06 janeiro, 2008
03 janeiro, 2008
Vieira da Silva

As primeiras obras que conheci de Vieira da Silva, foi na década de 70. Chegou-me a informação um pouco confusa e filtrada pela censura. Já nem sabia muito bem, se era um homem se era uma mulher, se era portuguesa, se era brasileira ou francesa… sei que rabiscava como os arquitectos. Foi isso que retive.
Depois viram os cartazes sobre Abril.
Na década de 80 vi uma grande exposição na Fundação Gulbenkian, acho que, já no museu de arte moderna, sobre a obra dela, onde figuravam tapeçarias de gigantescas dimensões, hoje algures lá pela Holanda, a decorar o palecete dum ricalhaço ou servindo de cenário no foyer de um banco, e que me deixaram deslumbrada, com curiosidade de estudar à exaustão a obra desta senhora. Até comecei a utilizá-la como referência no meu processo imaginativo, quando iniciava uma modesta pintura.
Não cheguei a conhece-la pessoalmente.
Pareceu-me sempre, ser uma pessoa simples que rabiscava fabulosamente bem.
Identificam a sua obra como sendo lírico-abstracta, que segundo li, causava-lhe um certo incómodo, tal chavão.
Imagino-a como sendo uma mulher simples, que teria sempre uma caneta na mão para rabiscar…uma bic talvez, quem sabe, ou de tinta permanente? e tal como todos nós fazemos, rabiscamos qualquer coisa de forma pouco consciente, quando estamos entretidos a ouvir alguém, ou esperamos alguém na mesa do café. Desenhava os tabuleiros de xadrês, as cidades, as bibliotecas, os ateliers onde trabalhava e imagino que a maioria dos seus desenhos, começariam com aqueles traços que procuram o ponto de fuga, numa perspectiva central, que muita gente faz, e que depois lhe passa uma malha geométrica por cima e a seguir amassa o papel e deita fora. A única diferença será que, os rabiscos de Vieira da Silva não iriam para o lixo. Ela repetia essa malha desenfreadamente ate atingir um rendilhado pictórico, ou um labirinto cromático. E aí é que começa a parte difícil, confusa e complicada. Experimentem fazê-lo! A representação do espaço consta da expressão de uma outra forma de ver, formada pela desfragmentação, pela desconstrução do real, utilizando imensos traços, rabiscos, texturas, superfícies, num emaranhado de formas e, necessariamente de raciocínios labirínticos. Acho que nada surge acaso. Mas tudo surge dum representação rigorosa inicial.
Ninguém consegue expressar tão bem o emaranhado das malhas urbanas como esta pintora - as linhas a negro reforçam a intencionalidade de algo, num meio concentrado e saturado de grafismos, que leva algumas pessoas a deduzir erradamente que ela terá tido formação em arquitectura. Mas de facto, ela tangencia imensas vezes o esquiço arquitectónico, que procura projectar espaços urbanos, que procura encontrar soluções para espaços vazios ou de circulação, mas desmultiplica-o simultaneamente em espaços com intenção de tridimensionalidade, e ainda por cima belíssimos.
Tenho sempre dificuldade em escolher uma obra que aprecie mais. Por isso consultem esta página que construí
http://culturalmente.mja.googlepages.com/home
Só umas notas finais:
- o ano de 2008 é o ano do seu centenário e apesar de ser uma figura impar na pintura contemporânea, não há uma página portuguesa que ilustre convenientemente a sua obra. Tive que recorrer a um site castelhano para fazer a minha página. Enfin!!!
- o facto da maior parte da sua obra estar em França fica-se a dever à “visão”do ditador Salazar. Mas Salazares há muitos!
Depois viram os cartazes sobre Abril.
Na década de 80 vi uma grande exposição na Fundação Gulbenkian, acho que, já no museu de arte moderna, sobre a obra dela, onde figuravam tapeçarias de gigantescas dimensões, hoje algures lá pela Holanda, a decorar o palecete dum ricalhaço ou servindo de cenário no foyer de um banco, e que me deixaram deslumbrada, com curiosidade de estudar à exaustão a obra desta senhora. Até comecei a utilizá-la como referência no meu processo imaginativo, quando iniciava uma modesta pintura.
Não cheguei a conhece-la pessoalmente.
Pareceu-me sempre, ser uma pessoa simples que rabiscava fabulosamente bem.
Identificam a sua obra como sendo lírico-abstracta, que segundo li, causava-lhe um certo incómodo, tal chavão.
Imagino-a como sendo uma mulher simples, que teria sempre uma caneta na mão para rabiscar…uma bic talvez, quem sabe, ou de tinta permanente? e tal como todos nós fazemos, rabiscamos qualquer coisa de forma pouco consciente, quando estamos entretidos a ouvir alguém, ou esperamos alguém na mesa do café. Desenhava os tabuleiros de xadrês, as cidades, as bibliotecas, os ateliers onde trabalhava e imagino que a maioria dos seus desenhos, começariam com aqueles traços que procuram o ponto de fuga, numa perspectiva central, que muita gente faz, e que depois lhe passa uma malha geométrica por cima e a seguir amassa o papel e deita fora. A única diferença será que, os rabiscos de Vieira da Silva não iriam para o lixo. Ela repetia essa malha desenfreadamente ate atingir um rendilhado pictórico, ou um labirinto cromático. E aí é que começa a parte difícil, confusa e complicada. Experimentem fazê-lo! A representação do espaço consta da expressão de uma outra forma de ver, formada pela desfragmentação, pela desconstrução do real, utilizando imensos traços, rabiscos, texturas, superfícies, num emaranhado de formas e, necessariamente de raciocínios labirínticos. Acho que nada surge acaso. Mas tudo surge dum representação rigorosa inicial.
Ninguém consegue expressar tão bem o emaranhado das malhas urbanas como esta pintora - as linhas a negro reforçam a intencionalidade de algo, num meio concentrado e saturado de grafismos, que leva algumas pessoas a deduzir erradamente que ela terá tido formação em arquitectura. Mas de facto, ela tangencia imensas vezes o esquiço arquitectónico, que procura projectar espaços urbanos, que procura encontrar soluções para espaços vazios ou de circulação, mas desmultiplica-o simultaneamente em espaços com intenção de tridimensionalidade, e ainda por cima belíssimos.
Tenho sempre dificuldade em escolher uma obra que aprecie mais. Por isso consultem esta página que construí
http://culturalmente.mja.googlepages.com/home
Só umas notas finais:
- o ano de 2008 é o ano do seu centenário e apesar de ser uma figura impar na pintura contemporânea, não há uma página portuguesa que ilustre convenientemente a sua obra. Tive que recorrer a um site castelhano para fazer a minha página. Enfin!!!
- o facto da maior parte da sua obra estar em França fica-se a dever à “visão”do ditador Salazar. Mas Salazares há muitos!

02 janeiro, 2008
A espera
Editor: Editorial Teorema
ISBN: 9789726957133
ISBN: 9789726957133
Lembram-se da noite da má lingua?????
Descobri que um livro serve também para agredir fisicamente.
Digam-me lá porque se diz caça à baleia e não, pesca à baleia?
01 janeiro, 2008
ISTO AGORA VALE TUDO!!!
Para os paises asiáticos não se ficarem a rir, agora Buenos Aires...http://www.grupotorcello.com.ar/ABAF/index.htm
(ALGUÉM PERDEU ESTA BROCA?)
31 dezembro, 2007
30 dezembro, 2007
Grande Teatro Nacional da China








Grande Teatro Nacional da China – uma das grandes obras concluídas em 2007
Localizado em Pequim, na China, é composto por uma ópera, uma sala de concertos e dois teatros, tudo isto envolvido por titânio e vidro numa forma de concha elíptica. Uma autêntica cidade de teatros encolvida num lago artificial, que reflecte o seu volume, completando a sua forma, que lhe conferiu o apelido popular de Ovo.
Localizado em Pequim, na China, é composto por uma ópera, uma sala de concertos e dois teatros, tudo isto envolvido por titânio e vidro numa forma de concha elíptica. Uma autêntica cidade de teatros encolvida num lago artificial, que reflecte o seu volume, completando a sua forma, que lhe conferiu o apelido popular de Ovo.
Desenhado pelo arquitecto parisiense Paul Andreu.
Alguns críticos consideram uma obra demasiado de vanguarda como o histórico Palácio Imperial e o Grande Hall do Povo mesmo ali ao lado.Outros, descrevem-na como uma pérola de Pequim e um símbolo de sucesso da China - tanto económico e cultural.
Para além da Ópera, o edifício alberga também uma sala de concertos, teatro e mais uma galeria de arte, com espaço para cerca de 6500 visitantes. Um enorme cúpula de vidro cobre a área útil de cerca de 200000 metros quadrados.
Para além da Ópera, o edifício alberga também uma sala de concertos, teatro e mais uma galeria de arte, com espaço para cerca de 6500 visitantes. Um enorme cúpula de vidro cobre a área útil de cerca de 200000 metros quadrados.
29 dezembro, 2007
28 dezembro, 2007
ARCHIGRAM
27 dezembro, 2007
O NATAL

O natal foi passado num refúgio, onde a as montanhas ainda tem árvores, a água sabe mesmo a água, a raposa visita-nos durante a noite, e a noite é feita de muito, muito escuro: escuro como breu! (que raio será isso?).
Fui passar o Natal onde ainda se vêm as estrelas no céu, onde nos sentimos insignificantes perante a natureza. Existe ali algo telúrico e ascentral que me atrai invariavelmente para aquele sítio, onde permanecem as minhas raízes, onde permaneço em paz, em equilibrio comigo mesma.
A mesa é mais do que enorme, e de ano para ano torna-se mais pequena, porque as pessoas que se vão sentando à sua volta são cada vez mais. No próximo ano será tudo em triplicado: três mesas, três toalhas de natal, mais pratos, mais talheres…já conto com isso.
Reparo que os meus convidados cada vez têm mais olhos do que barriga. Cada vez apreciam mais uma bonita mesa de Natal, uma boa conversa, mas cada vez comem menos.
Eu, com o telemóvel às voltas, encomenda aqui encomenda acoli. No fim tudo bateu certo!
O Pai Natal chegou, para pequenos e grandes. O Pai Natal, naturalmente, com tanto ano em cima do pêlo, esclerosado e “alzeimeriado”, já nem quer saber do que cada um gosta. Entre livros, bebidas, perfumes, muito brinquedo, assim arrumou mais um ano.
No final, por volta das 2 horas da manhã, Ele lá na outra dimensão, deu-me um verdadeiro presente de Natal. Uma lua anelada! Ou seja uma lua com um grande anel concêntrico, que eu nunca tinha observado, e que segundo a sabedoria popular é sinal de chuva. Não me venham pedir explicações científicas pois ainda não as tenho.
Fui passar o Natal onde ainda se vêm as estrelas no céu, onde nos sentimos insignificantes perante a natureza. Existe ali algo telúrico e ascentral que me atrai invariavelmente para aquele sítio, onde permanecem as minhas raízes, onde permaneço em paz, em equilibrio comigo mesma.
A mesa é mais do que enorme, e de ano para ano torna-se mais pequena, porque as pessoas que se vão sentando à sua volta são cada vez mais. No próximo ano será tudo em triplicado: três mesas, três toalhas de natal, mais pratos, mais talheres…já conto com isso.
Reparo que os meus convidados cada vez têm mais olhos do que barriga. Cada vez apreciam mais uma bonita mesa de Natal, uma boa conversa, mas cada vez comem menos.
Eu, com o telemóvel às voltas, encomenda aqui encomenda acoli. No fim tudo bateu certo!
O Pai Natal chegou, para pequenos e grandes. O Pai Natal, naturalmente, com tanto ano em cima do pêlo, esclerosado e “alzeimeriado”, já nem quer saber do que cada um gosta. Entre livros, bebidas, perfumes, muito brinquedo, assim arrumou mais um ano.
No final, por volta das 2 horas da manhã, Ele lá na outra dimensão, deu-me um verdadeiro presente de Natal. Uma lua anelada! Ou seja uma lua com um grande anel concêntrico, que eu nunca tinha observado, e que segundo a sabedoria popular é sinal de chuva. Não me venham pedir explicações científicas pois ainda não as tenho.
Uma noite de Natal que fechou com chave de ouro! Vá lá de prata, que terá mais a ver com a cor do luar.
20 dezembro, 2007
18 dezembro, 2007
Pensamento do dia
17 dezembro, 2007
16 dezembro, 2007
A PAPISA JOANA
Sinopse: A autora reuniu, numa perfeita combinação, aspectos lendários com factos históricos do qual resultou um romance sobre Joana de Ingelheim. Filha de um missionário inglês e de uma mãe saxónica, Joana, nascida a 814, sente-se frustrada pelas limitações impostas à sua vida pelo simples facto de ter nascido com o sexo errado. O seu irmão Mateus começou a ensiná-la a ler e escrever quando Joana contava apenas seis anos. Com a sua morte, Joana recorre a toda a sua astúcia e capacidade de ludibriar de modo a continuar a dar largas à sua paixão pelo saber. Mais tarde, Joana foge de casa para seguir os passos do seu irmão João, a caminho da escola religiosa na Catedral de Dorstadt, onde ela se torna a única presença e estudante feminina tolerada. É quando surge Geraldo, e a vida de Joana muda ao aperceber-se de que o ama. No entanto, o seu amor é-lhe interditado pelas maquiavélicas manobras de Ritschild. Usando as roupas e identidade do irmão, depois deste ter sido chacinado durante um ataque normando, Joana foge e entra para o mosteiro de Fulda, onde ela se passa a denominar, depois de feitos os votos primordiais, João Anglicus. Trilhando o caminho de monge a padre num instante, enquanto apurava o seu conhecimento e técnicas de cura, Joana começa a traçar a sua rota direita a Roma, onde os seus dons lhe abrem caminho para se tornar confidente e físico curador dos dois papas. É nos meandros de várias intrigas políticas no meio eclesiástico que Joana, ela própria, ascende ao posto de pontífice máximo da Igreja Católica. A Papisa Joana resulta numa fabulosa e vívida recriação do período por nós conhecido como a "Idade das Trevas".
Opinião:
Afinal do século 9 ao século 21, só passaram 12 séculos!!!!
A descriminação da mulher na Idade das Trevas era só um pouco mais brutal. A sociedade também o era em todos os aspectos.
"Acreditava-se que o sangue mentrual azedava o vinho, arruinava as colheitas, tornava as lâminas rombas, enferrujava o metal e infectava a mordedura dos cães com um veneno mortal. Salvo raras excepções as mulheres eram tratadas como se fossem sempre menores, sem quaisquer direitos legais ou de propriedade. A lei previa que pudessem ser espancadas pelos maridos. A violação era considerada uma forma menor de roubo. A educação das mulheres era desencorajada porque uma mulher instruída era considerada não só contra a natureza como também perigosa".

Uma simples descamação do útero ainda hoje tem uma carga negativa na mulher, sinal de castigo da antiga, pobre e bem descriminada Eva. A mulher menstruda faz baixar as claras em castelo, a maionese estraga-se, as colheitas em que toca perdem-se, as sementes nos jardins secam, a fruta das árvores cai, os favos das abelhas murcham e o ferro fica perdido pela oxidação. O cheiro torna os cães raivosos.
No Ocidente a emancipação de algumas mulheres deu-se há 3, 4 décadas. Mesmo assim a violência doméstica permanece e quantos não pensam que uma mulher instruída e autónoma só complica e atrapalha?????
A Idade das Trevas continua a estender os seus braços até aos dias de hoje.
15 dezembro, 2007
100 anos
O Sr. Arquitecto Óscar Niemeyer faz 100 anos.
O senhor uma vez escreveu "minha posição diante do mundo é de invariável revolta" . Onde é que nasceu esse sentimento ?
Niemeyer : “Veio da miséria que nos cerca. (...)
Niemeyer : “Veio da miséria que nos cerca. (...)
Sempre digo : o sujeito para ser feliz tem de ter saúde e dinheiro,mas tem de ser burríssimo, porque pode viver como um bicho. Mas,desde que olhe em volta e veja que existe tanta gente sofrendo, a vida fica mais amarga.”

14 dezembro, 2007
Ponte Leonardo da Vinci

Em 1502 Leonardo da Vinci fez um desenho simples de uma bonita ponte, com cerca de 240 - metros. Da Vinci concebeu a ponte como parte de um projeto de engenharia civil para o Sultão Bajazet II de Constantinopla (Istambul).
A ponte nunca foi construída.
Em 1996, um pintor noruegues, Vebjørn Sand, viu o desenho e um modelo da ponte numa exposição sobre os desenhos arquitectónicos e de engenharia de Leonardo. A simplicidade do desenho atraiu-o e de seguida concebeu um projecto da ponte. A ponte norueguesa faz história como o primeiro desenho de engenharia civil de Leonardo que foi construído para uso público.
Para que o projecto tivesse sucesso organizou-se uma equipa profissional, formada por arquitectos e engenheiros, e numerosos locais foram considerados até ser encontrado o sítio correcto.
Para que o projecto tivesse sucesso organizou-se uma equipa profissional, formada por arquitectos e engenheiros, e numerosos locais foram considerados até ser encontrado o sítio correcto.
Vebjørn Sand considera que este projecto reúne o mundo funcional e o mundo estético. A ponte une o passado com o presente, e manifesta o maior e o mais belo aspecto da Renascença, a interligação da arte com a ciência. Esta é uma reunião entre céu e da terra, entre o espiritual e o material.
Para o artista, a ponte é também uma bela metáfora para o encontro entre pessoas, culturas e continentes. É em si mesmo, na sua realidade - a expressão harmónica da presente reunião.
Para o artista, a ponte é também uma bela metáfora para o encontro entre pessoas, culturas e continentes. É em si mesmo, na sua realidade - a expressão harmónica da presente reunião.
Da Vinci tinha deixado instruções incompletas no seu caderno para a construção de seu projecto. Foi sugerido que ele não tinha a intenção de atravessar algum dia esta ponte, pois o projecto não era mais do que um esboço visionário. No entanto a encomenda era real, e não seria normal que Leonardo desse como resposta, algo que não pudesse ser construído.

A empresa de arquitectura Selberg Arquitetos criou o projecto definitivo.
A ponte norueguesa Leonardo foi construída e inaugurada em 31 de Outubro
de 2001. Dado o simbolismo desta ponte, há a intenção de construir uma ponte destas em cada continente.A ponte norueguesa Leonardo foi construída e inaugurada em 31 de Outubro

11 dezembro, 2007
LEONARDO DA VINCI - o génio





Leonardo da Vinci- o Génio
Denominada de maior exposição do mundo sobre Leonardo da Vinci, criou em mim uma expectativa enorme.
Não sei se será a maior, se já esteve em Moscovo, S. Francisco, S. Paulo…. Esta é a do Palácio de Cristal no Porto.
Está aberta até às 10 da noite.
Uma entrada mal iluminada, foi com que deparei quando subi do estacionamento.
Procurei a entrada naquele edifício que substituíu o Palácio de Cristal de verdade, há mais que muitos anos, mas que também possui uma beleza própria - volume de ouriço marinho, estrutura de placa ambulacral – quanto mais não seja cortou com o cordão umbilical britânico e o snobismo intrínseco que se espelhava também num edifício que cheiraria certamente a smog.
Não sei, não o conheci.
Este, gosto dele, apesar que existem espaços de intelectuais onde se considera piroso, uma aberração, gostar-se do palácio de Cristal de Carlos Loureiro, aliás afirmações do género são um passaporte para a guilhotina cultural
. Não interessa.
Lamento apenas que este edifício não esteja bem conservado e pareça o primo pobre do Palácio da Musica.
Entrei, num fim de dia frio de Dezembro, com aquela chuvinha molha tolos: Lá dentro estava frio também, desagradável mesmo.
Ahhhh! Sim a exposição.
Lá fui eu à procura de um Leonardo desconhecido.
Fiquei bem impressionada com o que vi, vi o que conhecia e algumas coisas que desconhecia.
Entendo que com o material exposto seria possível fazer melhor. Bem melhor!
O ponto forte da exposição é sem dúvida “As máquinas” inventadas por este génio do século XV. Máquinas construidas, seguindo fielmente os desenhos inventivos de Leonardo …… Máquinas de guerra, civis, terrestres, máquinas voadoras, máquinas musicias … a maioria, além de se ver, pode-se ver e experimentar, o que adiciona um parâmetro pedagógico muito positivo.
Uma entrada mal iluminada, foi com que deparei quando subi do estacionamento.
Procurei a entrada naquele edifício que substituíu o Palácio de Cristal de verdade, há mais que muitos anos, mas que também possui uma beleza própria - volume de ouriço marinho, estrutura de placa ambulacral – quanto mais não seja cortou com o cordão umbilical britânico e o snobismo intrínseco que se espelhava também num edifício que cheiraria certamente a smog.
Não sei, não o conheci.
Este, gosto dele, apesar que existem espaços de intelectuais onde se considera piroso, uma aberração, gostar-se do palácio de Cristal de Carlos Loureiro, aliás afirmações do género são um passaporte para a guilhotina cultural
. Não interessa.
Lamento apenas que este edifício não esteja bem conservado e pareça o primo pobre do Palácio da Musica.
Entrei, num fim de dia frio de Dezembro, com aquela chuvinha molha tolos: Lá dentro estava frio também, desagradável mesmo.
Ahhhh! Sim a exposição.
Lá fui eu à procura de um Leonardo desconhecido.
Fiquei bem impressionada com o que vi, vi o que conhecia e algumas coisas que desconhecia.
Entendo que com o material exposto seria possível fazer melhor. Bem melhor!
O ponto forte da exposição é sem dúvida “As máquinas” inventadas por este génio do século XV. Máquinas construidas, seguindo fielmente os desenhos inventivos de Leonardo …… Máquinas de guerra, civis, terrestres, máquinas voadoras, máquinas musicias … a maioria, além de se ver, pode-se ver e experimentar, o que adiciona um parâmetro pedagógico muito positivo.
Realce para a construção de uma ponte tipo, de execução rápida e eficiente, utilizando apenas alguns troncos de árvore, com uma concepção simples.
Quem não teve oportunidade de visitar, visite este endereço:
http://www.museoscienza.org/english/ancora/Default.htm
Por esta estrada digital, conseguirá construir um boneco do Leonardo que vai muito para além daquilo que recentemente se dissertou sobre a última ceia, celebrizada pelo livro de Dan Brown, e acrescenta também muito sobre o que está exposto. Mas nunca esqueça, este homem viveu no século XV, e separam-nos 5 séculos de tecnologia.
Ele concebeu não só um fato de mergulho, como passarolas e metrelhadoras rotativas e pontes….e…. e….
Um apontamento final: de 30.000 documentos escritos com as suas anotações, estudos, etc, apenas se conhecem cerca de 1/3- Cérebro sobrelotado!!!
(Claro reencontrei a Mona Lisa!)
Quem não teve oportunidade de visitar, visite este endereço:
http://www.museoscienza.org/english/ancora/Default.htm
Por esta estrada digital, conseguirá construir um boneco do Leonardo que vai muito para além daquilo que recentemente se dissertou sobre a última ceia, celebrizada pelo livro de Dan Brown, e acrescenta também muito sobre o que está exposto. Mas nunca esqueça, este homem viveu no século XV, e separam-nos 5 séculos de tecnologia.
Ele concebeu não só um fato de mergulho, como passarolas e metrelhadoras rotativas e pontes….e…. e….
Um apontamento final: de 30.000 documentos escritos com as suas anotações, estudos, etc, apenas se conhecem cerca de 1/3- Cérebro sobrelotado!!!
(Claro reencontrei a Mona Lisa!)
07 dezembro, 2007
Convites: Agustina,Graça Morais e Pedro Caldeira Cabral




Normalmente a minha caixa de correio real, confunde-se com a minha caixa de correio electrónico. As semelhanças são a quantidade de documentos postais que lá vão parar. A grande maioria vai para o lixo. O lixo virtual elimina-se de forma facil. A outra é mais maçadora e enche sacos e sacos de papel, que seguem para o papelão. Ambas têm de sofrer uma vigilância diária, para não ficarem a abarrotar pelas costuras.De todo o trafego aproveito uma pequena percentagem. Hoje foi um dos dias que valeu a pena abrir a caixa de correio real: 3 convites, todos optimos! Não sei por quais me vou decidir!
Assim está bem!!!!!!
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