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18 setembro, 2008
05 setembro, 2008
31 agosto, 2008
21 julho, 2008
Perdi os dois
Lou Reed e Cohen na mesma noite em Lisboa, é dose!!!
Data pouco conveniente para mim… mas "prontos"! Teria que fazer o pin pan pun, para me decidir; não foi necessário pois não pude ir ver nenhum destes dois espectáculos para cotas.
Data pouco conveniente para mim… mas "prontos"! Teria que fazer o pin pan pun, para me decidir; não foi necessário pois não pude ir ver nenhum destes dois espectáculos para cotas.
Lembra-me de Lou reed integrado na banda Velvet Underground, orientado pela filosofia do pai da pop art, Andy Warrol. Pouco comercial e contorverso. Lou reed escrevia quase sempre as letras, extremamente provocadoras e chocantes mesmo para os revolucionários anos 60/70.
Cohen, brilhante na expressão melancólica que imprime à maioria das suas músicas e letras. Um verdadeiro dinossauro da poesia e da musica, com uma voz única.
Chatice!!!!!!!!!!! Não fui!
Cohen, brilhante na expressão melancólica que imprime à maioria das suas músicas e letras. Um verdadeiro dinossauro da poesia e da musica, com uma voz única.
Chatice!!!!!!!!!!! Não fui!
09 julho, 2008
16 junho, 2008
15 junho, 2008
Martinho da Vila
Apesar de não estar dentro das minhas preferências musicais, tem uma voz poderosa e não nego uma oportunidade de ver e ouvir ao vivo, Martinho da Vila.
É dificil ouvi-lo sentada, pois dá vontade de sair dançando samba. O auditório encheu e transbodou. A idade de Martinho já pesa, o recurso à cadeira e aos instrumentistas foram utilizados para poder descansar. A voz continua poderosa e doce.
16 maio, 2008
Katie Melua - The Closest Thing to Crazy
How can I think I'm standing strong,
Yet feel the air beneath my feet?
How can happiness feel so wrong?
How can misery feel so sweet?
How can you let me watch you sleep,
Then break my dreams the way you do?
How can I have got in so deep?
Why did I fall in love with you?
CHORUS:
This is the closest thing to crazy I have ever been
Feeling twenty-two, acting seventeen,
This is the nearest thing to crazy I have ever known,
I was never crazy on my own…
And now I know that there's a link between the two,
Being close to craziness and being close to you.
How can you make me fall apart
Then break my fall with loving lies?
It's so easy to break a heart;
It's so easy to close your eyes.
How can you treat me like a child
Yet like a child I yearn for you?
How can anyone feel so wild?
How can anyone feel so blue?
CHORUS
...and being close to you
...and being close to you.
Yet feel the air beneath my feet?
How can happiness feel so wrong?
How can misery feel so sweet?
How can you let me watch you sleep,
Then break my dreams the way you do?
How can I have got in so deep?
Why did I fall in love with you?
CHORUS:
This is the closest thing to crazy I have ever been
Feeling twenty-two, acting seventeen,
This is the nearest thing to crazy I have ever known,
I was never crazy on my own…
And now I know that there's a link between the two,
Being close to craziness and being close to you.
How can you make me fall apart
Then break my fall with loving lies?
It's so easy to break a heart;
It's so easy to close your eyes.
How can you treat me like a child
Yet like a child I yearn for you?
How can anyone feel so wild?
How can anyone feel so blue?
CHORUS
...and being close to you
...and being close to you.
09 maio, 2008
Rasputine
Há coisas que não se entendem.
Um produtor alemão junta 4 afrodescendentes, dá-lhes o nome de um personagem de uma serie australiana, Boney, junta-lhe um M maiusculo e põe-os a cantar Rasputine, o que tem tudo a ver!
Um produtor alemão junta 4 afrodescendentes, dá-lhes o nome de um personagem de uma serie australiana, Boney, junta-lhe um M maiusculo e põe-os a cantar Rasputine, o que tem tudo a ver!
30 abril, 2008
salut les copains

Depois de uma alquimia transfigurativa, enquanto ouvia 00005 - He Ain't Heavy, He's My Brother - Bill Medleypassando por um blog IÉ-iÉ(http://guedelhudos.blogspot.com/), na minha navegação por mar alto, surge Silvie Vartan e anotei que teria algo a escrever a respeito, atendendo que associo de imediato a velha senhora, à minha juventude.
Publicada pela primeira vez durante o verão de 1962, e última edição em Janeiro de 1994, por Frank Ténot e Daniel Filipacchi, escrito como continuação de um programa de rádio.Esta foi a revista preferida da minha adolescência. Durante todo o mês juntava dinheiro para a comprar.
A Luanda chegava com 2 meses de atraso, mas no problem. Com o pé de desenvolver o conhecimento da língua francesa, os velhotes lá escorregavam com uma guita extra para a revista.
Eram notícia permanente, a dupla Silvie Vartan e Johnny Halliday, Claude François, Jacques Dutronc, Françoise Hardy (a mais bonita de todas), Julien Clerc, Alain Delon, Mireille d' Arc, Michel Polnareff, Joe Dassin (bué de feio), Jean-Paul Belmondo, Sheila (a boazuda), Mike Brant (judeu), France Gall, François Cevert.
Não sei se teriam alguma coisa a ver com a editora da revista, mas que apareciam a toda a hora, apareciam..
Foi através desta revista que comecei a conhecer música pop francesa, a fofoca entre as estrelas e outras coisas mais. Era uma revista com boa fotografia, planos interessantes que davam bons posters para colar na parede do quarto. Na parte central incluía normalmente um poster destacável de grandes dimensões.
O primeiro poster que eu tive saiu dali, Led Zeppelin. Ainda hoje o tenho comigo. A parte posterior dos porters continham as novidades do rock and roll, da musica anglo-saxonica, uma verdadeira janela para o mundo da música.
Com as fotos dessa revista comecei a achar que Mick Jagger até era giro, apesar de esquelético, que as plásticas faziam maravilhas no rosto da Silvie Vartan, e que a voz sensual que cantava Je t'aime moi nom plus, de Serge Gainsbourg tinha um alçado feio como os trovões!.
Foi com esta revista que vi pela primeira vez imagens de Easy Ridder, e Butch Cassidy (o dos 4 óscares) que passou nos cinemas uns meses depois… conheci ainda a Tina Turner com o Ike. Foi aqui que eu pensei que Alice Cooper seria um extra terrestre.
Serviram de base a muita tarde passada entre amigos a bisbilhotar as estrelas que viviam bem longe de nós, e isso dava-nos a ideia que estariamos mais proximos delas.
Serviram de base a muita tarde passada entre amigos a bisbilhotar as estrelas que viviam bem longe de nós, e isso dava-nos a ideia que estariamos mais proximos delas.
Devaneios de teen agers, mesmo muito teen agers, inconscientes, que utilizavamos este escape para sair da rotina tropical.
Tive que abandonar as minhas revistas em 1974, só guardei os Led Zeppelin. Com elas ficou uma parte de mim. Soube posteriormente que foram um regalo para os olhos dos guerrilheiros que invadiram a minha casa, algures entre o Equador e o Trópico de Capricórnio.
Agora vamos às capas (entre 70 e 74):
16 abril, 2008
Born to be wild
"Nascido para Ser Selvagem" é uma canção escrita Mars Bonfire e que tornou famosa a banda rock americana, Steppenwolf. Expressão utilizada na cultura popular americana para designar a atitude do motard. A canção é por vezes descrita como a primeira canção heavy metal.
A canção foi lançada inicialmente em 1968, mas foi posteriormente incluído na compilação de muitos álbuns e trilhas sonoras. A primeira delas foi a banda sonora para o filme Easy Rider (1969). Talvez seja a canção melhor associada à Pop Culture, às motas e às imagens de Peter Fonda que personificou a busca da Liberdade, ou a sua ilusão, pelos jovens americanos e a contestação à guerra do Vietnam.
A canção foi lançada inicialmente em 1968, mas foi posteriormente incluído na compilação de muitos álbuns e trilhas sonoras. A primeira delas foi a banda sonora para o filme Easy Rider (1969). Talvez seja a canção melhor associada à Pop Culture, às motas e às imagens de Peter Fonda que personificou a busca da Liberdade, ou a sua ilusão, pelos jovens americanos e a contestação à guerra do Vietnam.
11 abril, 2008
Concert for George
Repetir assunto num blog, nem sempre é bom...pode revelar pouca criatividade do seu autor... porém.... como Beatles para mim são Lennon e Harrison, por isto e aquilo e outras coisas mais...vou repetir Harrison, desta vez "The concert for George" (obrigada, MJorge)e sugiro que abram o you tube e vejam/oiçam o que mais eles tocaram por lá.
Eles quem?
1º violão, Eric Clapton ;
2º violão, filho de Harrison (muito parecido com pai);
Piano, Paul McCartney ;
1ª bateria , Ringo Star;
2ª bateria, Phill Collins;
Guitarra, Tom Petty;
Órgão e cantando, Billy Preston .
04 abril, 2008
JOSÉ FELICIANO
“José Montserrate Feliciano García (Porto Rico, 10 de setembro de 1945), cantor e guitarrista porto-riquenho radicado nos Estados Unidos. Autodidacta, começou a tocar acordeon antes de tocar viola. Já na adolescência tocava profissionalmente em Nova Iorque, onde foi visto por um executivo da R C A, que o contratou. Sua fama alastrou-se com o lançamento de " Light My Fire " ( Doors Music Co. ASCAP 01/06/1968 ). Infelizmente, nunca teve uma produção à altura e seus discos não acompanharam o sucesso das apresentações ao vivo, nas quais demonstra excelente presença em palco, apesar de ser cego de nascença.”
Já não ouvia José Feliciano há, seguramente, 30 anos. Este senhor tocou em orquestras, como as sinfónicas de Londres, Los Angeles e Viena. Tem montes de discos de ouro e platina, dizem, e lançou o seu primeiro álbum nos anos sessenta (64).
Reencontrei-o no YouTube, e relembrei de imediato a conhecida musica “Que será”, a minha favorita. Aquela voz latina, anasalada… inconfundível.
Oiçam também “Light my fire” e vejam a perícia com que toca o clássico Zorba.
Hoje ao percorrer a discografia dele, senti ali uma miscelânia eclética, que corresponde às grandes capacidades e versatilidade de Feliciano, e ao mesmo tempo uma falta de rumo, capaz de desenvolver as suas capacidades e levá-lo definitivamente ao “podium”, num caminho original e num estilo só dele.
Às vezes fez-me lembrar Ramazotti, também…
Vale a pena recordar, para quem não conhece, faça o favor de ouvir.
14 março, 2008
17 fevereiro, 2008
TANGO URBANO
Sem ser espectacular, foi muito bom. Recordar Piazzolla através das mãos de dois optimos instrumentistas.
Cá estou eu nos espectáculos mais ou menos marginais, mas contudo de grande qualidade. Para ser espectacular teria que ser mesmo Piazzolla, pois é insubstituivel.
Uma hora a sonhar de olhos abertos, imaginando as ruas de Buenos Aires entre os sons da sua concertina ou bandonéon, guiado pelo mestre que nos ensinou a entender a modernidade do tango, numa Milonga de anjo sul americano. Que pena Martin Albano não ter tocado de pé.
Porque vou e não fico em casa? (isto faz-me lembrar qualquer coisa... hummmm) Porque não perco momentos unicos que posso incluir definitivamente na minha vida, e passarão a fazer parte de mim, até sempre.
20 dezembro, 2007
21 novembro, 2007
28 outubro, 2007
24 outubro, 2007
13 setembro, 2007
in
Fui e gostei. Contactei com um sonho tornado realidade, e que tem asas para voar. É um projecto grande demais, para esta cidade e para o in (interioridade) que vos enche de orgulho. É muito bom ver alguns de vocês a crescer ao longo destes últimos anos. Vão ter alguns problemas. È difícil arranjar espaços com boas condições acústicas, para actuarem 25 pessoas. Mas é um movimento lindo que vai crescer e crescer convosco.Outro assunto: hoje este blog completa um a ano.
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