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11 novembro, 2008

O que queremos para os nossos filhos



se não abrir aceda a
http://www.overstream.net/view.php?oid=l6ssere6l3uj

10 novembro, 2008

MANIFESTAÇÃO 8 DE NOVEMBRO DE 2008



Numa década passamos da paixão à destruição da escola publica.
Um número crescente nas manifestações de rua não demovem Maria de Lurdes e Sócrates dos seus intentos: destruir a escola pública. Onde andarão os srs do PS do slogan da paixão pela educação? Estarão amordaçados aos seu Jobs? Porque não manifestam a sua opinião?
De facto não há soluções perfeitas, mas umas são mais capazes que outras. A sra ministra da educação contraria tudo o que se ensina nas escolas.
Em qualquer processo de aprendizagem a avaliação da acção pedagógica é essencial, para se irem corrigindo erros, trajectórias, abrindo caminhos para a optimização das soluções. Foi isto que me ensinaram quando me profissionalizei, e é isto que eu aplico e ensino, mas a nossa superior hierárquica teima em não aprender e muito menos aplicar.
Em Março, não chegaram 100 mil na rua, há dois dias não chegaram 120 mil. Ofereçam uma máquina de calcular à sra ministra, pois se quase todos os profs estão na rua, como é que a maioria está a fazer o processo de avaliação felizes e contentes?
Este processo não tem volta. Como não somos arruaceiros continuaremos serenos e bem comportados, iremos para a rua as vezes que sejam necessárias e o voto será a nossa arma definitiva.

09 novembro, 2008

Sou professor e não voto PS

(clique para ampliar e copiar)

MANIFESTAÇÃO DE 8 NOVEMBRO










Quem disse que estamos desmotivados? Quem disse que vamos desistir?








MANIFESTAÇÃO DE PROFESSORES E EDUCADORES DE 8 DE NOVEMBRO DE 2008

Dar a conhecer ao mundo a luta dos profs

QUEM DISSE QUE A MANIF NÃO RESULTOU?
NADA FICA IGUAL DESPOIS DE 12O.000 PROFS NA RUA!
NÃO DESANIMEM. ESTAMOS A DECIDIR SOBRE AS NOSSAS VIDAS PROFISSIONAIS PARA A PRÓXIMA DÉCADA.
VAI HAVER MUITAS SUGESTÕES PARA CONTINUAR A LUTA!
Abraço a todos!

05 novembro, 2008

CIDADE UNIVERSITÁRIA EM LISBOA

Quantos vamos ser??????


TEXTO DE JOSÉ MATIAS ALVES ( ex elemento da CCAP )Quinta-feira, Outubro 30, 20088 de Novembro Sempre pensei e escrevi e disse que este modelo de avaliação de desempenho era impossível. Sempre pensei e escrevi e disse que era desejável que este ano lectivo se seguisse a recomendação nº 2 do CCAP. Porque permitia às escolas e aos professores organizarem-se numa outra lógica de acção: mais sensata, mais económica, mais holística. Com, provavelmente, menos danos colaterais. Com menos falsificações. Com menos faz-de-conta. Não que se resolvesse o problema de fundo. Mas, a meu ver, atenuava-se e poderia permitir ambientes mais respiráveis até uma revisão obrigatória para o 2º ciclo avaliativo. Que vai ser inevitável.
Agora, um número indeterminado de escolas e de docentes vivem na asfixia. Na maldição do tempo. Na invenção de realidades. Na fuga. Na revolta mais ou menos latente. A raiar o esgotamento e a desmotivação. Não serão todas. Mas serão, provavelmente, a maioria.
E isto causa dilacerantes problemas éticos. Ameaças identitárias cujos impactos no ser e estar na profissão são muito difíceis de prever. Ninguém está a ganhar nestes ambientes. Todos estão a perder. Os alunos, as famílias, os professores, as escolas. Em última análise, o próprio Ministério. Obviamente.
Salvam-se apenas aquelas (suponho que poucas) escolas que tiveram a inteligência (e alguma ousadia) de colocar os alunos primeiro. De centrarem a acção e o tempo dos professores na tarefa de ensinar e de avaliar o resultado da sua acção profissional. De criarem dispositivos de securização.
Como professor que procura ler e compreender o que (não) se passa, não posso deixar de compreender as razões e os sentimentos que vão levar os professores e educadores a Lisboa no dia 8 de Novembro (no que à avaliação de desempenho diz respeito). E de desejar que um compromisso seja possível em nome do mais importante: as pessoas e as suas aprendizagens.

04 outubro, 2008

TRABALHO DOS PROFESSORES

Sexta-feira, 19 de Setembro de 2008
Resposta a um comentário
Optei por colocar na página principal do blogue a minha resposta ao comentário de um anónimo (comentário relativo ao artigo intitulado «A propósito de “Acabou o facilitismo”»), porque o assunto tratado é muitas vezes discutido de forma leviana pelo senso comum e, também, ainda que mais subtilmente, pelo discurso político da Ministra da Educação.Segue o comentário do anónimo leitor e, depois, a resposta.
Comentário:«Este senhor professor parece que não gosta mesmo do governo. Vocês professores estavam é muito mal habituados, apareceu alguém que vos pôs na linha e agora estão muito zangados. O que os professores têm é falta de hábito de trabalho. São muitas férias. É muito descanso. É no Natal, é no Carnaval, é na Páscoa, é no Verão. Conhecem mais alguém que tenha tanto descanso? Quando se habituarem a trabalhar como os outros, já não vão ter tempo para protestar. Não gostam, mas tem de ser. Paciência. Trabalhinho, trabalhinho.»Anónimo (18/9/08)
Resposta
Caro anónimo indignado com a indignação dos professores,
Os homens (e as mulheres) não se medem aos palmos, medem-se, entre outras coisas, por aquilo que afirmam, isto é, por saberem ou não saberem o que dizem e do que falam.
O caro anónimo mostra-se indignado (apesar de não aceitar que os professores também se possam indignar — dualidade de critérios deste nosso estimado anónimo..., mas passemos à frente) com o excesso de descanso dos professores: afirma que descansamos no Natal, no Carnaval, na Páscoa e no Verão, (esqueceu-se de mencionar que também descansamos aos feriados e fins-de-semana). E o nosso prezado anónimo insurge-se veementemente contra tão desmesurada dose de descanso de que os professores usufruem e de que, ao que parece, ninguém mais usufrui.
Ora vamos lá ver se o nosso atento e sagaz anónimo tem razão. Vai perdoar-me, mas, nestas coisas, só lá vamos com contas.O horário semanal de trabalho do professor é 35 horas. Dessas trinta e cinco, 11 horas (em alguns casos até são apenas dez) são destinadas ao seu trabalho individual, que cada um gere como entende. As outras 24 horas são passadas na escola: a leccionar, a dar apoio, em reuniões, em aulas de substituição, em funções de direcção de turma, de coordenação pedagógica, etc., etc.
Bom, centremo-nos naquelas 11 horas que estão destinadas ao trabalho que é realizado pelo professor fora da escola (já que na escola não há quaisquer condições de o realizar): preparação de aulas, elaboração de testes, correcção de testes, correcção de trabalhos de casa, correcção de trabalhos individuais e/ou de grupo, investigação e formação contínua.
Agora, vamos imaginar que um professor, a quem podemos passar a chamar de Simplício, tem 5 turmas, 3 níveis de ensino, e que cada turma tem 25 alunos (há casos de professores com mais turmas, mais alunos e mais níveis de ensino e há casos com menos ¬— ficamos por uma situação média, se não se importar).
Para sabermos o quanto este professor trabalha ou descansa, temos de contar as suas horas de trabalho. Vamos lá, então, contar:
1. Preparação de aulas: considerando que tem duas vezes por semana cada uma dessas turmas e que tem três níveis diferentes de ensino, o professor Simplício precisa de preparar, no mínimo, 6 aulas por semana (estou a considerar, hipoteticamente, que as turmas do mesmo nível são exactamente iguais — o que não acontece — e que, por isso, quando prepara para uma turma também já está a preparar para a outra turma do mesmo nível). Vamos considerar que a preparação de cada aula demora 1 hora. Significa que, por semana, despende 6 horas para esse trabalho. Se o período tiver 14 semanas, como é o caso do 1.º período do presente ano lectivo, o professor gasta um total de 84 horas nesta tarefa.
2. Elaboração de testes: imaginemos que o prof. Simplício realiza, por período, dois testes em cada turma. Significa que tem de elaborar dez testes. Vamos imaginar que ele consegue gastar apenas 1 hora para preparar, escrever e fotocopiar o teste (estou a ser muito poupado, acredite), quer dizer que consome, num período, 10 horas neste trabalho.
3. Correcção de testes: o prof. Simplício tem, como vimos, 125 alunos, isto implica que ele corrige, por período, 250 testes. Vamos imaginar que ele consegue corrigir cada teste em 25 minutos (o que, em muitas disciplinas, seria um milagre, mas vamos admitir que sim, que é possível corrigir em tão pouco tempo), demora mais de 104 horas para conseguir corrigir todos os testes, durante um período.
4. Correcção de trabalhos de casa: consideremos que o prof. Simplício só manda realizar trabalhos para casa uma vez por semana e que corrige cada um em 10 minutos. No total são mais de 20 horas (isto é, 125 alunos x 10 minutos) por semana. Como o período tem 14 semanas, temos um resultado final de mais de 280 horas.
5. Correcção de trabalhos individuais e/ou de grupo: vamos pensar que o prof. Simplício manda realizar apenas um trabalho de grupo, por período, e que cada grupo é composto por 3 alunos; terá de corrigir cerca de 41 trabalhos. Vamos também imaginar que demora apenas 1 hora a corrigir cada um deles (os meus colegas até gargalham, ao verem estes números tão minguados), dá um total de 41 horas.
6. Investigação: consideremos que o professor dedica apenas 2 horas por semana a investigar, dá, no período, 28 horas (2h x 14 semanas).
7. Acções de formação contínua: para não atrapalhar as contas, nem vou considerar este tempo.Vamos, então, somar isto tudo:84h+10h+104h+280h+41h+28h=547 horas.
Multipliquemos, agora, as 11horas semanais que o professor tem para estes trabalhos pelas 14 semanas do período: 11hx14= 154 horas.Ora 547h-154h=393 horas.
Significa isto que o professor trabalhou, no período, 393 horas a mais do que aquelas que lhe tinham sido destinadas para o efeito.
Vamos ver, de seguida, quantos dias úteis de descanso tem o professor no Natal. No próximo Natal, por exemplo, as aulas terminam no dia 18 de Dezembro. Os dias 19, 22 e 23 serão para realizar Conselhos de Turma, portanto, terá descanso nos seguintes dias úteis: 24, 26, 29 30 e 31 de Dezembro e dia 2 de Janeiro. Total de 6 dias úteis. Ora 6 dias vezes 7 horas de trabalho por dia dá 42 horas.
Então, vamos subtrair às 393 horas a mais que o professor trabalhou as 42 horas de descanso que teve no Natal, ficam a sobrar 351 horas. Quer dizer, o professor trabalhou a mais 351 horas!! Isto em dias de trabalho, de 7 horas diárias, corresponde a 50 dias!!!
O professor Simplício tem um crédito sobre o Estado de 50 dias de trabalho. Por outras palavras, o Estado tem um calote de 50 dias para com o prof. Simplício.Pois é, não parecia, pois não, caro anónimo? Mas é isso que o Estado deve, em média, a cada professor no final de cada período escolar.
Ora, como o Estado somos todos nós, onde se inclui, naturalmente, o nosso prezado anónimo, (pressupondo que, como nós, tem os impostos em dia) significa que o estimado anónimo, afinal, está em dívida para com o prof. Simplício. E ao contrário daquilo que o nosso simpático anónimo afirmava, os professores não descansam muito, descansam pouco!
Veja lá os trabalhos que arranjou: sai daqui a dever dinheiro a um professor.
Mas, não se incomode, pode ser que um dia se encontrem e, nessa altura, o amigo paga o que deve.


http://www.oestadodaeducacao.blogspot.com/
Assino por baixo

14 junho, 2008

Dinamarca - escola


Experimente ir de Copenhaga a Estocolmo de comboio. Comprado o bilhete, dá consigo num comboio que só se diferencia dos nossos Alfa por ser menos luxuoso e dotado de menos serviços de apoio aos passageiros.

A viagem, através de florestas geladas e planícies brancas a perder de vista, demorou cerca de cinco horas.Não fora conhecer a realidade económica e social desses países, daria comigo a pensar que os nórdicos, emblemas únicos dos superavites orçamentais seriam mesmo uns tontos.

Se não os conhecesse bem perguntaria onde gastam eles os abundantes recursos resultantes da substantiva criação de riqueza.

A resposta está na excelência das suas escolas, na qualidade do seu Ensino Superior, nos seus museus e escolas de arte, nas creches e jardins-de-infância em cada esquina, nas políticas pró-activas de apoio à terceira idade.

Percebe-se bem porque não construíram estádios de futebol desnecessários, porque não constroem aeroportos em cima de pântanos, nem optam por ter comboios supersónicos que só agradam a meia dúzia de multinacionais.

O TGV é um transporte adaptado a países de dimensão continental, extensos, onde o comboio rápido é, numa perspectiva de tempo de viagem/custo por passageiro, competitivo com o transporte aéreo.

É por isso, para além da já referida pressão de certos grupos que fornecem essas tecnologias, que existe TGV em França ou Espanha (com pequenas extensões a países vizinhos).

É por razões de sensatez que não o encontramos na Noruega, na Suécia, na Holanda e em muitos outros países ricos.

Tirar 20 ou 30 minutos ao Lisboa-Porto à custa de um investimento de cerca de 7,5 mil milhões de euros não trará qualquer benefício à economia do País.

Para além de que, dado hoje ser um projecto praticamente não financiado pela União Europeia, ser um presente envenenado para várias gerações de portugueses que, com mais ou menos engenharia financeira, o vão ter de pagar.

Com 7,5 mil milhões de euros podem construir-se mil escolas Básicas e Secundárias de primeiríssimo mundo que substituam as mais de cinco mil obsoletas e subdimensionadas existentes (a 2,5 milhões de euros cada uma), mais mil creches inexistentes (a 1 milhão de euros cada uma), mais mil centros de dia para os nossos idosos (a 1 milhão de euros cada um).

Ainda sobrariam cerca de 3,5 mil milhões de euros para aplicar em muitas outras carências, como a urgente reabilitação de toda a degradada rede viária secundária.


saladosprofessores

25 maio, 2008

ATÉ QUE AS REPOSTAS NÃO ANDAM LONGE DA VERDADE

NÃO RESISTI ÀS RESPOSTAS DOS ALUNOS E COMENTEI
1) Galileu (1564-1642) foi condenado à morte porque foi o 1º a fazer a terra andar à volta. (GRAVISSIMO, AINDA FOI POUCO)
2) Um braço de mar é um pedaço de mar em forma de braço.
3) O exemplo do Titanic serve para demonstrar a agressividade dos icebergs. (ATÉ MORDEM)
4) Os 4 pontos cardeais são a direita, a esquerda, em baixo e em cima.
5) A França tem 60 milhões de habitantes entre os quais muitos animais. (PERFEITO)
6) A 2ª guerra mundial foi um período de paz e de prosperidade para a Alemanha. (PUDERA!)
7) A 11 de Novembro, ao comemorar-se o Armistício da 1ª guerra mundial, o presidente condecora os pais do soldado desconhecido. (ACHO QUE ERAM OS TIOS)
8) Na guerra de 1914 a 1918, os soldados morriam várias vezes, primeiro por causa das bombas, e depois porque lhes davam lama para comer. (VOILÁ)
9) Os rios correm sempre no sentido da água.
10) Um quadrado é um rectângulo que tem um ângulo direito em todos os lados.
11) Um quadrado é um rectângulo um pouco mais curto.
12) O zero é o único número que permite contar até 1. (BRILHANTE, ADOREI!)
13) Um septuagenário é um losango de 7 lados. (QUE AINDA NÃO ENTROU PARA O LAR DE IDOSOS)
14) Todos os números pares podem dividir-se por zero.
15) Uma linha recta torna-se curva quando vira. (ATE CAPOTA SE FOR NECESSÁRIO)
16) Um compasso utiliza-se para medir os ângulos do círculo.
17) Uma raiz quadrada é uma raiz com 4 ângulos iguais. (SE TIVER 3, É RAIZ TRIANGULAR)
18) Os chineses utilizam as suas bolas para fazer contas.
19) Para fazer uma divisão, é preciso multiplicar uma subtracção . (KIAKIAKIA)
20) O álcool permite tornar a água potável. (AINDA BEM)
21) Uma tonelada pesa pelo menos 100 Kg, se ela for pesada. (ÓBVIO!)
22) O desembarque na Normandia teve lugar nas praias de Inglaterra.
23) A primeira guerra mundial fez uma dezena de mortos mas só do lado alemão. (ENA TANTOS!)
24) As bombas atómicas são inofensivas quando servem para fabricar electricidade. (ATÉ TENHO UMA EM CASA, PARA QUANDO FALTA A LUZ)
25) Se não se estragassem, as máquinas não seriam humanas.
26) Um relógio divide-se em 12 fusos horários de igual intensidade. (AMANDEM-ME LÁ UM DESTES QUE AINDA NÃO TENHO!)
27) Arquimedes foi o 1º a provar que uma banheira podia flutuar. (DENTRO DELA OU FORA?)
28) A datação com o carbono 14 permite saber se alguém morreu na guerra. (SABICHÃO ESSE CARBONO)
29) No cinema mudo, os actores falavam com palavras que escreviam por baixo dos filmes.
30) O cinema era uma energia ainda desconhecida no século XIX. (SIM NO SEC. XIX USAVA-SE MAIS O DVD)
31) Um litro de água a 20ºC + um litro de água a 20ºC = 2 litros de água a 40ºC. (OU A LÓGICA É UMA BATATA)
32) Os agricultores, nem sempre foram pessoas coléricas que queimavam pneus e batatas.
33) Uma língua morta é uma língua que só é falada pelos mortos. ( E SÓ DEPOIS DA EXTREMA UNÇÃO)
34) Victor Hugo escrevia livros para os pobres miseráveis. (TADINHOS!)
35) Em todos os quadros pintados vê-se bem que Napoleão escondia a sua grande barriga com a mão. (A MANIA DA ELEGÂNCIA)
36) A gramática não serve para nada porque é muito difícil de perceber. (É COMO O ACORDO ORTOGRÁFICO)
37) Napoleão é sobrinho do seu avô. (MAS O AVÔ NÃO SABIA)
38) Antes da guilhotina, os condenados à morte eram executados na cadeira eléctrica.
39) A guerra dos 100 anos durou de 1914 a 1918.
40) Uma biblioteca é como um cemitério para os livros velhos. (SIM, QUANDO VOU LÁ ATE LEVO COROAS DE FLORES)
41) Nero servia-se dos cristãos para fazer lâmpadas, ateando-lhes fogo. (A CHAMADA LAMPADA CRISTOLUX)
42) A leitura permite ao homem tornar-se míope...( E À MULHER, PITOSGA, E AOS ALUNOS CEGUINHOS)I
43) Os latinos falavam o grego antigo. (PENSO QUE NÃO, FALAVAM MAIS EGIPCIO)
44) A leitura é feita para aqueles que não gostam de escrever.
45) O livro de bolso foi inventado por Gutenberg.(É QUE ELE ESTAVA FARTO DE CARREGAR COM A IMPRENSA, FEZ ELE MUITO BEM)
E NOS BOLETINS ESCOLARES, ESCRITOS PELOS PROFESSORES:
'Chegou ao fundo, mas continua a escavar....' (ESTE É CA DOS MEUS, SEMPRE A ANIMAR A MALTA, NUNCA DESISTIR)
'Em progressos rápidos para o zero absoluto! '
'Tem as pretensões de um cavalo de corrida e os resultados de um burro.'
'Participa muito... No bom ambiente da turma.'
'Por vezes volta-se para olhar para o quadro.'
'Dorme na aula, sobre o teclado ou o tapete do rato, segundo a urgência.'
'Só acorda para ir tomar café ao intervalo.'
'Alguns progressos, mas continua nulo.'
'Por vezes deixa de ir tomar café para ir às aulas.'
'Faz enormes esforços... Para se aproximar da janela.'
Num boletim de 12º ano: 'Sabe ler, em breve saberá escrever.' (MAS ENTRETANTO QUE SE SENTE)

22 abril, 2008

Sindroma de Burnout

Síndroma dos Professores
O síndroma de Burnout em professores é conhecido como uma exaustão física e emocional que começa com um sentimento de desconforto e pouco a pouco aumenta à medida que a vontade de leccionar gradualmente diminui. Sintomaticamente, o síndroma de Burnout geralmente reconhece-se pela ausência de alguns factores de motivação: energia, alegria, entusiasmo, satisfação, interesse, vontade, sonhos para a vida, ideias, concentração, autoconfiança e humor.
Um estudo feito entre professores que decidiram não retomar os postos nas salas de aula no início do ano escolar na Virgínia, Estados Unidos, revelou que entre as grandes causas de stress estava a falta de recursos, a falta de tempo, reuniões em excesso, número muito grande de alunos por sala de aula, falta de assistência, falta de apoio e pais hostis. Em outra pesquisa, 244 professores de alunos com comportamento irregular ou indisciplinado foram instanciados a determinar como o stress no trabalho afectava as suas vidas. Estas são, em ordem decrescente, as causas de stress nesses professores:


- Políticas inadequadas da escola para casos de indisciplina;
- Atitude e comportamento dos administradores/gestores/directores;
- Avaliação dos administradores/supervisores;
- Atitude e comportamento de outros professores/profissionais;
- Carga de trabalho excessiva;
- Oportunidades de carreira pouco interessantes;
- Baixo status da profissão de professor;
- Falta de reconhecimento por uma boa aula;
- Alunos barulhentos;
- Lidar com os pais.

Os efeitos do stress são identificados, na pesquisa, como:
- Sentimento de exaustão;
- Sentimento de frustração;
- Sentimento de incapacidade;
- Transportar o stress para casa;
- Sentir-se culpado por não fazer o bastante;
- Irritabilidade.

As estratégias utilizadas pelos professores, segundo a pesquisa, para lidar com o stress são:
- Realizar actividades de relaxamento;
- Organizar o tempo e decidir quais são as prioridades;
- Manter uma dieta balanceada e fazer exercícios;
- Discutir os problemas com colegas de profissão;
- Tirar o dia de folga;
- Procurar ajuda profissional na medicina convencional ou terapias alternativas.

Quando questionados sobre o que poderia ser feito para ajudar a diminuir o stress, as estratégias mais mencionadas foram:
- Dar tempo aos professores para que eles colaborem/conversem;
- Prover os professores com cursos e workshops;
- Fazer mais elogios aos professores, reforçar suas práticas e respeitar seu trabalho;
- Dar mais assistência;
- Prover os professores com mais oportunidades para saber mais sobre alunos com comportamentos irregulares e também sobre as opções de programa para o curso;
- Envolver os professores nas tomadas de decisão da escola/melhor comunicação com a escola.

Como se pode ver, o Burnout de professores relaciona-se estreitamente com as condições desmotivadoras no trabalho, o que afecta, na maioria dos casos, o desempenho do profissional. A ausência de factores motivacionais acarreta o stress profissional, fazendo com que o profissional largue seu o emprego, ou, quando nele se mantém, trabalhe sem muito esmero.


Adaptação wikipédia

15 abril, 2008

O dia D

Foto, Público

Às vezes apetece-me escrever sobre o que se passa na minha escola.
Hoje tivemos um dia D para discutir o entendimento que a plataforma sindical deverá assinar na próxima quinta feira com o ME.
Os professores responderam em grande número a este apelo, ultrapassamos a lotação do auditório.
Foi uma reunião difícil. Houve muitas intervenções, muito debate, muito esclarecimento, e só assim foi possível chegarmos a um consenso.
A classe profissional dos professores é grande.
Todos têm uma opinião crítica sobre tudo, todos têm sempre algo a acrescentar, todos querem gozar de uma independência critica, poder opinar sobre tudo sem qualquer compromisso sindical, ninguém quer sentir qualquer amarra vinculativa a alguma coisa, muitos são impacientes, …. Enfim cada um de nós gostaria de ter um sindicato só para si, que desse resposta rápida e eficiente aos problemas que mais nos afectam, e que se adaptasse em todos os momentos, aos nossos interessas e aos nossos pontos de vista…. Do tipo do telemóvel, em que cada um utiliza à hora que lhe apetece e como lhe apetece, e que ainda dê para tirar fotos.
Há professores que até há pouco tempo continuavam com alguma convicção, da completa inutilidade dos sindicatos, outros identificam-se com as posições de movimentos dos professores, outros ainda mais pacientes, mas conscientes que na hora do “vamos ver”, são efectivamente os sindicatos, as únicas estruturas que os representam e que têm poder negocial com a tutela.
Alguns professores ainda não tomaram consciência que uma grande manif não resolve tudo, dá visibilidade nos media, mostra ao país que há uma classe descontente, dá até para medir níveis de descontentamento (só a Ministra é que entende que 100 mil profs na rua é sinonimo que tudo corre bem), mas depois é preciso uma estrutura organizada que represente legalmente a maioria dos professores e que esteja disponível para a negociação.
Foi uma reunião interessante.
Estiveram presentes cerca de 100 docentes, reunidos desde as 8,30h ate às 12h e das 14 às 16,30h. Foi necessário abrir espaços para que todos apresentassem dúvidas, que questionassem os dois cenários possíveis: “Entendimento ou não entendimento”.
Foi necessário digerir a contribuição positiva de cada intervenção, foi necessário ouvir a alguns colegas que eram do PS, foi necessário ouvir que eram sindicalizados há décadas, foi necessário ver o rosto de desalento de colegas que diziam “Eu votei neles, mas não votei nesta politica educativa, nem nesta equipa ministerial”, foi necessário ultrapassar divergências, foi necessário atender às preocupações de cada um, foi preciso mandar calar n vezes, foi necessário cochichar com o colega do lado, foi necessário rir, foi necessário aplaudir, foi necessário o microfone, foi necessário fotocopiar o memorando, foi necessário ultrapassar pormenores formais, foi necessário incitar à união… sei lá os professores sentem-se empurrados até à parede, pela espada afiada que é a politica socialista da educação.
Os sindicalistas sem terem realizado uma reunião brilhante, conseguiram manter a calma, gerir as intervenções de forma respeitosa e conduzir os trabalhos até se chegar a alargados consensos, e à conclusão necessária: confiar na plataforma sindical.

É interessante verificar como os media, os nossos governantes e obviamente com a “nossa ajuda” olhando apenas para o nosso umbigo, conseguiram colar aos sindicatos, a imagem de uma praga nas relações laborais. Claro que esta atitude entende-se do lado do patronato, e dos governantes. Já não se entende do lado dos trabalhadores, que virando-se contra as suas próprias estruturas, ficam completamente a descoberto dos desvarios das politicas neoliberias. Os professores que no fundo são os intelectuais da nossa sociedade, e por isso bem informados têm aqui uma responsabilidade acrescida. Nos últimos anos temos estado pouco atentos a estes jogos laborais.
É necessário unir, a corda já não tem mais por onde esticar.
E continuamos a testemunhar:
"Então agora fazer cumprir a lei é chantagear?"
"Então agora fazer cumprir a lei é chantagear?"
(Mª de Lurdes Rodrigues respondendo a Ana Drago)
DESESPERANTE!

12 abril, 2008

A LUTA CONTINUA

Vencemos uma pequena batalha, mas não ganhamos a guerra.
A carreira continua dividida: titulares e nao titulares.
Temos mais de dois anos congelados.
Continuamos com aulas de substituição que não servem para nada.
Continuamos a trabalhar mais de 35 horas semanais.
Continuamos a ocupar uma assoalhada em nossa casa para trabalhar.
Continuamos (a maioria) com o quadro preto e giz como tecnologias de motivação na sala de aula.
Continuamos sem saber exactamente como vai ser a avaliação para o próximo ano.
Formação? onde está?
Se chegarmos aos 65 anos, alguns de nós estarão esgotados com 45 anos de serviço.
Continuamos a suportar alunos mal educados.
Continuamos com horas extraordinarias por pagar.
Continuamos com programas desfasados da realidade.
Continuamos com a pérola do estatuto do aluno
Continuamos com aulas práticas para turmas de 25 ou mais alunos.
Já está tudo cozinhado para mudar a gestão das escolas e o processo já está em curso.
A LUTA COMEÇA A DAR RESULTADOS, TEMOS DE LHE DAR CONTINUIDADE!!!
NÃO DESMOBILIZEM!

07 abril, 2008

Chinaescola

Sala de aulas na China !!!* * * *Vá ... Queixem-se das V/ condições!!! ....... - dizem-me através da net.

Esta situação não anda muito longe da que se vive nos pavilhões de educação física, onde metem 4 turmas a ter aulas em simultaneo, divididas de uma forma pindérica, através de cortinado.... e estamos na Europa... cada vez mais na cauda, eu sei, mas na Europa!

06 abril, 2008

PROFS FASHION






















PRIMAVERA / VERÃO