com o material exposto seria possível fazer melhor. Bem melhor!
O ponto forte da exposição é sem dúvida “As máquinas” inventadas por este génio do século XV. Máquinas construidas, seguindo fielmente os desenhos inventivos de Leonardo …… Máquinas de guerra, civis, terrestres, máquinas voadoras, máquinas musicias … a maioria, além de se ver, pode-se ver e experimentar, o que adiciona um parâmetro pedagógico muito positivo.
Realce para a construção de uma ponte tipo, de execução rápida e eficiente, utilizando apenas alguns troncos de árvore, com uma concepção simples.
Quem não teve oportunidade de visitar, visite este endereço:
http://www.museoscienza.org/english/ancora/Default.htm
Por esta estrada digital, conseguirá construir um boneco do Leonardo que vai muito para além daquilo que recentemente se dissertou sobre a última ceia, celebrizada pelo livro de Dan Brown, e acrescenta também muito sobre o que está exposto. Mas nunca esqueça, este homem viveu no século XV, e separam-nos 5 séculos de tecnologia.
Ele concebeu não só um fato de mergulho, como passarolas e metrelhadoras rotativas e pontes….e…. e….
Um apontamento final: de 30.000 documentos escritos com as suas anotações, estudos, etc, apenas se conhecem cerca de 1/3- Cérebro sobrelotado!!!
(Claro reencontrei a Mona Lisa!)
Quem não teve oportunidade de visitar, visite este endereço:
http://www.museoscienza.org/english/ancora/Default.htm
Por esta estrada digital, conseguirá construir um boneco do Leonardo que vai muito para além daquilo que recentemente se dissertou sobre a última ceia, celebrizada pelo livro de Dan Brown, e acrescenta também muito sobre o que está exposto. Mas nunca esqueça, este homem viveu no século XV, e separam-nos 5 séculos de tecnologia.
Ele concebeu não só um fato de mergulho, como passarolas e metrelhadoras rotativas e pontes….e…. e….
Um apontamento final: de 30.000 documentos escritos com as suas anotações, estudos, etc, apenas se conhecem cerca de 1/3- Cérebro sobrelotado!!!
(Claro reencontrei a Mona Lisa!)
07 dezembro, 2007
Convites: Agustina,Graça Morais e Pedro Caldeira Cabral




Normalmente a minha caixa de correio real, confunde-se com a minha caixa de correio electrónico. As semelhanças são a quantidade de documentos postais que lá vão parar. A grande maioria vai para o lixo. O lixo virtual elimina-se de forma facil. A outra é mais maçadora e enche sacos e sacos de papel, que seguem para o papelão. Ambas têm de sofrer uma vigilância diária, para não ficarem a abarrotar pelas costuras.De todo o trafego aproveito uma pequena percentagem. Hoje foi um dos dias que valeu a pena abrir a caixa de correio real: 3 convites, todos optimos! Não sei por quais me vou decidir!
Assim está bem!!!!!!
06 dezembro, 2007
Apóstrofo
Já alguns dias que estou sem tempo para abrir o estir@dor, cheia de trabalho, relatórios, avaliações, coordenação de actividades, etc, etc, limitando a minha navegação à leitura dos emails mais importantes.
Ainda continuarei assim por alguns dias, porém não resisti a divulgar este conceito de apóstrofo. Como não gargalhar?
Espero que gostem.
02 dezembro, 2007
Recomeça
01 dezembro, 2007
30 novembro, 2007
29 novembro, 2007
FRANCESCA DONATI, designer
FRANCESCA DONATI

C
A
M
A
C
O
B
R
A

COBRA CAMA

Trata-se de um sistema versátil, cómodo, que se pode construir e desconstruir adaptando-se às situações e sempre agradável de ver e de sentir. Faz-me lembras Richard Serra.
Parece confortável,... divertida é de certeza,... em amarelo parece-me bem.
GOSTO!

Trata-se de um sistema versátil, cómodo, que se pode construir e desconstruir adaptando-se às situações e sempre agradável de ver e de sentir. Faz-me lembras Richard Serra.
Parece confortável,... divertida é de certeza,... em amarelo parece-me bem.
GOSTO!
28 novembro, 2007
27 novembro, 2007
Sociedade da informação/socidade industrial e o eterno norte/sul

O actual modelo da sociedade da informação caracteriza-se essencialmente por ser uma sociedade onde o desenvolvimento tecnológico possibilita cada vez mais, a intervenção sobre a própria informação. Na sociedade industrial a dinâmica foi inversa, a acumulação e o tratamento da informação tinha como objectivo a revolução tecnológica.
A primeira caracteriza-se por ser globalizante. A informação circula rapidamente por todo o mundo conectado ao digital, gera actualização constante, interliga diversas áreas do saber, promove a criatividade e a participação colectiva, abre múltiplos caminhos para a resolução de problemas e cria cada vez mais estímulos à evolução na aprendizagem. O utilizador abandona o seu papel de mero receptor de informação, e passa automaticamente a funcionar como entidade activa, também capaz de gerar informação e de a divulgar rapidamente, utilizando os mesmos canais.
A sociedade industrial caracteriza-se por se apresentar mais isolada, condicionada na circulação da informação. O tempo institui-se como uma dimensão a considerar, uma barreira difícil de ultrapassar, permitindo que a informação permaneça quase estática, e a actualização do conhecimento, seja sempre uma novidade de difícil concretização.
As sociedades pretendem-se democráticas. O ensino também. A escola nunca o conseguiu ser.
Esta caminhada do paradigma digital vem acentuar ainda mais as desigualdades de acesso à informação, que agora não se centra apenas nas desigualdades sociais, e nos handicaps culturais de cada um, mas sim na aldeia global que é o mundo. Os países em vias de desenvolvimento, além de serem os mais pobres do planeta, são aqueles que se situam mais afastados daquela que parece ser a grande riqueza actual, a informação. Os países com maior desenvolvimento industrial, como sempre, são os privilegiados e agora, os verdadeiros utilizadores das tecnologias de informação e comunicação, possibilitando-lhes dar o passo de gigante, na evolução do Homem.
A perda da identidade, ou pelo menos a ocorrência de grandes alterações sobre esse domínio, o aumento do desemprego, a desqualificação rápida para o trabalho, a redução da privacidade individual, e os direitos de autor sobre a informação, que circula a nível mundial, são outros aspectos problemáticos da caminhada do paradigma.
Anabela QuelhasA primeira caracteriza-se por ser globalizante. A informação circula rapidamente por todo o mundo conectado ao digital, gera actualização constante, interliga diversas áreas do saber, promove a criatividade e a participação colectiva, abre múltiplos caminhos para a resolução de problemas e cria cada vez mais estímulos à evolução na aprendizagem. O utilizador abandona o seu papel de mero receptor de informação, e passa automaticamente a funcionar como entidade activa, também capaz de gerar informação e de a divulgar rapidamente, utilizando os mesmos canais.
A sociedade industrial caracteriza-se por se apresentar mais isolada, condicionada na circulação da informação. O tempo institui-se como uma dimensão a considerar, uma barreira difícil de ultrapassar, permitindo que a informação permaneça quase estática, e a actualização do conhecimento, seja sempre uma novidade de difícil concretização.
As sociedades pretendem-se democráticas. O ensino também. A escola nunca o conseguiu ser.
Esta caminhada do paradigma digital vem acentuar ainda mais as desigualdades de acesso à informação, que agora não se centra apenas nas desigualdades sociais, e nos handicaps culturais de cada um, mas sim na aldeia global que é o mundo. Os países em vias de desenvolvimento, além de serem os mais pobres do planeta, são aqueles que se situam mais afastados daquela que parece ser a grande riqueza actual, a informação. Os países com maior desenvolvimento industrial, como sempre, são os privilegiados e agora, os verdadeiros utilizadores das tecnologias de informação e comunicação, possibilitando-lhes dar o passo de gigante, na evolução do Homem.
A perda da identidade, ou pelo menos a ocorrência de grandes alterações sobre esse domínio, o aumento do desemprego, a desqualificação rápida para o trabalho, a redução da privacidade individual, e os direitos de autor sobre a informação, que circula a nível mundial, são outros aspectos problemáticos da caminhada do paradigma.
(Intervenções no "O paradigma digital")

26 novembro, 2007
25 novembro, 2007
24 novembro, 2007
engenhocas, arquitecturices e outros


Engenheiros agrícolas
Curso de arquitecturaParece zanga de namorado.
Dada a minha dependência digital, apresso-me a saber o motivo de tal atitude.
Dada a minha dependência digital, apresso-me a saber o motivo de tal atitude.
Trato logo de lhe fazer alguns mimos que a minha intuição feminina me indica.
Esvazio a lixeira, acciono o easy cleaner, e se fosse crente rezaria.
Esvazio a lixeira, acciono o easy cleaner, e se fosse crente rezaria.
Procuro a eliminação de ficheiros temporários, coockies,….. e aqueles minutos parecem-me séculos.
Fico a acreditar na promessa que tudo vai ficar mais rápido, mas ele não se deixa enganar.
Preciso mesmo de esvaziar ficheiros!
Fiz uma ronda pelas imagens e algumas já foram à vida.
Outras acho que são imprescindíveis....outras... fico naquela que ainda posso precisar delas... outros não sei porque as guardei... que tarefa complicada!
Estes cartazes dos nostros hermanos resolvi colocá-los aqui, e logo a seguir seguem o caminho necessário.
23 novembro, 2007
Socialização

Ser sociável e socialização, penso que não será exactamente o mesmo.
O ser sociável implica uma certa integração num grupo, mas não implica haver uma grande identificação com o grupo.
Socialização é um processo mais abrangente através do qual o individuo se integra num grupo,interiorizando hábitos, crenças, códigos... a cultura do grupo, aprendendo a interagir com esse grupo, mas construindo gradualmente e em simultâneo a sua identidade.
Este processo faz-se ao longo da vida, primeiro com a família e depois com a familia + escola.
Substituir uma sala de aula ou uma escola, por um forum ou por um chat, é uma troca que resulta pobre para a construção dessa identidade.
Mas existem outras vantagens, lógico! A primeira, é a motivação, pelo menos por enquanto.
O ser sociável implica uma certa integração num grupo, mas não implica haver uma grande identificação com o grupo.
Socialização é um processo mais abrangente através do qual o individuo se integra num grupo,interiorizando hábitos, crenças, códigos... a cultura do grupo, aprendendo a interagir com esse grupo, mas construindo gradualmente e em simultâneo a sua identidade.
Este processo faz-se ao longo da vida, primeiro com a família e depois com a familia + escola.
Substituir uma sala de aula ou uma escola, por um forum ou por um chat, é uma troca que resulta pobre para a construção dessa identidade.
Mas existem outras vantagens, lógico! A primeira, é a motivação, pelo menos por enquanto.
Anabela Quelhas
(intervenções no "Paradigma digital")
21 novembro, 2007
Ensino on line

O primeiro aspecto importante do ensino on line que vou salientar, é o facto de possibilitar a leitura “desorganizada” dos textos e poder estruturar as consultas de uma forma totalmente livre, em tempo e em espaço. A não necessidade de existir sincronia entre o “professor” e o aluno e ainda entre os diversos alunos, imprime logo à partida um factor de motivação e de dinâmica pedagógica, o que não implica a ausência de interacção virtual, mas sim a construção de uma grande liberdade na gestão das dimensões referidas: tempo e espaço.
O conceito de Professor Animador define o perfil do novo professor. Será um perfil de professor activo, atento, próximo, multifacetado, dinâmico, versátil, criativo e capaz de converter o processo ensino aprendizagem numa acção colectiva, de interiorização e aplicação de conhecimentos, mas numa perspectiva biunívoca (aprendizagem realizada nos dois sentidos), tendo sempre como suporte as tecnologias de informação e comunicação.
Achei interessante a frase:”a informação envelhece. O tempo de vida dos saberes é cada vez menor”. Esta reflexão leva-nos para a importância da actualização rápida da informação que é feita on line, e leva-nos também ao fim anunciado, da biblioteca tradicional como armazém de conhecimento.
Considero como aspecto menos positivo, a vertente da socialização.
Claro que o ciberespaço proporciona interacção, a construção de grupos, e até de redes de afectos, mas a socialização é algo mais complexo que o mundo virtual.
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