
06 setembro, 2007
Luciano Pavarotti

05 setembro, 2007
04 setembro, 2007
Red Bull Race Porto 2007 (cont)
As pessoas pareciam uma massa líquida que tinha “escorrido” para o rio. Recordei um trabalho de um colega arquitecto, que desenvolveu o seu percurso académico nas Belas Artes: teria que localizar o centro da cidade do Porto, respondendo ao desafio feito pelos seus professores.
A certa altura, um helicóptero realizou um voo, a baixa altura delineando a margem de Gaia, por forma a movimentar a água do rio, refrescando com pequenas gotículas as pessoas que esperavam pacientemente pelas 13h da tarde.
A hora chegou e passados uns minutos os aviões também.
Todos vibraram com os parafusos realizados por um dos pilotos e, a meio da tarde com a exibição aérea dos aviões a jacto.
Steve Jones ganhou. Mas, isso que interessa?! O espectáculo foi muito para além do ganhador. Para os pilotos, não sei se eles tem oportunidade e tempo para apreciar os espaços por onde passam, correram num espaço de uma grande beleza. Para nós, foi emocionante. Voltarei nos próximos dois anos. Daqui até lá talvez o Red Bull me dê asas e me saia o totoloto para convidar os amigos a assistir, sentados num local fresco, mesmo junto ao rio, com direito a almoço, pela módica quantia de 600 € por cabeça.
02 setembro, 2007
Red Bull Air Race, Porto 2007
Nem todos teremos o espírito red bull… alguns por fraqueza de estômago outros por fragilidade otorrínica, outros, mesmo por miufa, de andar lá no céu, aos trambolhões. Por isso ficamos com os pés bem assentes no chão, só a ver. Mirones assumidos e simpatizantes daqueles “Ganda malucos” das máquinas voadoras.
Cheguei ao centro do Porto às onze da manhã, admirada com o trânsito que fluía bem, porém a essa hora, já se via muita gente a caminhar de boné e mochila às costas, em direcção ao rio. Cheguei à praça da Republica e tive a noção que tinha chegado no tempo limite. Em Cedofeita, já havia fila, os parques de estacionamento já estavam cheios, e já se começava a estacionar nas ruas em qualquer lado. Tive que recorrer a um parque pouco conhecido na rua Miguel Bombarda.
Nos dias anteriores estive a relembrar em pormenor o traçado do rio. Existia apenas um espaço onde era visível todo o trajecto dos aviões. Dado que a margem de Gaia é mais côncava seria a margem ideal para a observação, no entanto por facilidade de vias de comunicação em cima da hora, optei pelos Jardins do Palácio de Cristal.
Paguei 10 € pela entrada, tinha acesso a bar, ambulância se fosse necessário, uma vasta área que dava para ver quase todos os insufláveis, muito sol e algumas sombras.
Acabei por ficar junto da casa Tait e depois junto das sete palmeiras gigantescas da Califórnia.
Muito calor, muita gente, muito entusiasmo, muito boné, muito telemóvel armado em máquina fotográfica, muito polícia, muitos sorrisos, muitos lanches, muitas famílias, muitas horas em pé!!!!!!!!! E muiiito calor!!!!!! Isso também foi espectáculo e não foi perceptível em frente ao televisor.
01 setembro, 2007
OPORTO Red Bull
30 agosto, 2007
Para reflectir sobre as assimetrias

57 Asiáticos
21 Europeus
14 Americanos (norte e sul)
8 Africanos
52 mulheres
48 homens
70 pessoas de côr
30 caucasianos
89 heterosexuais
11 homosexuais
6 pessoas seriam donas de 59% de toda a riqueza e todos eles seriam dos Estados Unidos da América
80 pessoas viveriam em más condições
70 não teriam recebido qualquer instrução escolar
50 passariam fome
1 morreria
2 nasceriam
1 teria um computador
1 (apenas um) teria instrução escolar superior
29 agosto, 2007
Darwin
28 agosto, 2007
02 agosto, 2007
Roseta
Acordos fazem-se antes das eleições, para que os eleitores possam dar o uso correcto ao seu voto.
“Na campanha eleitoral, disse que teria só uma palavra e não faria coligações nem com o PS nem com [o ex-presidente da Câmara] Carmona Rodrigues mas estaria disponível para aprovar medidas do interesse da cidade. Lugares em troca de compromissos, não", afirmou Helena Roseta.
"Fomos eleitos com base num programa, é ele que vai nortear a nossa acção", acrescentou
"Não fazemos acordos que as pessoas não sabem, por baixo da mesa ou por cima da mesa, e não mudamos de opiniões ao sabor das oportunidades", declarou.
A arquitecta não vai lá com “disponibilizações” de pelouros, nem assina cheques em branco.
É assim mesmo!
Vamos lá ver como o Dr. António vai descalçar esta bota bem apertada!
01 agosto, 2007
31 julho, 2007
IMPERDÍVEIS, Roma (IV)

Ainda falta a via Venetto, a fontana del _Tritone,…. E MAIS E MAIS.
30 julho, 2007
27 julho, 2007
IMPERDÍVEL, em Roma (III)

nto e luminosidade.
os estados do mar.
26 julho, 2007
IMPERDÍVEL em Roma (II)


Por esses lados, haja euros para gastar, é Versage, é Valentino, é S. Laurent ..
..Em frente à escadria procurem a via Condotti, e o café Greco - o piolho lá do sitio, antigamente frequentado pelos escritores e artistas como Wagner, Liszt, Goethe, Byron.
Vão em direcção à villa Borghesi, passem na villa Medici.
Na villa Borghesi, procurem por um lago onde tem um templo a Esculápio (+), belíssimo, e já agora a estatua de referência a Moisés situada no terraço Pincio. Este terraço está a uma cota mais elevada pode-se ter outra panorâmica de Roma.
entrada de Carlo V e Cristina da Suécia no se. XVI. Piazza del Popolo é o local onde se fazem as grandes manifs, ou começam ou terminam aqui - como desenho urbano é complicada.
25 julho, 2007
IMPERDÍVEL em Roma (I)

Museu do Vaticano - escolher o itinerário que interessar mais, e começar por aí: Atenção, depois de 2 horas de visita,a vossa memória já não retem
mais informação, por isso detenham-se apenas naquilo que vos interessa muito. Não perder a capela Sistina, se forem bem cedo pode ser que tenham sorte, e não apanhem muita gente na visita. Se chegarem de manha cedo, começem por aqui e depois vão à basilica - atenção que a entrada é bem afastada da praça. E tomem uma atenção muito especial á escada (+) de saída em caracol, que é do Miguel Angelo, e é lindissima. Descubram porque o ritmo da escada é um pouco desencontrado em relação à passada.

24 julho, 2007
Roma

Roma, Abril 2001
Saída do metro no Coliseu.
Deparei-me com os centuriões, um pouco ridículos, que se passeiam em volta desta maravilha romana e fazem-se para a fotografia dos turistas, para cobrarem no fim.
Passei o arco de Constantino, arco de Tito e embrenhei-me pelos vestígios da Roma antiga, Fórum. Sinto que tenho pouco tempo para me perder por aqui. Há imensa coisa para ver numa área bem extensa. Respira-se uma atmosfera diferente desta cidade antiga, que coexiste com Roma moderna, dentro dela. Olhando toda aquela extensão em ruínas, senti-me a regressar ao passado, e isso perturbou-me um pouco.
Estabeleci um percurso de travessia, mas sempre a olhar para o relógio. Preciso de três dias à vontade, para fazer os diversos percursos possíveis. Registo o essencial, com o objectivo de voltar mais tarde. Pavimentos, bases de colunas, arquitraves, e… colunas altas, elegantes, lindíssimas… templo de Antonino e Faustina, Casa das Vestais, templo de Saturno, pouco sobrou do templo de Castor e Pólux, Tribuna dos Oradores, arco do Septímio Severo… o Palatino fica para o lado direito, e não há tempo para ir até lá.
Fui andando pois o meu sentido de orientação estabeleceu como prioridade primeiríssima uma praça renascentista, localizada mais à frente.
É interessante aceder pelas traseiras dos edifícios que formam a praça. Começar a observar os edifícios pelo lado que ninguém vê. Escolhi uma ruela, na esperança de não me ter perdido no meio de tanto calhau e tanta ruína. Consultei diversas vezes as minhas plantas.
Nunca ninguém entende os caminhos que escolho, mas já desistiram de teimar comigo. Um dia se me engano!!!!::::
Romano, romano, não encontrei ninguém. Só gente em calções e sandálias, com ar de congestionamento cultural, overdose arquitectónica e câmara fotográfica na mão.
Chegamos.
- É isto mesmo! Aqui estão os traços urbanos de Miguel Ângelo, bem perto do monumento a Vittorio Emanuel II, erguido para assinalar a Italiana unificada. O monumento parece o bolo da noiva, muito grandioso, muito neoclássico, muita coluna, muita escada, muito baixo relevo: o neoclássico mais esplendoroso que poderá haver, até chega a enjoar.
Voltemos ao Miguel Ângelo. Desenhou o pavimento e as fachadas da Piazza del Campidoglio(Palazzo Nuovo+ Pallazzio Senatorio + Museu Capitolino), uma das sete colinas de Roma- antiga acrópole, e a cordonata, encimada pelas estatuas de Castor e Luxor, em 1534. Conheço a praça de vista superior, é uma construção geométrica – exploração da estrela de 12 pontas, de grande efeito visual, que possui no centro uma das poucas estátuas equestres que sobreviveu à antiguidade, de Marco Aurélio – esta será um cópia talvez.
Ao contrario do monumento ao Vitorio Emanuel, esta praceta tem uma escala muito humanizada, e a sua grandiosidade resulta do bem estar que provoca, da subtileza das volumetrias das fachadas, dos tons ocres reforçados pelos mármores e que se interligam com o rendilhado da roseta do pavimento da praça.
Ufffa, valeu a pena vir até aqui. Uma verdadeira jóia do renascimento.
A cordonata é uma rampa de um só troço, com peças transversais por forma a impedir o escorreganço dos cavalos, e que esse pormenor acaba por dar originalidade ao acesso. Desci por ela.
22 julho, 2007
20 julho, 2007
HOJE

Chamaram à minha ida ao dentista, de coisa sensual. Ele há coisas!
Nas idas e vindas, passei no Piolho, e espiolhei as esculturas do Gerardo Rueda, e sobraram-me dedos das mãos, na contagem.
Publicidade maior que a obra!
A publicidade na fachada da reitoria do Porto, está óptima; entrando se valoriza ainda mais, dado que as pequeninas maquetes se perdem… só mesmo perguntando.
Parabéns aos finalistas do Instituto Politécnico do Porto. Take Away, está de +!
A tarte de cereja do museu Soares dos Reis, estava deliciosa.
Para terminar, livraria Lello, sempre!

19 julho, 2007
17 julho, 2007
16 julho, 2007
11 julho, 2007
Quebranto
09 julho, 2007
VENDE-SE

Interruptor de elevador de vidro de carro de mãe
Caraterísticas –Interruptor duplo de vidros das portas da frente de pópó, 3 botões (janela esquerda, janela direita e fecho central de portas).
Não eleva o vidro mas em contrapartida desce rápido e em segurança, tem uma vasta experiência em todas as situações climáticas.
E bom ouvinte, escuta a Antena 3, sempre, e raramente falha a Prova Oral do Alvim.
A voz a que está mais habituado é de senhora, que realiza na sua presença, diversos monólogos sobre assuntos variados que enriqueceram e valorizaram as suas aptencias dinamicas, a saber: construção civil, arquitectura, lista de compras, aprendizagens, rebocos, impermiabilizações, avaliações, malha urbana, formação musical revisões das matérias dadas, currículos, reflexões á saída de testes, literatura e outras navegações.
Cor cinzenta.
08 julho, 2007
Uma teoria sobre a criação,
06 julho, 2007
pensem nisto
05 julho, 2007
04 julho, 2007
Uma boa xipala para o dia de hoje

03 julho, 2007
RICHARD SERRA



Percorrer por dentro as esculturas de Serra, fica-se nauseado, desorientado, quando nos apercebemos, estamos a caminhar não na vertical, mas inclinados em relação ao solo, para conseguirmos instintivamente caminhar em paralelo às chapas de aço gigantescas que nos ladeiam. Por vezes, a falta de ar resultante de sensação de claustrofobia, também acontece, pois o percurso que temos vontade de percorrer, vai-se tornando cada vez mais apertado. Chegamos ao centro da escultura e temos que fazer o caminho inverso, que parece virado ao contrário, pois as sensações serão inversas também.

Dá vontade de parar, de raciocinar, de tentar perceber as alterações aos nossos eixos de referência e tomar consciência como tudo isso nos afecta. Dá vontade de experimentar tudo de novo, para confirmar. Dá vontade de trocar sensações com aqueles que nos rodeiam e estão a viver a mesma experiência, para confirmar o que sentem. Dá vontade de conhecer bem o escultor que imaginou isto, e que afinal conhece bem o ser humano, e sabe como nos provocar sensações estranhas.
Onde viver as esculturas de Richard Serra?
O mais perto será:
Museu Guggenheim em Bilbao

02 julho, 2007
01 julho, 2007
30 junho, 2007
ANDY MCKEE









