18 janeiro, 2008

Duociclar



Quantos já deitaram fora uma banheira?

Afinal!!!!!! com um bocadinho de
imaginação.....temos uma banheira convertida em duas poltronas. Uma terá ralo, outra não... mas isso são apenas pormenores!

17 janeiro, 2008

16 janeiro, 2008

Quando o céu vira tela









Estava num laboratório de de físico-químicas, neste sábado à tarde, algures por aí, entre experiências acústicas, vibrações, timbres e outras coisas que tais e assim num repente senti um feeling de sair - aquelas sensações que nem física, nem quimica sabem explicar através de fórmulas matemáticas ou tubos de ensaio. Não há Big Bangs, pontos Alfa e pontos Omega que nos impeçam de sair de fininho, mesmo correndo o risco de alguém nos julgar de modo menos conveniente.
Cheguei cá fora e olhei o céu...

14 janeiro, 2008

Me faltou o azul

(clique para ampliar)

10 janeiro, 2008

Entre umas e outras

Entre umas e outras, num momento de pausa, estava eu explicando os caminhos por mim percorridos entre milhares de agulhas de acupuntura, tentando explicar as minhas razões por esta opção oriental… assim, meridianos para aqui, paralelos para acoli, analogia com o processo da divisão das células da origem da vida, tentativas em explicar cientificamente, aquilo que nunca entendi, muito bem, que nem Mártir S. Sebastião…. Alguém me diz:
- Assim tipo quando abrimos o forno e espetamos palito, para ver se o bolo está bom!!!!
Fiquei de desarmada! Ganhei a tarde!
Vesti o sorriso de Mona Lisa o resto do dia!!!!!!!!!!!!!!!!


09 janeiro, 2008

Entre o verde...


Fotografia: Robert Alvarez

08 janeiro, 2008

Ainda sobre Vieira da Silva



Vieira da Silva casou com Arpad Szenes, pintor hungaro que conheceu em Paris, tendo portanto perdido a nacionalidade portuguesa.
Arpad além de húngaro era também judeu, o que provocou a sua fuga à perseguição nazi, para Portugal, durante a segunda guerra mundial. Decidiram viver em Portugal em 1939, fugindo aos horrores da ocupação nazi da França, e Vieira da Silva tentou recuperar a nacionalidade portuguesa.
Salazar recusou sucessivamente os vários pedidos, entendendo ser demasiado perigosa a sua ligação marital com Arpad, julgando-o comunista. Ficaram em Portugal por pouco tempo. Não deixou de participar num concurso de montras, realizado no âmbito da Exposição do Mundo Português, que também lhe encomendou um quadro, mas cuja encomenda lhe foi retirada em consonância com a regeição de Salazar.
As notícias acerca da guerra agravaram-se cada vez mais e em Junho de 1940, Vieira e Arpad embarcaram para o Brasil.
Apesar de compreender a língua deste país e de ter feito amizades graças a cartas de recomendação de amigos portugueses, ela nunca perdeu o sentimento de desenraizamento que desde o início a assaltara, no exílio. Por outro lado a sua pintura não foi valorizada no Brasil, pois o estilo figurativo dominava nessa época a arte brasieleira.

Voltou a Paris em 1947. Em 1956, Vieira e Arpad naturalizaram-se franceses.

07 janeiro, 2008

03 janeiro, 2008

Vieira da Silva




As primeiras obras que conheci de Vieira da Silva, foi na década de 70. Chegou-me a informação um pouco confusa e filtrada pela censura. Já nem sabia muito bem, se era um homem se era uma mulher, se era portuguesa, se era brasileira ou francesa… sei que rabiscava como os arquitectos. Foi isso que retive.
Depois viram os cartazes sobre Abril.
Na década de 80 vi uma grande exposição na Fundação Gulbenkian, acho que, já no museu de arte moderna, sobre a obra dela, onde figuravam tapeçarias de gigantescas dimensões, hoje algures lá pela Holanda, a decorar o palecete dum ricalhaço ou servindo de cenário no foyer de um banco, e que me deixaram deslumbrada, com curiosidade de estudar à exaustão a obra desta senhora. Até comecei a utilizá-la como referência no meu processo imaginativo, quando iniciava uma modesta pintura.
Não cheguei a conhece-la pessoalmente.
Pareceu-me sempre, ser uma pessoa simples que rabiscava fabulosamente bem.
Identificam a sua obra como sendo lírico-abstracta, que segundo li, causava-lhe um certo incómodo, tal chavão.
Imagino-a como sendo uma mulher simples, que teria sempre uma caneta na mão para rabiscar…uma bic talvez, quem sabe, ou de tinta permanente? e tal como todos nós fazemos, rabiscamos qualquer coisa de forma pouco consciente, quando estamos entretidos a ouvir alguém, ou esperamos alguém na mesa do café. Desenhava os tabuleiros de xadrês, as cidades, as bibliotecas, os ateliers onde trabalhava e imagino que a maioria dos seus desenhos, começariam com aqueles traços que procuram o ponto de fuga, numa perspectiva central, que muita gente faz, e que depois lhe passa uma malha geométrica por cima e a seguir amassa o papel e deita fora. A única diferença será que, os rabiscos de Vieira da Silva não iriam para o lixo. Ela repetia essa malha desenfreadamente ate atingir um rendilhado pictórico, ou um labirinto cromático. E aí é que começa a parte difícil, confusa e complicada. Experimentem fazê-lo! A representação do espaço consta da expressão de uma outra forma de ver, formada pela desfragmentação, pela desconstrução do real, utilizando imensos traços, rabiscos, texturas, superfícies, num emaranhado de formas e, necessariamente de raciocínios labirínticos. Acho que nada surge acaso. Mas tudo surge dum representação rigorosa inicial.
Ninguém consegue expressar tão bem o emaranhado das malhas urbanas como esta pintora - as linhas a negro reforçam a intencionalidade de algo, num meio concentrado e saturado de grafismos, que leva algumas pessoas a deduzir erradamente que ela terá tido formação em arquitectura. Mas de facto, ela tangencia imensas vezes o esquiço arquitectónico, que procura projectar espaços urbanos, que procura encontrar soluções para espaços vazios ou de circulação, mas desmultiplica-o simultaneamente em espaços com intenção de tridimensionalidade, e ainda por cima belíssimos.
Tenho sempre dificuldade em escolher uma obra que aprecie mais. Por isso consultem esta página que construí
http://culturalmente.mja.googlepages.com/home

Só umas notas finais:
- o ano de 2008 é o ano do seu centenário e apesar de ser uma figura impar na pintura contemporânea, não há uma página portuguesa que ilustre convenientemente a sua obra. Tive que recorrer a um site castelhano para fazer a minha página. Enfin!!!
- o facto da maior parte da sua obra estar em França fica-se a dever à “visão”do ditador Salazar. Mas Salazares há muitos!

02 janeiro, 2008

A espera

Autor: Rui Zink

Editor: Editorial Teorema
ISBN: 9789726957133


Lembram-se da noite da má lingua?????

Descobri que um livro serve também para agredir fisicamente.

Digam-me lá porque se diz caça à baleia e não, pesca à baleia?

01 janeiro, 2008

ISTO AGORA VALE TUDO!!!

Para os paises asiáticos não se ficarem a rir, agora Buenos Aires...



http://www.grupotorcello.com.ar/ABAF/index.htm

(ALGUÉM PERDEU ESTA BROCA?)





30 dezembro, 2007

Grande Teatro Nacional da China




















Grande Teatro Nacional da China – uma das grandes obras concluídas em 2007

Localizado em Pequim, na China, é composto por uma ópera, uma sala de concertos e dois teatros, tudo isto envolvido por titânio e vidro numa forma de concha elíptica. Uma autêntica cidade de teatros encolvida num lago artificial, que reflecte o seu volume, completando a sua forma, que lhe conferiu o apelido popular de Ovo.

Desenhado pelo arquitecto parisiense Paul Andreu.

Alguns críticos consideram uma obra demasiado de vanguarda como o histórico Palácio Imperial e o Grande Hall do Povo mesmo ali ao lado.Outros, descrevem-na como uma pérola de Pequim e um símbolo de sucesso da China - tanto económico e cultural.
Para além da Ópera, o edifício alberga também uma sala de concertos, teatro e mais uma galeria de arte, com espaço para cerca de 6500 visitantes. Um enorme cúpula de vidro cobre a área útil de cerca de 200000 metros quadrados.

29 dezembro, 2007

28 dezembro, 2007

ARCHIGRAM

Redescobrindo a arquitetura do Archigram, CONSULTE:
arquitextos/arq000/esp231.asp+archigram&hl=pt-PT&ct=clnk&cd=4&gl=pt&lr=lang_pt